<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293</id><updated>2012-02-12T03:52:57.446-03:00</updated><category term='Retrovisor'/><category term='sociedade em rede'/><category term='Sala de aula'/><category term='Rumos da mídia'/><category term='literatura digital'/><category term='literatura'/><category term='Blogosfera'/><category term='Crítica da mídia'/><title type='text'>Jornalismo Digital</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Jornalismo Digital</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04574505810544654002</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>110</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-5562410311867076318</id><published>2008-10-18T13:03:00.002-03:00</published><updated>2008-10-18T13:06:45.052-03:00</updated><title type='text'>Mudamos</title><content type='html'>A partir de agora, estou em novo endereço. Uma nova fase, nova experiência. Agradeço a todos os que participaram deste blog e aos que o visitaram.&lt;br /&gt;Convido-os para navegar pelos mares da literatura em&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.livrosnamesa.blogspot.com"&gt;http://www.livrosnamesa.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço,&lt;br /&gt;Prof. Mauro&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-5562410311867076318?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/5562410311867076318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=5562410311867076318&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5562410311867076318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5562410311867076318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/10/mudamos.html' title='Mudamos'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-919804121492658687</id><published>2008-10-02T20:16:00.000-03:00</published><updated>2008-10-02T20:18:02.657-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>No centenário de Machado - II</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Machado de Assis acreditava que todo sentimento nacional deveria inspirar-se em fatores reais do país e não apenas em fórmulas estanques. Enquanto crítico, preocupava-se em livrar os escritores de seu tempo da obrigação patriótica de serem pitorescos. Somente a partir da incorporação deste sentimento íntimo poderia o artista ser fiel ao seu tempo e ao seu país, mesmo que abordasse assuntos estrangeiros.&lt;br /&gt;Atuando numa época de transição política (a crise do Segundo Reinado, as lutas entre conservadores e liberais por espaços de poder, a inevitável emergência da República e o drama da escravidão) e literária (na confluência de Romantismo, Realismo e Naturalismo), Machado buscou ainda esboçar um código definidor das qualidades intelectuais e éticas para a atuação do crítico. Assim, são pressupostos do verdadeiro espírito crítico a coerência de critérios e a tolerância, assim como a independência e a imparcialidade diante do objeto analisado. Não formulou um quadro de valores, pois estes ainda estavam em gestação, mas está longe de ter sido um crítico malogrado, como o considerou Tristão de Ataíde.&lt;br /&gt;Machado foi severo ao diagnosticar a inexistência de atividade crítica em seu tempo, pelo menos daquela crítica capaz de exercer papel decisivo no sistema literário por meio de influência cotidiana e profunda. Quanto ao romance, acusou a ausência de caracteres e de análise profunda da sociedade. Neste ponto, cabe uma indagação a respeito de sua concepção de romance enquanto gênero e estilo, que será posta em prática a partir de Memórias Póstumas de Brás Cubas (no plano do conto, seu equivalente será o volume Várias histórias).&lt;br /&gt;Brás Cubas não é um herói problemático como o Julien Sorel ou o Lucien de Rubempré, nem as Memórias se enquadram no modelo hegemônico de romance realista, já que suas influências capitais são Sterne e Xavier de Maistre. No entanto, o problema das relações entre particular e universal, ponto central de sua visão crítica, e formulada, como vimos, por meio da condenação ao localismo pitoresco, remete-nos à busca dos traços distintivos da sociedade brasileira e à discussão entre originalidade e cópia.&lt;br /&gt;M.S.V.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-919804121492658687?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/919804121492658687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=919804121492658687&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/919804121492658687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/919804121492658687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/10/no-centenrio-de-machado-ii.html' title='No centenário de Machado - II'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-7681137527144087620</id><published>2008-09-29T17:57:00.001-03:00</published><updated>2008-09-29T17:59:24.641-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>No centenário de Machado de Assis</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A atividade crítica de Machado de Assis foi a um só tempo curta e duradoura. Foi curta se considerarmos a pequena quantidade de artigos de que se compõe e o escasso intervalo em que foi concebida, entre 1858 e 1879. Mas foi extremamente duradoura quanto às implicações provocadas na posteridade pelas questões e temas abordados.&lt;br /&gt;No dia em que se comemora o centenário de nascimento de nosso escritor maior, invoco a face talvez menos conhecida de sua obra: a de crítico literário. Autor de textos críticos até hoje importantes, como Instinto de nacionalidade, O ideal do crítico ou O passado, o futuro e o presente da literatura brasileira, Machado demonstrou estar atento aos problemas literáriros de seu tempo. Assim, não hesitou, por exemplo, em criticar os solecismos da linguagem comum, que considerava um defeito grave, e a forte influência da língua francesa. Em relação ao teatro, chegou a minúcias como a proposta que estabelecia regras sobre os direitos de representação e também a criação de impostos sobre as traduções, pois via com preocupação a enorme quantidade de peças francesas encenadas no Brasil de então.&lt;br /&gt;Mas o aspecto central a considerar hoje é a crítica ao localismo pitoresco e ao falso instinto de nacionalidade, elementos que o autor de Dom Casmurro identificou na literatura de seu tempo. Amparado no desejo de criar uma literatura mais independente dos modelos europeus, em 1873, Machado de Assis insta seus contemporâneos a repensar o legado estético do Arcadismo e o predomínio dos temas indianistas. Basílio da Gama e Santa Rita Durão são os principais objetos de crítica, pois não souberam se desligar da matriz árcade. “Admira-se-lhes o talento, mas não se lhes perdoa o cajado e a pastora”, escreve no artigo “Instinto de nacionalidade”. Para Machado de Assis, indianismo não era representativo da totalidade do universo ficcional brasileiro. Era, evidentemente, um legado reconhecido pelo crítico, mas não poderia continuar a ser a única fonte de inspiração. Volto ao tema.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;M.S.V.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-7681137527144087620?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/7681137527144087620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=7681137527144087620&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/7681137527144087620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/7681137527144087620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/09/no-centenrio-de-machado-de-assis.html' title='No centenário de Machado de Assis'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-1598427187781225034</id><published>2008-09-09T15:51:00.003-03:00</published><updated>2008-09-09T15:57:45.565-03:00</updated><title type='text'>Blogs e prática de texto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Reproduzo a seguir trecho da reportagem “Laboratórios de criação”, de autoria da jornalista Karla Beraldo, publicada no Jornal da Cidade, de Bauru/SP, em 31 de agosto último. O tema é atual e dinâmico: blogs, literatura e prática de texto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Uma coisa é certa: blogs não atualizados são páginas mortas. Entre as características intrínsecas dessa ferramenta virtual, a necessidade de atualização freqüente é a principal responsável pelos blogs serem considerados berços de futuros escritores. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Para o professor Mauro Souza Ventura, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Bauru, escrever em um blog com assiduidade e regularidade pode ser o primeiro, ou um importante passo, na trajetória de um escritor. “O blog tem uma característica fundamental: a gente precisa escrever. E o exercício textual, que se faz presente e necessário, faz dos blogs uma espécie de laboratório de escrita e criação”, acredita. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Para o professor, o maior desafio do blogueiro é, justamente, conseguir atualizar a sua página. “E para quem escreve, essa prática cotidiana é importantíssima”, completa.“O blog tem muita essa idéia de ser um diário mesmo. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Se não tivermos um texto pronto para postar, vamos tentar escrever, o que acaba sendo uma oficina”, diz o estudante de letras Thiago Augusto Côrrea, 23 anos, responsável, ao lado de mais três amigos, por “alimentar” um blog literário - “Quatro Patacas” - a cada dois dias. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Para Alê Félix, proprietária da editora Gênese, a Internet tem plenas condições de atuar como uma importante mola propulsora para os escritores. “Abrir um blog, aprender a escrever despretensiosamente, interagir com os leitores por meio dos comentários, são todos caminhos para tornar um bom escritor conhecido”, considera.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Félix, que também assina um blog - www.alefe lix.com.br -, é uma das idealizadoras do projeto “Blog de Papel”. Segundo material de divulgação, o livro, lançado em 2005, é uma tentativa de mostrar no papel - como o próprio nome diz - um pouco do que os ilustres desconhecidos estão aprontando na Internet. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O resultado foi a reunião de 14 textos de autores que gostam de escrever e 14 ilustrações de artistas que utilizam os blogs como meio de divulgar seus trabalhos.Para a empresária, o diversificado leque de possibilidades oferecido pelos blogs faz com que os usuários tenham em mãos mais do que um laboratório. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;“Você pode publicar de livros a pequenos textos, testar novos formatos. Um blog pode se tornar o seu livro, sua vitrine, seu ponto de venda. Para uma mente criativa e empreendedora, basta navegar e começar a escrever”, acredita. Alguns defendem, porém, que a “onda” de escritores descobertos pela Internet, como foram João Paulo Cuenca, Clarah Averbuck, Daniel Galera e agora Vanessa Bárbara, está cada vez mais difícil, por conta da grande proliferação dos blogs. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Para se ter uma idéia, de acordo com pesquisas divulgadas na própria rede, estima-se que 175 mil novos blogs sejam criados a cada dia no mundo. “Não só o próprio blog como as outras ferramentas da Internet já provaram que são capazes de mostrar novos talentos que a ‘indústria’ não vê. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Mas há poucos autores que conheço que saíram do blog para o livro”, lembra o estudante Corrêa. Para ele, o processo de criação, muitas vezes diário, e o grande número de leitores que se conquista via web são muito importantes, mas “entre sentar de frente de um PC para escrever um livro e ser publicado por uma editora, vai um longo caminho”, avalia, consciente. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Na Cosac Naify, editora pela qual Vanessa Bárbara lançou “O Livro Amarelo do Terminal”, não existe um mecanismo nem um setor responsável pela caça de novos talentos. Segundo Cassiano Elek Machado, diretor editorial da Cosac Naify, Vanessa, a dona do “Hortaliça”, uma espécie de franzine publicado na Internet, é o único caso de um escritor descoberto na web existente na editora.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Entretanto, para Machado, os blogs já foram, e ainda são, embora em menor escala, importantes ferramentas para os escritores no mundo atual. “Por conta de duas finalidades: para que os autores divulguem seus trabalhos e, sobretudo, para que eles consigam fazer de sua prática um trabalho conhecido”, finaliza. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-1598427187781225034?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/1598427187781225034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=1598427187781225034&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1598427187781225034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1598427187781225034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/09/blogs-e-prtica-de-texto.html' title='Blogs e prática de texto'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-5989859610833333126</id><published>2008-08-10T17:56:00.002-03:00</published><updated>2008-08-10T18:03:00.244-03:00</updated><title type='text'>Karadzik, o genocida que escrevia poemas</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Dos comentários que li sobre a prisão de Radovan Karadzic, o ex-líder sérvio que comandou a limpeza étnica na &lt;a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/reuters/2008/07/21/ult729u75243.jhtm"&gt;guerra dos Bálcãs&lt;/a&gt;, chamou-me a atenção o artigo de Slavoj Zizek &lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;(FSP, 27/7/08, Mais!, p.10)&lt;/span&gt;. O filósofo esloveno explorou o lado menos conhecido da personalidade de Karadzik: o genocida foi também poeta. Assim, segundo Zizek, a poesia do ex-lider sérvio “não deve ser simplesmente descartada como ridícula – merece ser lida com atenção pois oferece uma pista para a compreensão de como funciona uma limpeza étnica”.&lt;br /&gt;Após citar trechos de poemas publicados por Karadzik, Zizek afirma que as atrocidades cometidas pelos soldados sérvios a mando do ex-lider foram na verdade a continuação (ou a materialização) de sua própria poesia, repleta de imagens que remetem ao chamado do superego e a um hedonismo sem limites.&lt;br /&gt;Em seguida, responsabiliza os poetas da ex-Iuguslávia que, entre os anos 1970 e 1980, “começaram a espalhar as sementes do nacionalismo agressivo não apenas na Sérvia, mas também em outras repúblicas pós-iuguslavas”.&lt;br /&gt;Pode-se argumentar que Karadzic foi um poeta menor, e que o filtro da história se encarregará de sepultar esses versos nacionalistas, permeados de retórica política.&lt;br /&gt;Zizek, porém, não se contenta com esse argumento, preferindo dar razão a Platão em sua declaração de que os poetas deveriam ser expulsos da cidade. “A julgar por essa experiência pós-iuguslava, em que a limpeza étnica foi preparada pelos sonhos perigosos de poetas, é um conselho bastante sensato”, escreve.&lt;br /&gt;Então, pergunto: Até que ponto a poesia de Karadzik foi de fato difundida entre os leitores iuguslavos? Há muito tempo que a literatura -- e ainda mais a poesia! -- não é capaz de mobilizar corações e mentes. Não vivemos mais numa república das letras. Portanto, a relação entre poesia e barbárie, invocada por Zizek, talvez não se sustente nesses termos.&lt;br /&gt;Um questão, porém, não deixa de pedir explicação: o responsável por uma limpeza étnica tem o hábito de escrever poemas. E mais: sob pseudônimo, era colunista de uma revista chamada &lt;a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/reuters/2008/07/22/ult27u66894.jhtm"&gt;“Vida Saudável”&lt;/a&gt;. Pode um assassino escrever um bom poema?&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;M.S.V.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-5989859610833333126?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/5989859610833333126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=5989859610833333126&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5989859610833333126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5989859610833333126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/08/karadzik-o-genocida-que-escrevia-poemas.html' title='Karadzik, o genocida que escrevia poemas'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-5078592669949484149</id><published>2008-07-24T14:05:00.000-03:00</published><updated>2008-07-24T14:04:32.757-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crítica da mídia'/><title type='text'>A morte da ironia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_nEfZcyRx3Yc/SIT41reji1I/AAAAAAAAAAY/mHt5rpjSl6E/s1600-h/obama.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_nEfZcyRx3Yc/SIT41reji1I/AAAAAAAAAAY/mHt5rpjSl6E/s320/obama.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5225575068744256338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Já dizia o crítico norte-americano Harold Bloom que a morte da ironia é a morte da leitura. Na ironia, que talvez seja a mais fina e sutil figura de linguagem, as palavras assumem significados diferentes do literal, com o propósito de sugerir exatamente o oposto daquilo que estamos dizendo na superfície.&lt;br /&gt;A julgar pela polêmica gerada pela capa da mais recente edição da revista &lt;a href="http://www.newyorker.com/"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;The New Yorker&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; será preciso muito esforço para resgatar a capacidade dos leitores de ler para além da superfície.&lt;br /&gt;O objetivo da revista ao publicar a charge aí ao lado era justamente ironizar as críticas infundadas que Obama e sua mulher vêm sofrendo nas últimas semanas. É evidente que os leitores da revista entenderam, e se divertiram com a piada. Mas e os demais? Para estes, é preciso dizer literalmente que Obama nem é muçulmano, nem terrorista. Ora, uma revista inteligente precisa ser capaz de surpreender o leitor; e nesse aspecto a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The New Yorker&lt;/span&gt; acertou em cheio.&lt;b style=""&gt; M.S.V.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-5078592669949484149?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/5078592669949484149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=5078592669949484149&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5078592669949484149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5078592669949484149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/07/morte-da-ironia.html' title='A morte da ironia'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_nEfZcyRx3Yc/SIT41reji1I/AAAAAAAAAAY/mHt5rpjSl6E/s72-c/obama.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-5776859645043389026</id><published>2008-07-21T12:02:00.003-03:00</published><updated>2008-07-21T12:17:16.522-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura digital'/><title type='text'>Criação literária em blogs</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A relação do escritor com o blog talvez seja semelhante à que o escritor mantém com a crônica. Tanto o blog quanto a crônica funcionam como laboratório, exercício de escrita, contato com o mundo e com o leitor.&lt;br /&gt;Um escritor precisa de visibilidade. E o exercício semanal da crônica, publicada em jornal ou revista, funciona como uma vritrine e como um espaço dialógico com o leitor. O blog talvez cumpra essa mesma função, no caso dos escritores em início de carreira ou que, mesmo não o sendo, já estão familiarizados com esse suporte.&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, para quem escreve ficção, o blog pode funcionar como um laboratório de criação. Aqui estamos diante da hiperficção, modalidade narrativa que surge a partir da idéia de hipermídia e de hipertexto.&lt;br /&gt;Assim, diante de questões como se os blogs podem ou não ser considerados berços de futuros escritores, a resposta é sim. Ora, o trabalho do texto é o berço do escritor. E não precisa ser necessariamente no blog, mas em qualquer mídia que veicule texto. Além disso, sempre se pode testar algumas histórias no blog antes de colocá-las em livro.&lt;br /&gt;No vasto universo da blogosfera, destaco três blogs de escritores que fazem deste suporte um laboratório de criação.&lt;br /&gt;O primeiro é o do poeta e jornalista Fabrício Carpinejar, do Rio Granbde do Sul, cuja produção poética pode ser conferida &lt;a href="http://www.carpinejar.com.br/textos.htm"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Também do Sul é o blog de Paulo Ribeiro, escritor, cronista e jornalista de Caxias do Sul. Em &lt;a href="http://www.vitroladosausentes.blogspot.com"&gt;vitrola dos ausentes&lt;/a&gt;, o leitor pode conhecer um pouco da obra do autor e do seu estilo bem peculiar. &lt;b style=""&gt;As luas que fisgam o peixe&lt;/b&gt;, publicado no ano passado, reúne em livro crônicas produzidas e postadas inicialmente no blog de Paulo Ribeiro.&lt;br /&gt;O terceiro blog que destaco é o do poeta Chacal, que despontou nos anos 70 e que é um dos mais importantes nomes da produção poética das últimas décadas. A exemplo de Carpinejar e Ribeiro, publica suas produções literárias no blog &lt;a href="http://chacalog.zip.net/"&gt;chacalog&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Outro dia me perguntaram se o blogueiro é escritor. Não, assim como nem todo cronista é escritor (de ficção, no caso).&lt;br /&gt;Mais complexa, no entanto, é a relação entre blog e estilo literário. Todo suporte deixa marcas na escrita. Há uma série de traços estilísticos que são típicos da escrita de blogs. E isso talvez influencie a própria narrativa de um conto ou romance concebidos por um escritor que, antes de ser escritor, já era blogueiro.&lt;br /&gt;Tudo depende de quem posta as matérias no blog. Seja como for, escrever num blog (com assiduidade e regularidade) pode ser o primeiro, ou um importante passo, na trajetória de um futuro escritor.&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;M.S.V.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-5776859645043389026?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/5776859645043389026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=5776859645043389026&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5776859645043389026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5776859645043389026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/07/criao-literria-em-blogs.html' title='Criação literária em blogs'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-3468718435030388563</id><published>2008-07-15T00:50:00.006-03:00</published><updated>2008-07-15T01:19:00.950-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blogosfera'/><title type='text'>A função dos blogs</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Qual é a função dos blogs? O que é mais importante: ter audiência ou ser relevante no seu segmento? E as postagens pagas? O blogueiro que recebe para escrever sobre tal assunto não deveria informar seus leitores sobre essa prática? Uma coisa é um anúncio no lado esquerdo ou direito da página; outra muito diferente é a matéria paga.&lt;br /&gt;Gosto de pensar nos diários virtuais como uma alternativa de informação e de opinião à grande mídia. Transparência e independência são, ou deveriam ser, os valores supremos de um blog.&lt;br /&gt;Afinal, blog não precisa obrigatoriamente de propaganda para sobreviver. Se correr atrás de audiência, ou se pautar seus posts por esse critério, o blog acabará reproduzindo a grande mídia.&lt;br /&gt;O mesmo vale para os blogs de portais. Se estão lá, é por que se pautam pela audiência, pelo entretenimento, por critérios de noticiabilidade na maioria das vezes viciados. &lt;a href="http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/portais.html"&gt;Portais currais&lt;/a&gt;, como já disse André Lemos.&lt;br /&gt;Também me incomoda o excesso de opinião nos blogs. A opinião sozinha quase nada vale. É preciso estar apoiada em informação ou em análise.&lt;br /&gt;A repercussão de assuntos, ou a prática de reblogar aquilo que se viu em outro site ou blog, não pode ser a matéria-prima principal de um blog. Se não vira clipping.&lt;br /&gt;Se um blog deseja firmar-se enquanto espaço jornalístico, então precisa deixar bem clara essa posição.&lt;br /&gt;Os blogs não podem repetir a grande imprensa.&lt;br /&gt;Afinal, o que os define é o viés colaborativo, seja do ponto de vista tecnológico (pela exclusão dos intermediários), seja no aspecto de conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;M.S.V.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-3468718435030388563?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/3468718435030388563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=3468718435030388563&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3468718435030388563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3468718435030388563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/07/funo-dos-blogs.html' title='A função dos blogs'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-1850452461338556399</id><published>2008-07-06T22:18:00.006-03:00</published><updated>2008-07-06T22:42:24.971-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade em rede'/><title type='text'>Internet na Classe C</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sempre fui um otimista em relação ao futuro do webjornalismo. Ao mesmo tempo, jamais deixei de considerar, principalmente aos meus alunos na Unesp, que este futuro dependia do grau de inclusão digital da sociedade brasileira.&lt;br /&gt;E sempre que me questionavam sobre tendências do webjornalismo respondia com uma ponderação: depende do país, depende da região.&lt;br /&gt;Agora o Portal &lt;a href="http://www.terra.com.br/"&gt;Terra&lt;/a&gt; divulga resultados de pesquisa sobre os internautas brasileiros. Os dados coletados são interessantes e indicam um avanço do acesso à Rede entre integrantes da classe C.&lt;br /&gt;Vejamos:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;49,4% dos jovens da classe C acessam a Internet de casa;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;23,6% acessam a Internet a partir de lan houses;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;77,2 % dos internautas da classe C tem conexão banda larga;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É preciso observar que a pesquisa foi feita apenas em três capitais (São Paulo, Recife e Porto Alegre), a partir de um universo de 600 entrevistados. Logo, não reflete o Brasil como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa ainda informa que houve pequena variação no percentual de acesso à Rede junto à classe C: no ano passado eram 37% do universo total de internautas brasileiros e, nesse ano,  deve chegar a 40%.&lt;br /&gt;De novo é preciso lembrar a limitação da pesquisa. Mas não deixa de ser auspicioso pensar que o acesso à Rede caminha, ainda que lentamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, uma pergunta: onde esses jovens buscam informação? Ou será que a informação vai até eles? E de que qualidade e com qual credibilidade isso ocorre? Perguntas para uma outra pesquisa.&lt;br /&gt;Prof. Mauro&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-1850452461338556399?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/1850452461338556399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=1850452461338556399&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1850452461338556399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1850452461338556399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/07/internet-na-classe-c.html' title='Internet na Classe C'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-1964145488733375633</id><published>2008-06-29T21:33:00.005-03:00</published><updated>2008-06-29T21:58:47.801-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rumos da mídia'/><title type='text'>O webjornal e a distribuição de conteúdo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Imagine ter acesso ao conteúdo informativo de um site de notícias em locais como lojas virtuais, blogs, redes sociais como Orkut, Facebook ou MySpace, e até em mapas do Google Earth.&lt;br /&gt;Pois é este o objetivo do &lt;a href="http://www.nytimes.com"&gt;The New Yotk Times&lt;/a&gt;. Um dos mais influentes jornais americanos, o Times não está satisfeito em continuar apenas produzindo conteúdo: quer também se transformar numa plataforma de distribuição de conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Reportagem de Rodrigo Martins no Caderno Link (OESP, 2/6/08) informa que o jornal americano irá liberar os códigos-fonte que possibilitam acesso ao seu conteúdo. Com isso, os programadores de outros sites, blogs e redes sociais poderão não só reproduzir como combinar o conteúdo noticioso do Times com produtos e serviços oferecidos na rede. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;A iniciativa é uma estratégia para atrair o público jovem para o jornal, ou melhor, para o conteúdo do jornal, esteja o leitor onde estiver, em blogs, redes etc. “Os jornais não podem mais ser só jornais. Têm de ser produtores de conteúdo para todas as mídias”, afirmou Mark Frons, o responsável pela área de tecnologia do NYT. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Prof. Mauro&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-1964145488733375633?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/1964145488733375633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=1964145488733375633&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1964145488733375633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1964145488733375633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/06/o-webjornal-e-distribuio-de-contedo.html' title='O webjornal e a distribuição de conteúdo'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-3897101672871263237</id><published>2008-06-25T17:34:00.002-03:00</published><updated>2008-06-25T17:37:22.931-03:00</updated><title type='text'>Pequena crônica sobre um grande gênero</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Entre todos os gêneros de escrita, a crônica talvez seja o mais livre e, ao mesmo tempo, mais difícil de ser definido. E isto se deve, creio, à amplitude estilística e temática que a caracterizam.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na imprensa brasileira, por exemplo, tudo aquilo que é publicado sob a rubrica de crônica acaba se incorporando a esse caldeirão de estilos em que cabe tudo, ou quase. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O escritor e jornalista Carlos Heitor Cony, por exemplo, classifica de crônica todos os seus escritos jornalísticos. Onde quer que escreva e sobre o assunto que for, será sempre crônica, costuma repetir em suas entrevistas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Brasil, a crônica é praticada desde o início de nossa literatura. Há quem diga que se trata de um gênero tipicamente brasileiro, assim como o ensaio é identificado como um gênero tipicamente inglês. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É evidente que não somos os únicos a escrever crônica e nem o ensaio é exclusividade dos praticantes do idioma de Shakespeare. São apenas associações entre estilo e cultura.Iniciei com uma referência à amplitude estilística e temática da crônica. Vejamos como isso funciona.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Machado de Assis, Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade e Rubem Braga: todos pertencem ao primeiro time da literatura brasileira e todos escreveram crônica durante a vida, muitas vezes até para ganhar o sustento. E ao fazê-lo, cada um deles imprimiu seu próprio estilo ao gênero. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tanto é que quando falamos do Machado cronista, logo pensamos na política brasileira na época do Segundo Reinado. Mário de Andrade e Manuel Bandeira escreveram crônicas mais ligadas a aspectos históricos e culturais, enquanto Drummond imprimia poesia em seus textos para jornal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dos citados, Rubem Braga tem uma particularidade: sua obra maior é a crônica e a ela dedicou todo o seu talento criativo. Por isso a crítica o considera o maior cronista da literatura. São antológicas as páginas de “O conde e o passarinho”, “A borboleta amarela” ou “Ai de ti, Copacabana”, só pra ficar em três exemplos magistrais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pano rápido para a atualidade: Luís Fernando Veríssimo, Arnaldo Jabor, Zuenir Ventura, Contardo Calligaris e o já citado Carlos Heitor Cony. De novo temos cinco estilos e temáticas diferenciadas. Humor, comportamento, política, cotidiano, conflitos existenciais. Não há limites para a crônica, ainda que seu ponto de partida seja quase sempre o episódico, a atualidade, a vida ao rés-do-chão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas o desafio maior de todo cronista está em ultrapassar esse elemento episódico que a inspirou e falar de perto ao leitor, sempre naquele tom de despretensão e oralidade que torna a crônica um gênero tão peculiar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como lembra o crítico Antonio Candido, nenhuma literatura se sustenta apenas com cronistas. Mas, penso eu, nenhuma literatura e nenhum jornalismo podem prescindir do olhar irônico, poético e sorrateiro do cronista, que sabe como poucos fisgar o leitor.&lt;br /&gt;Prof. Mauro&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-3897101672871263237?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/3897101672871263237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=3897101672871263237&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3897101672871263237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3897101672871263237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/06/pequena-crnica-sobre-um-grande-gnero.html' title='Pequena crônica sobre um grande gênero'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-3306499589874195736</id><published>2008-06-10T17:25:00.005-03:00</published><updated>2008-06-10T17:42:34.941-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blogosfera'/><title type='text'>A blogosfera cubana conhece o debate</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Para todos os que, em algum momento de suas vidas, se encantaram ou simplesmente acreditaram na revolução cubana, ocorrida em 1959 e intensificada nas décadas seguintes, a questão da liberdade de imprensa naquele país sempre foi motivo de polêmica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No final dos anos 1970, ao ler &lt;em&gt;A ilha&lt;/em&gt;, o pequeno e, na época, instigante livro-reportagem de Fernando Morais, lembro de não ter ficado nada convencido diante da inexistência de imprensa de oposição ao regime de Fidel, nem da explicação dada por um dos líderes do governo de que a liberdade de imprensa era algo meramente burguês. Combinar socialismo com liberdade sempre foi uma questão difícil de resolver e Cuba até hoje engatinha nisso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agora, o debate retorna, motivado pela explosão da blogosfera cubana, onde internautas independentes expõem suas críticas ao governo e este, por sua vez, reage incentivando e alimentando blogs que defendem o regime. Tudo muito natural, dirão alguns. Não é tão natural assim, em se tratando de Cuba.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vejamos os fatos. De um lado está o blog Generación Y, &lt;a href="http://www.desdecuba.com/generaciony"&gt;www.desdecuba.com/generaciony&lt;/a&gt;, criado por Yoani Sanchez, que com seus 9 milhões de acessos somente em maio (Folha de S. Paulo, 7/6/08, p.A26) ganhou visibilidade na imprensa mundial como um canal de oposição. De outro está o Blog do Yohandry, de Yohandry Fontana, &lt;a href="http://yohandry.wordpress.com/"&gt;http://yohandry.wordpress.com/&lt;/a&gt;, que defende o governo cubano e faz acusações a Yoani.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além destes, há outros blogs que agitam a raquítica esfera pública cubana e o assunto não seria digno de nota não fosse a escassez de debate e a inexistência de pluralismo político e midiático naquele país. Em Cuba, a blogosfera cumpre um papel que deveria ser das mídias tradicionais. Espera-se que a sociedade civil descubra os ganhos de viver em uma sociedade em que é possível e necessário expor publicamente as próprias opiniões.&lt;br /&gt;Prof. Mauro&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-3306499589874195736?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/3306499589874195736/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=3306499589874195736&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3306499589874195736'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3306499589874195736'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/06/blogosfera-cubana-conhece-o-debate.html' title='A blogosfera cubana conhece o debate'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-859584669091864940</id><published>2008-06-01T15:30:00.005-03:00</published><updated>2008-06-01T16:06:52.933-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rumos da mídia'/><title type='text'>Webrádio, veículo colaborativo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro dia comentei aqui mesmo que o modelo tradicional de radiodifusão precisa mudar para não ficar obsoleto, principalmente diante das novas formas de se ouvir e produzir rádio.  Nesse sentido, o site &lt;a href="http://www.nooradio.com.br/"&gt;www.nooradio.com.br&lt;/a&gt; está  em sintonia com esses novos formatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criado por Magaly Prado, jornalista, radiomaker e professora da Faculdade Cásper Líbero, em S. Paulo, o site surgiu de sua primera pesquisa na área, intitulada "Audiocast livre: um produto da comunidade dos descontentes", produzida como dissertação de Mestrado em Tecnologias da Inteligência e Design Digital , da PUC/SP.  De acordo com o material de divulgação do site, os formatos tradicionais de rádio devem ceder lugar aos conceitos de "troca e colaboração nas construções sonoras, incentiando o ouvinte  a ser criador e revelando um espaço para ele produzir e encontrar o que não é possível em meios tradicionais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Magaly Prado explica no site que a proposta do Nooradio é "estimular o próprio usuário a lançar &lt;em&gt;audiocasts&lt;/em&gt; nos quais o ouvinte possa interferir no conteúdo. Não é mais suficiente deixá-lo participar apenas da produção e da pro­gramação, mas também instigar esse ouvinte a usar &lt;em&gt;softwares &lt;/em&gt;de montagem e edição, tornando-se co-autor no melhor estilo colaborativo. É necessário enfatizar ainda que o produto idealizado deve proporcionar total liberdade de intervenção por parte do ouvinte".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo visto, o velho sistema broadcast está com os dias contados. Em seu lugar, surge a rádio personalizada, ou melhor, customizada do audiocast.&lt;br /&gt;Prof. Mauro&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-859584669091864940?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/859584669091864940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=859584669091864940&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/859584669091864940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/859584669091864940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/06/webrdio-veculo-colaborativo.html' title='Webrádio, veículo colaborativo'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-8264517249680972237</id><published>2008-05-29T16:58:00.002-03:00</published><updated>2008-05-29T17:04:26.105-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rumos da mídia'/><title type='text'>Convivência entre impresso e digital</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Pouco a pouco, cai por terra a crença de que a versão digital de um veículo canibaliza e compete com a edição impressa. Jornais e revistas implantam suas versões digitais com a finalidade de divulgar, complementar e trazer informações atualizadas aos leitores, seja no período de um dia, para os diários, uma semana ou um mês no caso das revistas. Em outras palavras, são estratégias de fidelização do leitor.&lt;br /&gt;Agora chega a notícia de que um blog do The New York Times, o City Room, dedicado ao noticiário local de Nova York, será publicado também na edição impressa do jornal. Pode parecer uma contradição, já que o blog é uma ferramenta tipicamente web, mas na verdade trata-se de uma estratégia para direcionar os leitores do impresso para o site do NYT.&lt;br /&gt;Deste modo, impresso e digital tendem cada vez mais a caminhar na mesma direção.&lt;br /&gt;Prof. Mauro&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-8264517249680972237?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/8264517249680972237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=8264517249680972237&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8264517249680972237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8264517249680972237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/05/convivncia-entre-impresso-e-digital.html' title='Convivência entre impresso e digital'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-2336052235817820829</id><published>2008-05-26T19:49:00.003-03:00</published><updated>2008-05-26T19:53:41.415-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sala de aula'/><title type='text'>Hipertexto: do livro ao texto</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Um dos impactos da tecnologia da hipermídia está na nova relação que se estabelece entre texto e livro. Na história das tecnologias do escrito, o texto existe em função de seu suporte material, no caso, o livro. A textualidade digital instaura uma nova relação entre esses elementos. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Veja-se o caso dos processos de digitalização. Quando se digitaliza um texto no modo “somente texto”, por exemplo, este torna-se manipulável eletronicamente. Como assinala o estudioso do assunto Jean Clément, é o próprio livro enquanto objeto que desaparece, juntamente com as referências de paginação e os instrumentos de leitura. Estamos diante de uma alteração nos modos clássicos de leitura.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;“Nessa perspectiva, o texto não é mais lido de maneira linear em seu eixo sintagmático, é sondado em seu eixo paradigmático”, escreve Clément. Para além do texto eletrônico, é a técnica do hipertexto que aprofunda a mudança epistemológica em curso, passagem para uma visão mais complexa e menos fechada do conceito de texto. Em outras palavras, passagem do livro ao texto.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;Para saber mais:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;CLÉMENT, Jean. “Do livro ao texto. As implicações intelectuais da edição eletrônica”. &lt;span style=""&gt;In: Süssekind, F. e Dias, T. (Org.) &lt;i style=""&gt;A historiografia literária e as técnicas de escrita.&lt;/i&gt; Rio de Janeiro: Ed. Casa de Rui Barbosa: Vieira e Lent, 2004, p.28-35.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;Prof. Mauro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-2336052235817820829?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/2336052235817820829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=2336052235817820829&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2336052235817820829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2336052235817820829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/05/hipertexto-do-livro-ao-texto.html' title='Hipertexto: do livro ao texto'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-5765885434512704378</id><published>2008-05-10T16:37:00.004-03:00</published><updated>2008-05-10T16:52:28.675-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rumos da mídia'/><title type='text'>Radiodifusão na era digital</title><content type='html'>O que o futuro reserva para a radiodifusão na era da internet? Estações de rádio e de televisão abertos presisam repensar seus papéis em função dos hábitos de informação, entretenimento e  consumo das novas gerações. Refir0-me, em especial,  aos novos produtos digitais como You Tube, blogs e podcasts, cuja atuação interfere diretamente na audiência do rádio, principalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o presidente da Associação Norte-Americana de Radiodifusores, David Rehr, "as novas gerações quase não ouvem rádio" &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Cf. OESP, 16/4/08, p.B-13)&lt;/span&gt;. Não sei se isso já acontece no Brasil, mas é significativo que as operadoras de celulares ofereçam aparelhos telefônicos dotados de rádio FM. É sinal de que por aqui o rádio ainda tem audiência. Pelo menos por enquanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja como for, não há dúvida de que o modelo tradicional de radiodifusão precisa mudar para não se tornar obsoleto enquanto produto capaz de seduzir as novas gerações. Afinal, existem hoje outras opções para ouvir música e informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prof. Mauro&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-5765885434512704378?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/5765885434512704378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=5765885434512704378&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5765885434512704378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5765885434512704378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/05/radiodifuso-na-era-digital.html' title='Radiodifusão na era digital'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-8316789458514843904</id><published>2008-04-22T11:53:00.002-03:00</published><updated>2008-04-22T11:58:01.267-03:00</updated><title type='text'>Internet na China: acesso controlado</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Desde que surgiram, os blogs sempre foram encarados como uma ferramenta de democratização da informação. Pois a experiência chinesa parece demonstrar que as coisas não são bem assim, e que a Internet pode ser usada tanto para a circulação das idéias como para o direcionamento da opinião pública. Reportagem da correspondente de O Estado de S. Paulo em Pequim, Cláudia Trevisan (21/4/08, p.A-16), &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;informa que a China vivencia uma situação paradoxal: “ser um país autoritário que abraçou com fervor a Internet”.&lt;br /&gt;Tal contradição é expressa pelo investimento pesado feito em infra-estrutura para expansão da Internet, o que transformou a China no país com o maior número absoluto de internautas, mais até do que os EUA: são 220 milhões de pessoas conectadas.&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, o governo trata de controlar a informação que circula na net. Ainda segundo a reportagem, a censura chinesa utiliza palavras-chave para bloquear o acesso a sites indesejados.&lt;br /&gt;Assim, por exemplo, se um site contém termos como “eleições livres”, “independência do Tibete” ou “Independência de Taiwan, o link exibe o famigerado &lt;i style=""&gt;not found&lt;/i&gt;, tão conhecido de quem navega pelo labirinto da web.&lt;br /&gt;Chats, blogs e até e-mais são objeto de monitoramento, feito por um “exército de cerca de 30 mil a 40 mil censores, que monitoram as discussões online”, informa a jornalista. Isso sem falar na autocensura a que se submetem sites de busca e provedores de serviços de Internet.&lt;br /&gt;Quando a liberdade de expressão encontra ambiente hostil para germinar, frutifica esse sentimento terrível que é a autocensura. Vivenciamos isso aqui no Brasil dos anos 1970. Sabemos que o caminho é longo e cheio de desafios, que a sociedade chinesa terá de enfrentar se quiser fazer uso pleno desta tecnologia maravilhosa que é a Internet.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Prof. Mauro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-8316789458514843904?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/8316789458514843904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=8316789458514843904&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8316789458514843904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8316789458514843904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/04/internet-na-china-acesso-controlado.html' title='Internet na China: acesso controlado'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-4731998637009169387</id><published>2008-04-07T13:15:00.003-03:00</published><updated>2008-04-07T13:33:57.166-03:00</updated><title type='text'>10 anos de blogs no Brasil - Consolidação de um jovem canal de informação</title><content type='html'>Em 2008 completam-se 10 anos da publicação do primeiro blog brasileiro, o Diário da Megalópole, escrito por Renato Pedroso Júnior, conhecido como Nemo Nox. Já em 1997 havia outros tipos de publicação semelhantes, mas blog em sua essência e formato apenas aportaram em terras brasileiras pelas mãos de Nox:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Start spreading the news, I'm leaving today, I want to be a part of it - New York, New Yo… Corta! Música errada, cidade errada, país errado. Tentemos novamente… Alguma coisa acontece no meu coração, que só quando cruzo a Ipiranga e a avenida São João… Agora sim! Sampa, aqui me tens nemonoxiando pela dura poesia concreta de tuas esquinas (thanks, Caetano!). Desde a última semana de março de mil novecentos e noventa e oito, sou mais um habitante desta megalópole pulsante, insignificante indivíduo numa coletividade de mais de dez milhões de pessoinhas. " (31/03/1998)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passada uma década, o papel dos blogs no Brasil e no mundo foi profundamente alterado. Cada dia menos, os blogs são associados com os diários eletrônicos de jovens e adolecentes criados noinício do século. Dada a versatilidade de utilização desse formato e canal de informações (ou poderia-se arriscar uma definição de meio, mesmo não utilizando uma plataforma própria, mas sim a rede mundial de cmputadors, comum a tantos outros formatos), os blogs passaram a ser os "Ás na manga" de empresários e comunicólogos, jovens e adultos, enfim, um espaço passível de múltiplas utilizações por todos os públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande vantagem dos blogs reside justamente nesse caráter, aproximar diferentes públicos, conferindo-lhes o poder de informar da mesma forma como são informados. Nenhum outro meio, canal ou instrumento de comunicação jamais, em toda a história conhecida, conferiu tamanho poder à sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliada a essa força comunicativa, os blogs têm a seu favor a mutabilidade: a constante mudança e as melhorias efetivadas nos mecanismos de construção e de administração de conteúdos (CMS) que possibilitam a um sem número de pessoas se inserir na blogosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os blogs deixaram de ser uma febre, pois esta expressão demonstra um estado passageiro ou aque se pretende que seja apenas momentâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passados dez anos, "A consolidação dos blogs no Brasil" é visível. A que novos papéis, então, os blogs se candidatarão em um futuro próximo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O início da primeira postagem&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-4731998637009169387?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/4731998637009169387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=4731998637009169387&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4731998637009169387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4731998637009169387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/04/10-anos-de-blogs-no-brasil.html' title='10 anos de blogs no Brasil - Consolidação de um jovem canal de informação'/><author><name>Diego Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10767575187643029312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-4927843064765924907</id><published>2008-03-25T12:39:00.004-03:00</published><updated>2008-03-25T13:14:52.649-03:00</updated><title type='text'>Internet chega a 40 milhões de usuários no Brasil</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.iabbrasil.org.br/arquivos/doc/INDICA_marco_BANDALARGA_r.pdf" target="new" title="Pesquisa"&gt; Pesquisa &lt;/a&gt; divulgada pelo Ibope (Ibope/Gnett - Base Dezembro/2007) apontou que 40 milhões de brasileiros acessaram a rede mundial de computadores em 2007. O número é 27% maior que o de 2006, quando cerca de 33 milhões de pessoas utilizaram a Internet no país. A pesquisa aponta ainda que há um potencial de crescimento de 15%, ou seja, 5 milhões de usuários a mais, em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O crescimento da rede no país pode ser explicada por fatores como o crescimento na venda de microcomputadores - que pela primeira vez na história foi maior que a comercialização de televisores - e pela grande inserção de usuários da classe econômica C na rede. Em 2007, foram vendidos aproximadamente 10,7 milhões de computadores, enquanto a venda de televisões chegou a 10 milhões de unidades. A participação da classe C no total de indivíduos que acessaram a internet chegou a 37% em 2007 e há uma perpsectiva de que esse índice chegue a 40% neste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dado o crecimento da rede mundial de computadores no Brasil, ficam alguns questionamentos. Qual o papel dos meios de comunicação no processo de integração da sociedade brasileira na Internet? O que os &lt;em&gt;media&lt;/em&gt; devem fazer para se adaptarem a essa nova situação global? Como verter novos paradigmas da comunicação para um meio em desenvolvimento e constante mutação, cujos usuários se tornam cada vez mais numerosos e exigentes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ser a mídia que obteve o maior rendimento bruto em 2007, cerca de 46%, a Internet ainda congrega apenas 2,8% da fatia publicitária nacional, incluídos os anúncios em sites de busca e links publicitários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dada a proporção de evolução da rede no Brasil, dois são os novos desafios lançados aos gestores da rede e produtores de informação, como os jornalistas e meios de comunicação. O primeiro é estabelecer propostas de gerenciamento publicitário dentro da rede para sustentar um modelo dedesenvolvimento de conteúdo da Internet que possa acompanhar o crescimento dos usuários. O segundo, e mais urgente, se concentra em abrir a gama de conteúdos da rede para cobrir uma parcela socio-econômica cada vez mais ampla e segmentada da sociedade brasileira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-4927843064765924907?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/4927843064765924907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=4927843064765924907&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4927843064765924907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4927843064765924907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/03/internet-chega-40-milhes-de-usurios-no.html' title='Internet chega a 40 milhões de usuários no Brasil'/><author><name>Diego Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10767575187643029312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-2299111987992479423</id><published>2008-03-19T23:04:00.003-03:00</published><updated>2008-03-25T13:19:42.758-03:00</updated><title type='text'>Clipping Jornalismo Digital Nº1</title><content type='html'>&lt;a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2008/03/18/web_3_0_especialistas_falam_da_nova_era_da_mobilidade_da_intuicao_na_internet-426286054.asp" target="new" &gt;Web 3.0: especialistas falam da nova era da mobilidade e da intuição na internet&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Agnes Dantas - O Globo Online&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;RIO - Imagine ir ao cinema, pedir pelo celular a lista de filmes em cartaz, comprar o ingresso após ler sinopses e dicas de outros espectadores e, de quebra, descobrir onde fica o restaurante mais próximo, com direito a mapa indicativo e notas de 0 a 10, dadas por outros freqüentadores do local. Muitos usuários já ouviram falar da chamada Web 2.0, e muitos outros internautas - nada adeptos a termos taxativos - já enxergam a internet como palco de comunidades, de multimídias colaborativas, de blogs e de interação. Pois especialistas do mercado brasileiro e de empresas internacionais já debatem como serão os caminhos da nova era da internet, da mobilidade e da intuição, que já está sendo chamada de Web 3.0 ... &lt;a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2008/03/18/web_3_0_especialistas_falam_da_nova_era_da_mobilidade_da_intuicao_na_internet-426286054.asp" target="new"&gt;+&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.comuniquese.com.br/" target="New" &gt;Mino Carta se solidariza com Paulo Henrique Amorim&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="post_19093169"&gt;19/03/2008 12:54&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O último post&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu blog no iG acaba com este post. Solidarizo-me com Paulo Henrique Amorim por razões que transcendem a nossa amizade de 41 anos. O abrupto rompimento do contrato que ligava o jornalista ao portal ecoa situações inaceitáveis que tanto Paulo Henrique quanto eu conhecemos de sobejo, de sorte a lhes entender os motivos em um piscar de olhos... &lt;a href="http://www.comuniquese.com.br/" target="new" &gt;+&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://z003.ig.com.br/ig/36/03/104707/blig/ombudsman/2008_03.html#post_19092758" target="New" &gt;O iG rompe com o Conversa Afiada&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Blog do Ombudsman&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leitor do iG foi surpreendido hoje, entre 16h15 e 16h30, com a retirada do ar do site “Conversa Afiada”, de Paulo Henrique Amorim. Oficialmente, a assessoria de imprensa do iG informa que “o contrato foi rescindido pelo iG e que todas as cláusulas rescisórias foram atendidas”... &lt;a href="http://z003.ig.com.br/ig/36/03/104707/blig/ombudsman/2008_03.html#post_19092758" target="new"&gt;+&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u383036.shtml" target="new"&gt;Acesso à internet de LAN house ultrapassa web domiciliar no Brasil &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Folha Online&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As LAN house se tornaram o local mais utilizado para o acesso à internet no país, informa relatório divulgado pelo CGI (Comitê Gestor da Internet) neste mês. O uso de centros públicos de acesso pago saltou de 30% em 2006 para 49% em 2007, passando à frente do domiciliar, que se manteve estável em 40%... &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u383036.shtml" target="new"&gt;+&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u352121.shtml" target="new"&gt;Livro discute o modo de vida na era da tecnologia e cultura digital&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Folha Online&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Em tempos de internet, jogos eletrônicos, celulares com diversas funções e informação a todo instante, a cultura se adaptou às novas tecnologias e é difícil hoje viver sem a parte digital do segmento de cultura. O livro "Folha Explica A cultura Digital" é editado pela Publifolha explica estas transformações. É escrito por Rogério da Costa, professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica e do Departamento de Ciência da Computação da PUC-SP. A introdução pode ser lida abaixo... &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u352121.shtml" target="new"&gt;+&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u378505.shtml" target="new"&gt;Investimento em publicidade on-line no Brasil cresceu 45,8% em 2007&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Folha Online&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A internet foi a mídia que mais cresceu percentualmente em 2007 em investimentos de publicidade, registrando um aumento de cerca de 45%... &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u378505.shtml" target="new"&gt;+&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-2299111987992479423?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/2299111987992479423/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=2299111987992479423&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2299111987992479423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2299111987992479423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/03/clipping-jornalismo-digital-n1.html' title='Clipping Jornalismo Digital Nº1'/><author><name>Diego Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10767575187643029312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-4617541291370682106</id><published>2008-03-19T22:37:00.000-03:00</published><updated>2008-03-19T22:38:53.336-03:00</updated><title type='text'>Jornais americanos ganham leitores graças à internet</title><content type='html'>&lt;strong&gt;18/03/2008&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Redação&lt;br /&gt;Portal Imprensa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um relatório do centro de pesquisas americano Pew Research concluiu na última segunda-feira (17) que, contrariamente às previsões que anunciavam um abandono dos leitores de imprensa escrita em favor da Internet, os jornais ganharam leitores nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa diz que "os observadores viam a tecnologia como uma força de democratização da mídia, e o jornalismo tradicional caminhando para o declínio". Entretanto, após estudar 70 mil artigos de jornais, sites da Internet e transmissões de televisão e rádio, chegou-se a conclusão que "mesmo com esta multiplicação de fontes, há mais leitores consumindo o que é produzido nas antigas salas de redação de imprensa escrita".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto a circulação dos jornais diários impressos caiu 2,5% em 2007, os leitores mais que duplicaram. "Se tivermos em consideração a audiência constituída pelos leitores exclusivos dos sites dos jornais na Internet, que está em pleno crescimento, temos uma audiência global de imprensa que se fixa em alta, e não em baixa", disse o relatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Internet, as "velhas" mídias evoluíram consideravelmente, passando de uma simples reprodução na web das suas publicações escritas para sites interativos e inovadores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-4617541291370682106?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/4617541291370682106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=4617541291370682106&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4617541291370682106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4617541291370682106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/03/jornais-americanos-ganham-leitores.html' title='Jornais americanos ganham leitores graças à internet'/><author><name>Jornalismo Digital</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04574505810544654002</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-1693413622191367471</id><published>2008-03-19T22:32:00.000-03:00</published><updated>2008-03-19T22:33:32.965-03:00</updated><title type='text'>Pesquisa revela que internet não mudou jornalismo da maneira esperada</title><content type='html'>&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;strong&gt;17/03/2008 &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Redação&lt;br /&gt;Portal Imprensa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo do Project for Excellence in Journalism, nos Estados Unidos, divulgado no último domingo (16), concluiu que a internet mudou profundamente o jornalismo, mas não da maneira que se esperava. Acreditava-se que a internet iria democratizar as notícias, mas com o jornalismo online os sites continuam oferecendo primordialmente as mesmas informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crescente habilidade do leitor em encontrar o que busca sem ser distraído por propagandas está obrigando a mídia a agir com cautela em algumas ocasiões. Tom Rosenstiel, diretor do projeto, afirmou que 'apesar da audiência das notícias tradicionais se manter sozinha, as redações tendem a encolher'. Ele deu como exemplo o fato da NBC ter nomeado David Gregory como âncora de um noticiário noturno, mas mantê-lo como correspondente na Casa Branca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas histórias - a guerra do Iraque e a eleição presidencial americana de 2008 - representam mais de um quarto de tudo que foi veiculado nos jornais, televisão e internet em 2007, estima o estudo. Desconsiderando Iraque, Irã e Paquistão, notícias relativas à todos outros países somadas representam 6% do conteúdo da mídia americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada, o site do jornal The New York Times publicou pela manhã a primeira notícia ligando o governador de Nova York, Eliot Spitzer, ao esquema de prostituição que mais tarde levaria a sua renúncia. Rapidamente, o assunto se tornou a história dominante do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Rosenstiel, há alguns anos acreditava-se que os sites de notícias seriam considerados apenas reproduções dos jornais diários. 'Na verdade, o jornal impresso pela manhã renasce no jornalismo online', acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra pesquisa concluiu que a maior parte jornalistas estão aderindo às mudanças na área. Muitos profissionais da imprensa afirmaram ter blogs e apreciar os comentários dos leitores em seus sites.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-1693413622191367471?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/1693413622191367471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=1693413622191367471&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1693413622191367471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1693413622191367471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/03/pesquisa-revela-que-internet-no-mudou.html' title='Pesquisa revela que internet não mudou jornalismo da maneira esperada'/><author><name>Jornalismo Digital</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04574505810544654002</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-3617457164867126970</id><published>2008-02-03T15:56:00.000-03:00</published><updated>2008-02-03T15:57:43.281-03:00</updated><title type='text'>Em memória de Carpeaux</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;O assunto de hoje não é jornalismo digital. Abro espaço para lembrar a trajetória de Otto Maria Carpeaux (1900-1978), um jornalista e crítico literário que tem muito a dizer a todos os que trabalham com texto e com cultura.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Morreu há trinta anos, em 3 de fevereiro, no Rio de Janeiro. Para as novas gerações, o nome deste austríaco-brasileiro talvez não represente muita coisa. No entanto, para muitos dos que estão hoje na casa dos 40 anos ou mais, o nome de Carpeaux certamente diz muito.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Durante quase quatro décadas, entre os anos 1940-70, Otto Maria Carpeaux escreveu e publicou centenas de artigos em periódicos, num ritmo quase semanal. Tamanha capacidade de trabalho gerou obras de referência ainda hoje valorizadas, como a &lt;i&gt;História da Literatura Ocidental&lt;/i&gt; e a &lt;i&gt;Nova História da Música,&lt;/i&gt; e o transformou num dos mais influentes críticos do país.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Nascido em Viena, Otto Karpfen (seu nome de família), viveu na juventude a agonia do império austro-húngaro e a turbulência que se seguiu à profunda crise política e de identidade vivida por seu país. Quando chegou ao Brasil, em setembro de 1939, vindo de Antuérpia, na Bélgica, onde se refugiara desde abril de 1938, após uma fuga desesperada da capital austríaca em 15 de março daquele ano, quando as tropas de Hitler entraram triunfantes na capital do ex-império austro-húngaro, o judeu convertido ao catolicismo Otto Maria Karpfen decidiu dar um tom francês ao sobrenome e passou a assinar Otto Maria Carpeaux.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Após um período de dificuldades financeiras (chegou a vender parte de sua biblioteca para sobreviver) e de adaptação (chegou a morar numa fazenda no interior do Paraná), Carpeaux instalou-se no Rio de Janeiro, onde trabalhou durante muitos anos como bibliotecário da Fundação Getúlio Vargas e colaborador fixo do &lt;i&gt;Correio da Manhã&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;, na época um importante jornal,&lt;/span&gt; e mais tarde para diversas publicações do país. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Aos poucos, foi revelando suas habilidades e exercendo influência marcante no ambiente literário brasileiro. Sua formação européia e o amor pela cultura e pela literatura o transformaram num de nossos primeiros e mais significativos mediadores culturais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Erudito e ao mesmo tempo eclético, Carpeaux escreveu roteiros para o rádio e redigiu verbetes para as enciclopédias Barsa, Delta Larrousse. É também lembrado por seus artigos políticos e por seu engajamento nos anos 60, que lhe rendeu a reputação de defensor das liberdades civis. Uma vida dedicada à cultura e à formação do leitor não pode ficar no esquecimento.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;Prof. Mauro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-3617457164867126970?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/3617457164867126970/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=3617457164867126970&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3617457164867126970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3617457164867126970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/02/em-memria-de-carpeaux.html' title='Em memória de Carpeaux'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-3431646937323228512</id><published>2008-01-21T13:14:00.000-03:00</published><updated>2008-01-21T13:20:39.575-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sala de aula'/><title type='text'>Hipermídia e escrita do hipertexto</title><content type='html'>&lt;p class="MsoBodyText" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Que elementos tornam possível a não-linearidade da escrita hipertextual? Trata-se da hipermídia, dispositivo tecnológico que engloba recursos do hipertexto e da multimidialidade. Elementos inseparáveis, as tecnologias da hipermídia e do hipertexto viabilizam a construção de um texto fragmentado, atomizado em seus elementos constitutivos, ou seja, as lexias. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Conforme George Landow, “essas unidades legíveis passam a ter vida própria ao se tornarem menos dependentes do que vem antes ou depois na sucessão linear”. Assim, é a tecnologia hipertextual que permite que a Web seja uma teia, uma malha de informações interconectadas, numa sucessão de links que conduzem o usuário a diferentes pontos do sistema.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText" style="line-height: 150%;"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Outra característica fundamental da não-linearidade do hipertexto está no surgimento de uma seqüência arbitrária de links. Isto conduz o problema para o conceito de complexidade, entendido aqui como algo que é tecido em conjunto, traço maior da hipermídia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Esta organização policêntrica dos sistemas hipermidiáticos altera o sentido de texto principal e texto secundário. Como assinala Landow, “o hipertexto redefine o central ao recusar dar garantia de centralidade a qualquer coisa, a qualquer lexia, por mais tempo que um olhar repouse sobre ela”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyText" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;Assim, se cada site representa um centro, estamos na verdade diante de um sistema acentrado. Ao mesmo tempo, cumpre assinalar que a natureza desta escrita topográfica é móvel; logo, a arquitetura da informação deve ser concebida como algo mutável e flexível.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Para saber mais:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;" lang="EN-US"&gt;LANDOW, George. &lt;i&gt;Hipertext: the convergence of contemporary critical theory and technology.&lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;Baltimore: Jonh Hopkins Univ. Press, 1992.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;LEÃO, Lúcia. &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;" lang="PT"&gt;O labirinto da hipermídia: arquitetura e navegação no ciberespaço&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;" lang="PT"&gt;. São Paulo: Iluminuras, 2001.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;Prof. Mauro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-3431646937323228512?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/3431646937323228512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=3431646937323228512&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3431646937323228512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3431646937323228512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/01/hipermdia-e-escrita-do-hipertexto.html' title='Hipermídia e escrita do hipertexto'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-8656673894856779225</id><published>2008-01-16T12:04:00.000-03:00</published><updated>2008-01-16T12:09:43.787-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sala de aula'/><title type='text'>O que é o hipertexto?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;Inicio o ano de 2008 com um post sobre tema que considero dos mais fascinantes da área de mídias digitais: o hipertexto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;São muitas as definições de hipertexto, mas é ponto pacífico entre os estudiosos que tal definição inclui a natureza não-linear e não-seqüencial desta narrativa e, por conseqüência, sua estrutura aberta e inacabada. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Assim, a não-linearidade instaura uma nova ordem na leitura de um documento, que poderá diferir de um leitor para outro. O texto não-linear é aquele que, por meio de um “agenciamento cibernético”, estimula o surgimento de uma seqüência arbitrária. Isto significa dizer que o hipertexto permite o estabelecimento de ligações rápidas para diversas redes associativas. Como conseqüência, instaura e potencializa uma leitura descontínua e multivocal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Do ponto de vista narrativo, a escrita hipertextual nos coloca diante de uma nova configuração de categorias clássicas da textualidade: a este novo conceito de texto está ligado um novo leitor e, mais adiante, um novo conceito de autoria. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoBodyText" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Tenho me perguntado sempre sobre o impacto desse novo paradigma textual no trabalho jornalístico, em especial naqueles elementos que viabilizam a construção da narrativa jornalística. Diante das potencialidades do hipertexto, como ficam, por exemplo, os critérios de seleção da notícia e a própria hierarquização do noticiário numa página web? Uma pergunta a espera de respostas.&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Prof. Mauro&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-8656673894856779225?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/8656673894856779225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=8656673894856779225&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8656673894856779225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8656673894856779225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2008/01/o-que-o-hipertexto.html' title='O que é o hipertexto?'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-8565644509548551591</id><published>2007-12-28T13:09:00.000-03:00</published><updated>2007-12-28T13:16:03.744-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Retrovisor'/><title type='text'>Um modesto balancete</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Sempre evitei o uso da primeira pessoa neste blog. Também o tom confessional pareceu-me distante daquilo que desejava instaurar num espaço como esse, que nasceu coletivo e que visa à reflexão sobre o webjornalismo e as mídias digitais. Hoje saio um pouco desses princípios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o final de mais um ano letivo, é natural que o olhar se volte para o retrovisor, em busca da estrada que acabamos de percorrer.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;A disciplina de &lt;b style=""&gt;Jornalismo Digital 1&lt;/b&gt;, que ministrei entre agosto e dezembro, para os alunos de Jornalismo (Período Diurno) da Unesp/Bauru, concentrou-se em dois grandes eixos temáticos: a reflexão teórica sobre o webjornalismo brasileiro atual e a produção jornalística feita pelos blogs. Além disso, os alunos produziram notícias para o webjornal-laboratório Mundo Digital (pertencente ao portal de mesmo nome e hospedado em plataforma colaborativa do Projeto Tidia/Fapesp).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Pelo terceiro semestre consecutivo, desde que fui convidado a assumir a referida disciplina, tenho orientado e estimulado os alunos, seja em suas produções para o webjornal, seja na reflexão crítica sobre o que se faz hoje em jornalismo digital. Os resultados têm sido positivos e podem ser conferidos tanto neste blog quanto no webjornal, disponível em &lt;a href="http://www.radiovirtual.unesp.br/"&gt;www.radiovirtual.unesp.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Mas é preciso seguir em frente e experimentar novos formatos narrativos para a notícia digital. Isso fica para outro post. Obrigado a todos aqueles que acreditaram nessas experiências.&lt;br /&gt;Um feliz 2008!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;Prof. Mauro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-8565644509548551591?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/8565644509548551591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=8565644509548551591&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8565644509548551591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8565644509548551591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/12/um-modesto-balancete.html' title='Um modesto balancete'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-253178393559869906</id><published>2007-12-01T12:25:00.000-03:00</published><updated>2007-12-01T12:32:36.665-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rumos da mídia'/><title type='text'>Jornalista multimídia</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A expressão, apesar de desgastada pelo uso, denota uma certeza cada vez mais inquestionável no jornalismo atual. O processo de captação da notícia, até então sempre ou quase sempre circunscrito a uma das mídias, ganha complexidade e ameaça embaralhar as fronteiras entre os diferentes formatos jornalísticos.&lt;br /&gt;Exige-se cada vez mais do repórter que apure os fatos e os armazene em diferentes dispositivos: áudio, vídeo, foto e texto. Esta nova realidade profissional, aliada à miniaturização dos equipamentos de apuração, exige uma formação diferenciada: além de competência e talento para desempenhar a função de repórter, os candidatos a jornalista precisam também saber trabalhar com filmadora e câmera fotográfica, além de manipular arquivos de áudio e vídeo. Isso é o mínimo indispensável.&lt;br /&gt;Também as especificidades de linguagem de cada meio precisam ser trabalhadas pelos profissionais. Isso requer uma urgente mudança da grade curricular dos cursos de Jornalismo. “Técnicas de Reportagem”, que sempre foi uma das disciplinas introdutórias dos cursos, e geralmente calcada sobre a mídia impressa, precisa contemplar essa multimidialidade.&lt;br /&gt;Em outras palavras, o jornalista multimídia não é mais só aquele que trabalha para suportes digitais. Todo o processo de captação da notícia passa a ter a marca dessa multimidialidade.&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Prof. Mauro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-253178393559869906?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/253178393559869906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=253178393559869906&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/253178393559869906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/253178393559869906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/12/jornalista-multimdia.html' title='Jornalista multimídia'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-1765422101173340717</id><published>2007-11-14T15:12:00.000-03:00</published><updated>2007-12-18T10:39:31.656-03:00</updated><title type='text'>Metalinguagem em blogs</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Ana Carolina Almeida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notícias e informações sobre novas tecnologias são divulgadas diariamente em todos os meios de comunicação. Na Internet, essa divulgação torna-se praticamente uma “metalinguagem”, uma vez que a rede mundial faz parte do mundo de novidades relacionadas à tecnologia. É com essa metalinguagem que os blogs &lt;a href="http://macmagazine.com.br/blog/"&gt;MacMagazine&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.meiobit.com/"&gt;MeioBit&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.undergoogle.com/"&gt;Undergoogle&lt;/a&gt; trabalham. O objetivo dos três blogs é divulgar novidades no mundo tecnológico e de Internet, além de trazer a opinião dos autores e proporcionar a discussão entre os internautas que acessem o blog.&lt;br /&gt;Antes de criar o MacMagazine o estudante de Publicidade e Propaganda Rafael Fischmann teve um portal de notícias e um &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u19678.shtml"&gt;podcast&lt;/a&gt;. Como estes demandavam muito tempo de trabalho, Rafael decidiu montar um blog, segundo ele, “mais informal e descontraído”. Como o blog pegou, o futuro publicitário decidiu abandonar os outros meios. Luiz Eduardo Nicolini, um dos criadores do Meiobit, conta que o blog surgiu como forma de hobby, mas com o aumento dos comentários dos leitores acabou ganhando maiores proporções e foi ficando sério. Já o Undergoogle surgiu quando Fernando Kanarski e Bruno Soares, lendo notícias internacionais sobre o google na Internet, descobriram que não havia nenhum site brasileiro que passasse essas informações no país. Então, se cadastraram em um serviço de blog (&lt;a href="http://blogger.globo.com/"&gt;blogger&lt;/a&gt;) e começaram a escrever sobre o tema.&lt;br /&gt;Apesar de tratarem do mesmo assunto, cada um dos três blogs têm suas especificidades. O MacMagazine foca-se em temas relacionados à plataforma &lt;a href="http://www.apple.com/"&gt;Apple/Macintosh&lt;/a&gt;, mas Rafael destaca que qualquer outro assunto relacionado à tecnologia, Internet e eletrônicos é bem vindo no site. O Meiobit, por sua vez, não tem um enfoque específico. “Gosto de escrever sobre novos lançamentos, dicas úteis para os usuários e curiosidades”, afirma o criador Luiz Eduardo. Já o Undergoogle, como o próprio nome diz, procura divulgar as novidades do &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google"&gt;Google&lt;/a&gt; para o público brasileiro.&lt;br /&gt;O caráter informativo está presente nos três blogs, mas os autores não consideram seus textos como notícias. “A idéia do site não é ser um portal de notícias; para isso, existem diversos outros sites por aí, que tentam ser imparciais e promovem objetividade e seriedade em seus artigos. Nossa idéia é ser algo mais pessoal, informal, descontraído e até parcial, se for o caso”, afirma Rafael Fischmann, do MacMagazine. Para ele, o importante é informar o leitor de uma forma diferente do que pode ser encontrado em outros sites. “Publicamos o que achamos de interessante dentro desses assuntos e o que achamos que pode acrescentar algo para o leitor e tornar o nosso site e conteúdo diferentes de todo o resto”, considera. Além disso, Rafael comenta que o sucesso do blog é garantido pelo fato de os colaboradores serem de áreas profissionais diferentes.&lt;br /&gt;Para o criador do Undergoogle, o importante é divulgar o que os brasileiros querem saber. “Escolhemos os assuntos por maior importância para os brasileiros, tentamos trazer os lançamentos, novidades e dicas para a realidade brasileira. Portanto, nos baseamos na reação dos leitores, analisando comentários, palavras chave utilizadas para se chegar ao blog e assuntos interessantes do momento”, comenta o estudante Fernando Kanarski.&lt;br /&gt;Sobre as ferramentas utilizadas na Internet, Fernando afirma que para ter um blog várias delas são necessárias. As que ele mais utiliza são o sistema de estatística (importante para controlar se o conteúdo tem um índice satisfatório), o sistema para acompanhar e distribuir conteúdo via &lt;a href="http://rss.terra.com.br/"&gt;RSS&lt;/a&gt; e a monetização (ferramenta que adiciona publicidade aos blogs). Rafael Fischmann, do MacMagazine, se diz um internauta assíduo e destaca a importância do meio. “A web é minha principal fonte de pesquisas profissionais e acadêmicas, e também meu principal meio de comunicação, depois do pessoal: sou assíduo usuário de e-mail, mensageiros instantâneos e comunicadores audiovisuais”, revela.&lt;br /&gt;Quanto ao futuro dos blogs, os três autores são otimistas. Fernando Kanarski conta que já recebeu contatos de empresas e agências querendo anunciar no undergoogle (que, em 2006, ficou entre os Top3 do prêmio Ibest e ganhou um prêmio de dez mil reais). “Acho que o blog deixou de ser aquele ‘diário de miguxo’ para se tornar uma nova forma de mídia, talvez sem tanta credibilidade quanto um jornal ou revista, mas com um potencial incrível por permitir que qualquer pessoa comece a qualquer momento escrever sobre um determinado assunto, influenciando muitos leitores com um perfil semelhante e gerando um grande potencial de consumo”, afirma.&lt;br /&gt;Luiz Eduardo considera que o blog é um novo estilo de imprensa que está em evolução. “Não vejo os blogs como mais uma moda da internet, que desaparecerá assim que outra novidade mais interessante surgir. Considero o futuro dos blogs muito promissor. Hoje, em cinco minutos é possível criar um blog e, ter o seu espaço para se manifestar. Com isso, é possível abordar temas que geralmente são evitados pela impressa tradicional, emitindo opiniões próprias”, destaca um dos autores do meiobit (terceiro blog mais lido do Brasil, segundo o &lt;a href="http://kadu.ducz.com/?p=798"&gt;Top50 FeedBurner Brasil&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;Para Rafael Fischmann, o interessante dos blogs é que qualquer pessoa pode ter um, e há espaço para todos. “É certo que não se pode confiar em nada que se lê na internet, mas qualquer um pode trabalhar e lutar para conquistar a confiança dos seus leitores, se tornando tão importante quanto uma publicação impressa e consolidada”, acredita o criador do MacMagazine.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-1765422101173340717?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/1765422101173340717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=1765422101173340717&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1765422101173340717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1765422101173340717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/11/metalinguagem-em-blogs.html' title='Metalinguagem em blogs'/><author><name>Ana Carolina Almeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08353424217671990353</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-900909029776347428</id><published>2007-11-14T12:32:00.000-03:00</published><updated>2007-11-14T12:42:23.538-03:00</updated><title type='text'>Do verde ao virtual</title><content type='html'>&lt;em&gt;Como o jornalismo ambiental pode mobilizar pessoas e ajudar a preservar a natureza&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ana Carla Lopes&lt;br /&gt;Ana Stella Guisso&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a internet parecia um meio onde a licenciosidade prevalecia sem regras de organização bem estipuladas, o surgimento dos blogs veio para legitimar a “verdadeira” e irrestrita liberdade de expressão. Sem a figura materializada de um censor que pudesse editar ou vetar seus textos, os blogueiros são os únicos responsáveis pela filtragem das informações que adentram o seu espaço virtual, é o que pensa a estudante de jornalismo Anne Rodriguez que possui um blog sobre jornalismo ambiental. “Eu gosto da possibilidade de você poder ser seu próprio editor. O blog dá liberdade, que é fundamental para o jornalista. Com essa possibilidade, a isenção jornalística ganha fôlego para prevalecer”, comenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ganhou mesmo. Atualmente, existem 62 milhões de blogs, de acordo com os dados de Technorati (site que lista os blogs mais acessados do ciberespaço), e 175 mil novos surgem a cada dia. Surgido em 1997, o blog é uma recurso da web onde se postam textos, fotos, vídeos e áudios dos mais diferentes assuntos. A temáticas dos blogs pode variar de um diário pessoal de um adolescente a um púlpito de reivindicações político-partidária, passando por páginas de conteúdo jornalístico. Blog é uma abreviação de weblog, qualquer registro frequente de informações pode ser considerado um &lt;a href="http://www.interney.net/blogfaq.php?p=6490966"&gt;blog&lt;/a&gt; (até as últimas notícias de um jornal online, por exemplo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das vantagens das ferramentas de blog é permitir que os usuários publiquem seu conteúdo sem a necessidade de saber como são construídas páginas na internet, ou seja, sem conhecimento técnico especializado. Além de ser um bom método, para as que pessoas que possuem sites, de atualizar seu conteúdo de maneira mais rápida e descomplicada, em qualquer lugar do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista Senildo Melo foi contagiado pela biodiversidade que o cerca. Morador de Rio Branco, capital do Acre, ele desenvolveu um blog cujo objetivo é divulgar as boas reportagens produzidas na região Amazônica sobre turismo, produção da consciência ecológica e meio ambiente.&lt;br /&gt;Tanto Senildo quanto Anne acreditam que a internet é a mídia que permite o acesso a um grande fluxo de informações sobre o meio ambiente. “São inúmeros sites de ong’s, associações, institutos e blogs dedicados ao tema”, afirma a universitária Anne. Para Senildo, esse fenômeno blogueiro vai além. “No Acre, os blogs pautam muitos jornais e tvs”, diz o jornalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos acreditam que o segredo dos blogs mais acessados é o uso de ferramentas de conversação com o web-leitor, tais como os recursos que possibilitam o envio de matérias por e-mail ou SMS, e ainda permitem aos visitantes mandar comentários sobre os textos publicados.&lt;br /&gt;Como exemplo pode-se citar o blog “Natureza em Pauta”, de Anne Rodriguez, em que há recursos de fotos, vídeos e áudios (podcast) e as ferramentas de envio de posts por e-mail e comentários dos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra característica dos blogs é o uso de hiperlinks, que é uma referência num &lt;a title="Documento" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Documento"&gt;documento&lt;/a&gt; em &lt;a title="Hipertexto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertexto"&gt;hipertexto&lt;/a&gt; a outro documento ou a outro &lt;a title="Recurso" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Recurso"&gt;recurso&lt;/a&gt;. Os hiperlinks são extremamente necessários para a interação mídia e leitor, visto que eles saciam a curiosidade sobre alguma informação, possibilitando o aprofundamento do assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos blogs analisados, apenas o blog da Anne Rodriquez utiliza hiperlinks. Em seus textos, as palavras-chaves são incorporadas na ferramenta que, geralmente, estão relacionadas aos conteúdos de outros sites. O blog de Senildo Melo configura-se pela transposição de seus textos produzidos para a TV Aldeia (filiada à TV Cultura), onde trabalha como repórter especial. Ele credita à falta de estrutura a pouca variedade de recursos estruturais em seu blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produzir um blog é possibilitar o acesso à noticia 24 horas por dia.. “A adaptação e flexibilidade de horários permite a atualização a qualquer hora e várias vezes ao dia”, afirma a futura jornalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos os sites estão hospedados no mesmo servidor e apresentam o mesmo layout, onde há predominância da cor verde relacionando-se à temática abordada em cada blog: jornalismo ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senildo Melo e Anne Rodriguez entraram no mundo dos blogueiros pela mesma porta: por incentvo de seus professores. Ele, na pós-graduação, e ela na graduação. “Meu professor sugeriu, logo no começo do ano, que cada aluno criasse um blog sobre o tema do TCC e ele serviria para nos avaliar durante todo o ano”, conta Anne.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levando em conta que o blog da aluna de jornalismo faz parte de um método de avaliação de uma disciplina da faculdade, ele é provido de maiores recursos, em que são utilizadas várias ferramentas, indicações dos melhores blogs sobre o assunto, sugestão de sites de organizações que prezam pelo meio ambiente e, também, um acervo sobre o material publicado no site desde o seu início, em março deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no blog de Senildo, são sugeridos alguns dos seus livros preferidos, alguns com relação ao ambientalismo. Também apresenta um local para sites recomendados e para arquivos do blog, desde abril de 2007.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-900909029776347428?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/900909029776347428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=900909029776347428&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/900909029776347428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/900909029776347428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/11/do-verde-ao-virtual.html' title='Do verde ao virtual'/><author><name>Ana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17120133224024548208</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp0.blogger.com/_R-OP80keNxk/SHwYbIsGoJI/AAAAAAAAACM/4lOPjMPm4YM/S220/IMGP2751.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-958029957349953741</id><published>2007-11-07T13:56:00.000-03:00</published><updated>2007-11-07T14:01:02.300-03:00</updated><title type='text'>Moda para todos</title><content type='html'>Estar na moda não é um privilégio de poucos, jornalistas blogueiros tornam o mundo fashion mais acessível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gabrielle Nascimento&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nadja Peroni&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os blogs, que eram apenas utilizados como diários pessoais, onde seus proprietários postavam unicamente acontecimentos de sua vida ou sua própria opinião sobre diversos assuntos, hoje ganham outros valores. Pode-se encontrar na rede blogs informativos, nos quais quem escreve se preocupa com a notícia a ser veiculada, e muitas vezes crescem atingindo a credibilidade e a qualidade de um site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jornalista na Passarela (jornalistanapassarela.blogspot.com) é um blog de uma jornalista que fala sobre moda. Ele é atualizado quinzenalmente e dividido por sessões: Em pauta, Tendências, Famosos e Achados. Para cada edição são produzidas quatro matérias, todas escritas por Ana Carolina Lahr, estudante de jornalismo que idealizou o blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lahr explica que, por enquanto, produz tudo sozinha, pois quis fazer tudo exatamente do jeito que planejou, mas que agora pensa em recrutar novas pessoas para fazer o blog crescer.&lt;br /&gt;A página principal tem um espaço onde são mostradas respostas de pessoas com diferentes idades para a pergunta “O que é moda para você?”, frase que é também o slogan do blog. “A intenção era mudar (as declarações) a cada edição, mas acabo ficando sobrecarregada por fazê-lo sozinha, por isso ainda não pude atualizar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ser novo, o blog teve apenas três edições, seu conteúdo pode ser facilmente encontrado e acessado. Mas mesmo com um futuro crescimento, a organização do blog apresenta-se eficiente, já que na página inicial têm-se os ícones das diferentes sessões e clicando neles podemos acessar as diversas matérias produzidas de acordo com sua categoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As matérias são compostas por textos e fotos (nem todas possuem o crédito da repórter), “Eu utilizo também o recurso de vídeos disponibilizado pelo próprio blog. E nunca usei som porque não sei colocar ainda. Sempre tento, mas não tive sucesso”, explica, entre risos, Lahr.&lt;br /&gt;Sobre as cores intensas que fazem parte do design, Ana Carol diz ter a intenção de combinar cores vivas mesmo que algumas vezes elas não combinem. “Por ser um blog de moda eu achei que tinha essa liberdade, assim como os estilistas criam certas coisas que às vezes nós não concordamos, entende?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os assuntos abordados nas reportagens vão de tendências da estação, cobertura de desfiles a perfis de personalidades da moda, “Eu dou prioridade para o que eu gostaria de saber e não vejo por aí. Por exemplo, o que é um jornalista de moda? O que é um editorial de moda? Quem é Coco Chanel? Coisas que quem quer participar desse mundo deve saber”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O blog é informativo e tenta não ser opinativo, “Uso adjetivos e faço interferências, até porque, apesar de ter um caráter jornalístico o blog nos dá essa possibilidade, já que é meu (risos). Mas, para dar opiniões mesmo deixo para a seção ‘opinião’, e para quando algum colunista quiser escrever (os colunistas não são fixos, quem tem material, me manda.)”, explica Ana Carol.&lt;br /&gt;Para expressar seus sentimentos e opiniões, a jornalista possui outro blog, &lt;a href="http://www.anacarol.com.br/" target="_blank"&gt;http://www.anacarol.com.br/&lt;/a&gt;, “É divididos em seções onde publico crônicas, poemas. Mas ele está meio desatualizado. Também escrevo, às vezes, para um blog literário (www.heteronimosaleatorios.blogspot.com), lá meu heterônimo é Jaime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O blog Jornalista na Passarela tem espaço para interatividade com o internauta, cada matéria possui espaço para postagem de comentário, além disso, Ana Carol criou uma enquete com a pergunta “Qual o tipo de bolsa que vai entrar para a sua coleção nesta estação?”, mas, segundo Lahr, ninguém participou, por enquanto, pois, para ela, muitas vezes as pessoas têm preguiça de escrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Carol espera que o blog cresça e conquiste leitores assíduos e participativos, para isso, ela se preocupa com a credibilidade das informações e divulgação do blog, que é feita por email, orkut, além de cartazes expostos na UNESP, faculdade que ela cursa. “Tenho também uns flyers que um amigo patrocinou. O problema é que o pessoal dificilmente pega um endereço no impresso para acessar na net”, diz Lahr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela também explica que o conteúdo não é voltado, exclusivamente, para jornalistas, “Na verdade a linha editorial do blog se baseia num aprendizado conjunto. Eu escrevo para praticar e aprender e quem lê também vai entrando no mundo da moda aos poucos, junto comigo.”, fala Ana Carolina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é moda pra você?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Laura Artigas, jornalista formada na PUC-SP, com pós graduação na Getúlio Vargas, dá suas opiniões sobre o mundo da moda em seu blog Moda pra Ler (&lt;a href="http://www.modapraler.blogspot.com/"&gt;http://www.modapraler.blogspot.com/&lt;/a&gt;). O slogan “Um blog simples, prático e elegante”, mostra as intenções de Laura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não são apenas opiniões, a jornalista escreve sobre o que gosta, o que a interessa, mas sempre com um teor informativo, além de publicar diversas entrevistas com “pessoas que realizam um trabalho interessante na moda”, explica Laura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela se interessou pela área quando ainda era criança, e desde os 13 anos, quando teve que fazer um trabalho sobre este tema para o colégio, é consumidora voraz de livros e revistas de moda. Para ela, o blog é uma forma de fazer jornalismo de um jeito próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Laura, o blog era uma alternativa, já que ela queria fazer jornalismo de moda, mas não tinha muitos contatos nem experiência nesta área. “Confesso que tinha um pouco de receio de expor minhas idéias na internet e demorei um pouco para fazer o blog, até que um dia acordei cedo e fiz”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Moda pra Ler trata de distintas coisas relacionadas à moda: estilistas, história, entrevistas diversas, dicas de lojas, lugares livros e filmes. Todos os posts são classificados de acordo com o assunto: Comportamento, Entrevistas, História da Moda, Jornalismo de Moda, Tendências e Viagens; são algumas das seções, que se colocam ao lado direito da página. Os posts também podem ser buscados no blog, por ordem cronológica da postagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laura usa fotos e vídeos para exemplificar os temas tratados em cada matéria. Muitas fotos são produzidas pela própria jornalista, e alguns posts são constituídos apenas de “ensaios” que ela faz. Os vídeos são publicados no You Tube, mas podem ser vistos na própria página do Moda pra Ler. Os posts também contam, muitas vezes, com links para outros sites mostrando, por exemplo, marcas de roupa e reportagens de outros jornais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distinto do blog de Ana Carol, O Moda pra Ler é clean, com um layout inteiro branco, com detalhes em rosa. Laura explica que “gosta do toque de rosa, é charmoso”. Quanto ao branco, diz: “tenho uma forte ligação com arquitetura moderna, uma vez ouvi um arquiteto amigo dizer ‘arquitetura é branco’. Apesar de parecer radical, para forma, para o lay-out é a cor que mais me agrada”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o pesquisador Wagner Alonge, que se especializou no estudo da web e dos weblogs, em seu texto “Agoras digitais: a emergência dos blogs no ciberespaço e suas implicações na sociabilidade e cultura midiática”, “As comunidades podem ser facilmente detectáveis pelos links que ligam as páginas entre si, e pela intensidade de comentários pode-se ver que cativa leitores regulares”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa afirmação pode ser exemplificada no blog de Laura. O Moda pra Ler possui, na direita da página, sugestões de diversos links a serem visitados. São categorizados em blogs ou sites que tratam de moda ou de diversos assuntos. E na seção “Moda nas Ruas”, que são sites e blogs de distintas partes do mundo de fotógrafos que Laura acha interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os leitores interagem com o blog, através da seção de comentários, assim como no Jornalista na Passarela. Chamados de “fru-frus” pela jornalista, uma palavra que segundo ela designa “as coisas a mais, as frescurinhas”. Os comentários mostram que o blog tem um acesso constante.&lt;br /&gt;Laura recebe além dos comentários, três e-mails diários. “Quando publico algum guia de endereços ou fotos de viagens chegam bem mais”, diz. Ela acredita que por escrever com uma linguagem acessível, as pessoas se identificam com seu trabalho. Confirmando essa grande recepção dos internautas, o blog Moda pra Ler foi escolhido, entre outros, para divulgar a nova campanha do novo perfume da Chanel: Coco Mademoiselle.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-958029957349953741?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/958029957349953741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=958029957349953741&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/958029957349953741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/958029957349953741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/11/moda-para-todos_07.html' title='Moda para todos'/><author><name>gabrielle</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10469555549670796236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-4845929722521129342</id><published>2007-11-06T20:03:00.000-03:00</published><updated>2007-11-06T20:09:55.463-03:00</updated><title type='text'>Do prato para a tela</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Blogs levam o mundo da cozinha ao computador&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gabriela Stripoli&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo digital permite a diversidade de conteúdo. O mundo dos blogs, ainda mais. Segundo o Technorati, um site de pesquisas sobre a Internet, estima-se que são criados 75 mil novos blogs por dia, ou seja, quase um blog por segundo. E atualmente seu conteúdo ultrapassa a configuração de “diário virtual”, quando o primeiro blog foi criado em 1997, por John Barger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mixirica.com.br"&gt;Mixirica &lt;/a&gt;surgiu em 2004 como uma revista eletrônica para de publicar textos relacionados à gastronomia, um dos assuntos que Tatiana mais gosta. Porém, seguiu à tendência de simplificação do uso das ferramentas da web e transformou-o em blog. “Com o tempo, a revista mostrou-se difícil de atualizar, por ser muito complexo e tomar muito tempo. Assim, o site evoluiu aos poucos para o que é hoje e ganhou receitas, que não existiam na versão original”, justifica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, a mudança de formato de revista para blog não significa simplicidade no conteúdo. O&lt;a href="http://www.mixirica.com.br"&gt; Mixirica &lt;/a&gt;apresenta postagens divididas por seções, de acordo com o que é publicado – e não são apenas receitas. “Procuro sempre propor na Mixirica temas que acredito serem importantes, como o consumo consciente e a ecologia, por exemplo, mas sempre inseridos no contexto gastronômico”, preocupa-se Tatiana. A autora se considera na responsabilidade de fazer seus leitores refletirem sobre alguns assuntos, já que seu blog tem grande audiência – 60 mil visitas por mês . Algumas de suas seções são notícias, memórias, pessoal, dicas, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O blog tem sua identidade visual produzida pelo designer Estevam Romera, que também trata algumas imagens e produz ilustrações. É feito em preto, roxo e laranja e apresenta três colunas laterais que otimizam a navegação. A primeira, à esquerda, traz as postagens. Em uma coluna secundária central ficam as seções Pomar e Gomos: um fórum criado pelos próprios internautas e artigos produzidos pela autora, respectivamente. A terceira coluna apresenta ferramentas de busca no site, Rss (que permite a leitura do blog em smartphones), links externos, newsletter e perfil da autora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das ferramentas que melhoram o Mixirica, todas suas imagens são hospedadas no Flickr, um álbum virtual mantido pelo Yahoo!. Esse álbum também possui um link em miniatura à direita da tela principal, facilitando o acesso direto ao conteúdo visual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro blog que segue a mesma linha é o &lt;a href="http://www.rainhasdolar.com"&gt;Rainhas do Lar&lt;/a&gt;, mantido por Kátia Najara, Faby Zanelati e Clau Tomasi, amigas de diferentes lugares do Brasil que se conheceram na rede. “Eu conheci a Faby por meio do seu blog, nos tornamos amigas virtuais, descobrimos muitas afinidades, e entre elas, o prazer de cozinhar. Nunca imaginamos que o blog ia alcançar a grande popularidade que tem hoje”, valoriza Kátia. “Estávamos sempre trocando receitinhas através dos comentários nos nossos blogs pessoais. Foi então que notamos nossas afinidades e decidimos criar um blog temático onde pudessemos falar mais sobre a nossa paixão pela culinária”, completa Faby. A receita deu certo – e desde 14 de novembro de 2005 o blog está no ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a href="http://www.rainhasdolar.com"&gt;Rainhas do Lar &lt;/a&gt;apresenta suas postagens divididas por categorias, assim como o &lt;a href="http://www.mixirica.com.br"&gt;Mixirica&lt;/a&gt;. O histórico de postagens, além de cronológico, também é dividido por assunto. Porém, o layout do blog é bastante tradicional - em apenas duas colunas, tons de branco e laranja separam as atualizações das demais seções, mostrando que não é necessário grande conhecimento de design na internet para produzir um site limpo e bonito. O blog também mantém suas imagens hospedadas no flickr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diferencial fica por conta do mural, na segunda coluna. Apresenta um índice de receitas ordenadas por categoria, um clipping de todas as matérias veiculadas na grande imprensa sobre o blog e um arquivo em pdf que leva o nome de "expressões de comer". É um conjunto de expressões populares sobre alimentação e seu significado - desde "quem não chora, não mama" até expressões inusitadas como "ficou uma uva!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os blogs que levam a culinária à rede atraem não só o público jovem que tem como hobby a gastronomia. O conteúdo do &lt;a href="http://www.mixirica.com.br"&gt;Mixirica&lt;/a&gt; e do &lt;a href="http://www.rainhasdolar.com"&gt;Rainhas&lt;/a&gt; leva o mundo digital a quem não estava acostumado ao uso da Internet – pessoas mais velhas que gostam de cozinhar e donas de casa. “A maior importância é aproximar pessoas em torno da comida, com bom humor e gentileza. O nosso público é basicamente mulheres de todas as idades, brasileiras que vivem em toda parte do mundo”, orgulha-se Kátia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os comentários e o comprometimento com atualizações permitem a criação de vínculos, tornando o blog popular. “Recebemos muitos e-mails de pessoas que se dizem influenciadas por nossos posts, pessoas que descobriram ou redescobriram o prazer de cozinhar depois de lerem o Rainhas, pessoas que reproduzem nossas receitas, seguem as nossas dicas”, conta Faby. Essa reciprocidade é fundamental para a popularidade – Faby conta que acessa mais de 20 blogs todos os dias, nem sempre relacionados ao conteúdo do seu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a href="http://www.mixirica.com.br"&gt;Mixirica&lt;/a&gt; impulsionou a criação de um livro de Tatiana, em conjunto com outras internautas – inclusive as autoras do &lt;a href="http://www.rainhasdolar.com"&gt;Rainhas do Lar&lt;/a&gt;. Sob o título de A Peleja do Alecrim com o Coentro e outros causos culinários: receitas e cordel, foi lançado dia 27 de setembro em São Paulo. Não é a primeira publicação literária de Tatiana, que já colaborou com receitas no livro Papel Manteiga, de Cristiane Lisbôa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Peleja do Alecrim é um exemplo de como o mundo virtual dos blogs não existe apenas na tela do computador – desta vez, as receitas passam da luz do monitor para o fogão da cozinha.&lt;br /&gt;______________________________________________________________________&lt;br /&gt;Acesse: &lt;a href="http://www.mixirica.com.br"&gt;www.mixirica.com.br&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.rainhasdolar.com"&gt;www.rainhasdolar.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Blogs gastronômicos relacionados que colaboraram no lançamento do livro:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.trembom.blogspot.com"&gt;www.trembom.blogspot.com&lt;/a&gt; , &lt;a href="http://www.lefouet.com"&gt;www.lefouet.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-4845929722521129342?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/4845929722521129342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=4845929722521129342&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4845929722521129342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4845929722521129342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/11/do-prato-para-tela.html' title='Do prato para a tela'/><author><name>stripolias</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_f_7v_-QagIo/Sa2hWxA3IUI/AAAAAAAABBg/IzR7XnY2gPQ/S220/gabi+01.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-8961303849512371742</id><published>2007-11-06T14:39:00.000-03:00</published><updated>2007-11-06T15:37:13.689-03:00</updated><title type='text'>Blogs e jornalismo: convergências, gêneros e formatos.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Com o advento da Internet, um dos pontos afirmados como sendo de mudança radical, tem sido o alargamento do horizonte de possibilidades de produção e circulação de conteúdos. Os blogs representam uma manifestação própria da Internet dentro dos formatos noticiosos; surgidos como diários virtuais em 1997 (CARVALHO, 2004), os blogs eram um ajuntamento de confissões íntimas, opiniões, textos reproduzidos de suportes tradicionais, entre outros. O formato ganhou notoriedade primeiramente entre jovens norte-americanos e rapidamente percebeu-se seu potencial jornalístico. As teorias da comunicação evidenciam que as mudanças comunicacionais estão intimamente ligadas à evolução dos suportes midiáticos, do contexto histórico e da relação intrínseca entre produção e acesso à informação. É possível considerar que o desenvolvimento da Internet é caracterizado por catalisar uma modificação substancial no que se refere à estrutura e ação do campo midiático, principalmente no que diz respeito às práticas jornalísticas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As possibilidades de interação, gerenciamento de recursos de outras mídias (convergência multimídia) e constituição de práticas narrativas adequadas a este espaço-informação demonstram que não estamos vivenciando uma simples adaptação conjuntural, mas sim transformações em curso orientadas à compreensão da natureza e modus operandi do ciberespaço e as mudanças no papel dos jornalistas. Como demonstra Ziller (2007) o crescimento dos blogs remete à multiplicidade específica da hipermídia; multiplicidade de emissores, de trajetos, de opiniões. Sob o formato, cabe tanto ao ‘proprietário’ do blog publicar informações e opiniões quanto ao visitante/ leitor concordar, discordar, reclamar, rebater o que foi publicado. Mas já é possível afirmar que na prática jornalística nestes blogs predominam gêneros jornalísticos que aproximam as formas discursivas do jornalismo das subjetividades sociais, que servem como recursos narrativos a fim de ultrapassar os limites de compreensão das formas sociais impostos pela linguagem referencial do jornalismo estritamente informativo, ocorrendo, portanto nos blogs uma hibridação de gêneros um misto de opinativo, interpretativo e informativo, dentro de um formato característico de coluna de opinião.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-8961303849512371742?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/8961303849512371742/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=8961303849512371742&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8961303849512371742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8961303849512371742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/11/blogs-e-jornalismo-convergncias-gneros.html' title='Blogs e jornalismo: convergências, gêneros e formatos.'/><author><name>Wagner Alonge</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02504881087839076415</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dGItXf_JJAo/S6kpVNtc6OI/AAAAAAAAAAM/CQ1mAcf3ess/S220/lalongevetorCOR.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-2746543361619046492</id><published>2007-10-26T18:16:00.000-03:00</published><updated>2007-10-26T18:23:35.842-03:00</updated><title type='text'>Ana Brambilla, muito obrigado!</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Gostaria de compartilhar com vocês a imensa satisfação que tivemos, professores e alunos da Unesp, na última terça-feira, 23, ao assistir a belíssima palestra de Ana Brambilla, em Bauru. Cerca de 200 alunos, talvez mais, se encantaram com os argumentos inteligentes e a clareza expositiva das idéias de Ana, que falou sobre jornalismo colaborativo. Nos dias que se seguiram à palestra só presenciei elogios e observações entusiasmadas a essas novas possibilidades trazidas pelo jornalismo cidadão. Fica aqui meu agradecimento especial a Ana Brambilla, pelo talento e pela generosidade de compartilhar o conhecimento.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;Prof. Mauro&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-2746543361619046492?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/2746543361619046492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=2746543361619046492&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2746543361619046492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2746543361619046492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/10/ana-brambilla-muito-obrigado.html' title='Ana Brambilla, muito obrigado!'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-2857762672742473104</id><published>2007-10-14T22:01:00.000-03:00</published><updated>2007-10-14T22:06:23.315-03:00</updated><title type='text'>Dilemas do jornalismo colaborativo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;O que acontece quando o público passa a participar cada vez mais da captação, da produção e publicação de notícias na Web? &lt;b style=""&gt;Jornalismo colaborativo&lt;/b&gt; é o nome desta modalidade de produção de notícias que, se ainda é incipiente em termos de público, já provoca discussão nas redações e entre pesquisadores da área.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Como escreve &lt;b style=""&gt;Carlos Castilho no Observatório da Imprensa&lt;/b&gt; desta semana, a participação de usuários na produção de conteúdos jornalísticos inclui “desde a cobertura de acidentes de trânsito em cidades pequenas até projetos mais ambiciosos como o &lt;b style=""&gt;&lt;a href="http://newstrust.net/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;NewsTrust&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;,&lt;/b&gt; que procura avaliar a credibilidade de notícias com base no parecer de leitores, ou o &lt;b style=""&gt;&lt;a href="http://www.nowpublic.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;NowPublic&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, que pretende ser uma agência de noticias com material fornecido por colaboradores voluntários”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Pelo menos uma questão me parece importante nesse debate: ao mesmo tempo em que surge como alternativa concreta para a participação dos leitores no processo de produção da notícia (demanda antiga da luta por maior democratização da comunicação), o jornalismo colaborativo é também uma excelente forma de captação de notícia a baixo custo. Sim, redução de custos com mão-de-obra, o que pode ser muito atraente para os empresários da mídia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas e os jornalistas? Qual será o papel do profissional de mídia nesse contexto? Até que ponto esse processo pode ser feito sem a interferência de um jornalista? É apenas o repórter que perde seu espaço? E o problema da credibilidade? &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Uma oportunidade para discutir essas e outras questões será a palestra que &lt;b style=""&gt;Ana Brambilla&lt;/b&gt;, jornalista e editora de conteúdo colaborativo da Editora Abril, fará aos alunos de jornalismo da Unesp no próximo dia &lt;b style=""&gt;23 de outubro, na Sala 1 do Campus de Bauru, SP&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prof. Mauro&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-2857762672742473104?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/2857762672742473104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=2857762672742473104&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2857762672742473104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2857762672742473104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/10/dilemas-do-jornalismo-colaborativo.html' title='Dilemas do jornalismo colaborativo'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-6269692289847198046</id><published>2007-08-05T13:47:00.000-03:00</published><updated>2007-08-05T13:58:34.221-03:00</updated><title type='text'>The dark side of Web 2.0: dados para debate</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Para dizer o mínimo: é preciso conhecer os argumentos de &lt;b style=""&gt;Andrew Keen&lt;/b&gt;, que considera o mais badalado fenômeno da Internet uma “picaretagem” e um “ataque à cultura”. A entrevista é de autoria do repórter&lt;b style=""&gt; Leandro Loyola&lt;/b&gt; e está na &lt;b style=""&gt;Revista Época&lt;/b&gt; desta semana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Reproduzimos abaixo a entrevista na íntegra.  Argumentos para uma discussão aberta e isenta sobre o jornalismo colaborativo.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prof. Mauro &lt;/span&gt;&lt;o:p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    Andrew Keen foi um dos pioneiros da internet na Califórnia dos anos 90. Hoje, Keen é um cético, uma voz dissonante daqueles que se empolgam com o conteúdo produzido e divulgado por qualquer internauta. Tornou-se um dos críticos mais vocais desse fenômeno, conhecido como web 2.0. Em seu livro The Cult of the Amateur (O Culto ao Amador), ele diz que a web 2.0 nivela por baixo a produção, piora a qualidade da informação e ameaça a cultura. “Há muita picaretagem na internet”, afirma. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;ÉPOCA –&lt;/b&gt; O senhor diz em seu livro que o conteúdo de internet produzido pelo cidadão comum gera um culto ao amadorismo. Por que considera isso uma ameaça a nossa cultura?&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Andrew Keen –&lt;/b&gt; É uma ameaça porque cria a ilusão de que todos somos autores, quando, na verdade, deveríamos ser leitores. Dá às pessoas ilusão sobre suas habilidades. Todo mundo tem algum talento, mas a maioria de nós realmente não tem muito a dizer. Somos melhores lendo um jornal ou assistindo à televisão do que tentando nos expressar na internet. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;ÉPOCA – &lt;/b&gt;Por que o senhor afirma que esse fenômeno pode destruir a mídia tradicional?&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Keen – &lt;/b&gt;Parte da mídia tradicional já foi destruída. Estamos assistindo à morte lenta da indústria da música, estamos assistindo à morte lenta dos jornais locais nos Estados Unidos. Não acho que nós viveremos num mundo sem nenhum profissional especializado em agregar informação. A questão central é a idéia de que os consumidores continuarão a pagar por conteúdo. Você já vê no mercado fonográfico que eles não vão. Mais e mais pessoas pensam que a música deve ser livre e estão roubando-a. A mídia tradicional não vai exatamente morrer, mas vai mudar dramaticamente. Os meios de comunicação de massa – que considero democráticos e onde conteúdo de qualidade é acessível pelo preço de US$ 10 ou US$ 15 para comprar um CD, assistir a um filme ou comprar um livro – talvez se tornem coisa do passado. Enquanto os utópicos digitais falam sobre democratização da mídia e do conteúdo, acredito que a conseqüência é o aparecimento de uma nova oligarquia. A tão propalada democratização, na verdade, tornará o entretenimento cutural de alta qualidade menos acessível às pessoas comuns. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;ÉPOCA –&lt;/b&gt; Entusiastas da web 2.0 dizem que os blogs, independentes de grandes interesses, são uma fonte pura de informação. Por que o senhor discorda?&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Keen – &lt;/b&gt;Alguns blogs são muito bons. Mas os blogs não são objetivos. Não tenho problemas com a blogosfera se você ler o jornal antes. A blogosfera depende de a pessoa ser familiarizada com a mídia sofisticada. Se você está familiarizado com notícias, se entende como a tecnologia funciona, a blogosfera pode ser útil. Mas preocupa-me que, especialmente para os jovens, a blogosfera se torne uma fonte substituta de notícias. Eles acreditam em tudo o que lêem, então me preocupo que a blogosfera se torne forte numa sociedade em que as crianças não fazem a menor idéia de como ler “através” das notícias. Elas estão perdendo sua capacidade crítica. Você sabe que o The New York Times é pró-Israel e socialmente liberal. Sabemos que o The Wall Street Journal é editorialmente muito conservador. Não há jogos, é óbvio, você pode ler através. Em muitos blogs, não. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;ÉPOCA –&lt;/b&gt; Por que isso é perigoso?&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Keen –&lt;/b&gt; Na mídia tradicional há meios de checagem. Se você não é anônimo, todos sabem quem você é, para quem você trabalha. No mundo on-line, não sabemos quem são essas pessoas que operam em sites como Digg.com (o site que estabelece um ranking de notícias interessantes com base no voto de internautas), Reddit ou Wikipédia. Elas poderiam estar num programa do governo, numa organização terrorista, numa corporação, como Wal-Mart ou Exxon Mobil, colocando conteúdos no YouTube, na blogosfera, fingindo que isso é independente. Isso nos deixa à mercê de uma nova oligarquia, num mundo onde é mais difícil checar a verdade que na mídia tradicional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;table class="MsoNormalTable" style="width: 160.5pt;" align="right" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="214"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 0cm; width: 319.5pt;" width="426"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;ÉPOCA – &lt;/b&gt;Alguns especialistas consideram a web 2.0 uma manifestação da “sabedoria da multidão”...&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Keen –&lt;/b&gt; Na teoria, a sabedoria da multidão pressupõe o envolvimento de todos. Nesse caso, todo mundo estaria envolvido, todo mundo estaria editando a Wikipédia, todo mundo estaria adicionando recomendações no Digg ou no Reddit, todo mundo estaria adicionando resenhas no Amazon e talvez isso fosse um bom trabalho. Mas, na realidade, a maioria de nós não faz isso porque não tem tempo, interesse ou energia. O que chamamos de “sabedoria da multidão” tem sido seqüestrado por uma pequena elite, por uma oligarquia. Somos atingidos por uma cultura em que as pessoas no controle não são transparentes ou responsáveis. Isso é assustador. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;ÉPOCA –&lt;/b&gt; Quem são os membros dessa nova oligarquia?&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Keen –&lt;/b&gt; Muitos são jornalistas fracassados, gente que não conseguiu ser da mídia, por isso é ressentida, raivosa. Eles têm fome de poder. Representam um novo tipo de oligarquia que encontrou um meio de obter uma grande parcela de poder. São treinados, podem ter agendas sobre as quais nada sabemos. São tendenciosos, bem formados, jovens, raivosos e radicais. Não têm valores significativos, na minha visão, para a nossa cultura. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;ÉPOCA –&lt;/b&gt; Por que o senhor questiona a confiabilidade de sites como Wikipédia ou Digg.com?&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Keen –&lt;/b&gt; A Wikipédia é um dos grandes perigos porque é tão inconfiável, tão pobre, tão falha em todos os tipos de conteúdo. O Digg é particularmente problemático. Minha forte suspeita é que as recomendações são feitas por grupos de ativistas, de garotos de 20 e poucos anos, sem nada melhor para fazer. Não devemos confiar porque não sabemos quem está recomendando aquilo. Eles são anônimos, podem estar tentando moldar nosso gosto de acordo com interesses particulares. Na Wikipédia ninguém sabe quantos editores realmente existem, quem são eles. Como as pessoas têm tempo para editar a Wikipédia ou para continuamente fazer recomendações no Digg? Como pagam suas prestações ou põem comida na mesa? Não sei, nem você. O modelo do Digg, do Reddit e da Wikipédia se presta à corrupção. Todos os dias há novas evidências de que as pessoas estão usando esses sistemas em benefício próprio. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;ÉPOCA –&lt;/b&gt; No livro Como a Picaretagem Conquistou o Mundo, o jornalista inglês Francis Wheen mostra que teses absurdas, tolas ou falsas são aceitas com facilidade. A web 2.0 é uma delas?&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Keen – &lt;/b&gt;Há muita picaretagem sobre a web 2.0. As três palavras que representam as maiores picaretagens na internet são os “3Cs”: conversação, colaboração e comunidade. É por isso que escrevi meu livro. Para dizer: “Olhe, a maior parte disso não é verdade, é apenas bobagem, é picaretagem, lixo”. Mas há mais que isso em jogo. Há gente ficando rica com tudo isso. Quem tem ações do Google, YouTube, MySpace está juntando uma fortuna. É um negócio sério, há interesses importantes demais envolvidos para ignorarmos o que está acontecendo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-6269692289847198046?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/6269692289847198046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=6269692289847198046&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/6269692289847198046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/6269692289847198046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/08/dark-side-of-web-20-dados-para-debate.html' title='The dark side of Web 2.0: dados para debate'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-5763536878547533344</id><published>2007-07-28T15:33:00.001-03:00</published><updated>2007-07-28T15:38:32.061-03:00</updated><title type='text'>Jornalismo colaborativo</title><content type='html'>A jornalista Ana Maria Brambilla escreveu &lt;a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=displayConteudo&amp;idConteudoTipo=2&amp;amp;idConteudo=2121"&gt;um artigo sobre jornalismo colaborativo&lt;/a&gt;, onde ela discute a eficácia e os erros da participação de não-jornalistas nas notícias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que o UOL publicou uma fotomontagem sobre o acidente do avião da TAM, muitos críticos do jornalismo colaborativo aproveitaram a oportunidade para reiterar que não é possível fazer jornalismo colaborativo. Ana Maria diz exatamente o contrário: para ela, o jornalismo colaborativo funciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo está disponível no site &lt;a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/"&gt;Jornalistas da Web&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-5763536878547533344?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/5763536878547533344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=5763536878547533344&amp;isPopup=true' title='83 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5763536878547533344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5763536878547533344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/jornalismo-colaborativo.html' title='Jornalismo colaborativo'/><author><name>Gustavo D'Avila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-q5ltoik1Jl8/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAACRY/-PhhNGAj_jo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>83</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-5255557664527872639</id><published>2007-07-23T19:28:00.000-03:00</published><updated>2007-07-23T21:01:28.417-03:00</updated><title type='text'>Observações para o OBSERVATORIO PARA LA CIBERSOCIEDAD</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Bruno Espinoza &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Juliana Sayuri Ogassawara&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Podemos avaliar as possibilidades de comunicação via internet no âmbito de estudos acadêmicos no Congreso Online do Observatorio para la CiberSociedad. O congresso online, essa ferramenta utilizada para a interação entre os pesquisadores, corrobora para reproduzir a comunicação unilateral entre academias no advento da internet? Além disso, a intenção do compartilhamento da informação do evento, de fato, colabora para a formação de uma sociedade “livre”, tendo em vista o fator da exclusão digital?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O CONGRESSO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um espaço plural é a idéia-mestra a guiar o &lt;a href="http://cibersociedad.net/"&gt;Observatório para la CiberSociedad&lt;/a&gt; (OCS). O observatório quer aprimorar-se como “um lugar onde todos os discursos possam se encontrar e estabelecer um diálogo ao redor de um ambiente que, cremos firmemente, lhes é o mais adequado: O próprio ciberespaço” &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#nota1"&gt;[i]&lt;/a&gt;. De 20 de novembro a 3 de dezembro de 2006, realizou-se o &lt;a href="http://cibersociedad.net/congres2006/"&gt;III Congreso Online del Observatório para la CiberSociedad: Conocimiento abierto, Sociedad libre&lt;/a&gt;, a mais recente edição deste congresso internacional. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No presente artigo, focaliza-se a linha editorial do OCS, considerando que ao propor “conhecimento aberto e sociedade livre” para a atual cibercultura articulam-se interrogações acerca do contexto de globalização contemporânea, do modelo de hipertexto e da perspectiva da internet como memória. É preciso ainda pôr em relevo a exclusão digital como obstáculo para que se confirme uma sociedade “livre”, mais igualitária e autônoma. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da questão de acesso ao universo digital continuar como um tópico primordial para o OCS, os pontos “para quê?” e “para quem?” protagonizaram o último congresso realizado. Tendo em vista que a cibersociedade se expande constantemente, perfila-se o foco: “Qual é a cibersociedade que queremos?” &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn2" name="_ednref2"&gt;[ii]&lt;/a&gt;. Diante do acúmulo de questões abertas a partir deste núcleo, o OCS pretende possibilitar um espaço para o diálogo: “El ciberespacio no es un lugar limitado, sino por el contrario, un espacio en movimiento constante para la interrelación, la interconexión, la sinergia y, por que no, también la confusión” &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn3" name="_ednref3"&gt;[iii]&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na dimensão teórica, vale destacar que se analisa a Internet de acordo com o viés de Steven Johnson. A metáfora do &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#ind3"&gt;“tumor cerebral”&lt;/a&gt; se ajusta às controvérsias do fenômeno da internet: um campo organizado, genialmente conectado, como um cérebro humano e, simultaneamente, um abscesso crítico e anárquico &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn4" name="_ednref4"&gt;[iv]&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; &lt;a href="http://cibersociedad.net/"&gt;cibersociedad&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref2" name="_edn2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; Ibid.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref3" name="_edn3"&gt;[iii]&lt;/a&gt; Ibid.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref4" name="_edn4"&gt;[iv]&lt;/a&gt; JOHNSON, p. 86-91. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O CONTEXTO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É imprescindível ao debate sobre um congresso on-line, isto é, sobre um evento que se apóia na comunicação via rede mundial de computadores, constatar quais predisposições técnicas, econômicas e sócio-culturais favoreceram a sua implementação. Como bem observou Maria Clara Aquino, apoiada nas elaborações de Castells, as novas ferramentas propulsoras da cibercultura se desenvolveram na intensificação de um processo histórico que é designado por um termo já desgastado pelo uso, mas ainda constante: a globalização. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entende-se que tal intensificação se examina com a franca ascensão das inter-relações em âmbitos que se conectam (sociais, cultuais, econômicos) concretizadas por diversos atores sociais (Estado, sociedade, mercados). Porém, o aspecto que mais nos importa é a alternância histórica do alicerce do sistema produtivo que, se outrora correspondia ao acúmulo do excedente produzido, atualmente se embasa na valorização de um produto pouco palpável. “A economia mundial guia-se sob as rédeas de uma nova mercadoria: a informação; e a comunicação medida por computador, além de influenciar o andamento do mercado mundial, possibilita a entrada nesta nova morfologia social” &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa “nova morfologia social” foi possibilitada por uma revolução tecnológica que “concentrada nas tecnologias da informação começou a remodelar a base material da sociedade em ritmo acelerado” &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn2" name="_ednref2"&gt;[ii]&lt;/a&gt;. Indo além, diríamos que o ritmo acelerado dessa remodelação atingiu não somente a mercadoria na nova economia global. Na esteira da interferência histórica do sistema produtivo – que não é outro, senão o capitalista - nas relações sociais, a revolução tecnológica que celebra o processamento da informação infiltrou-se nas esferas mais particulares da sociedade, levando Maria Clara Aquino, na crença da coletividade privilegiada pela “sociedade da informação”, entusiasmar-se com a própria ascensão da Web:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Web é cada vez mais o espaço de representação de coletividade, na medida em que abriga as mais diversas manifestações de cooperação entre os usuários: sites de relacionamento, fóruns de discussão, chats, comunidades virtuais, blogs, fotologs, são apenas alguns dos exemplos que atestam o caráter de cooperação presente na Web. Movimentos como o do cyberpunk, o do software livre, a questão da música eletrônica e a difusão do mp3, jornalismo open source, etc, etc, etc" &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn3" name="_ednref3"&gt;[iii]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contrapartida, se a Web fomenta o “espaço de representação da coletividade”, a partir das “manifestações de cooperação entre usuários”, a relação entre a rede, um instrumentalismo universal abstrato, e o ser, identidade particularista historicamente, não é vista com tanto entusiasmo por Manuel Castells:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nesta condição de esquizofrenia estrutural entre a função e o significado, os padrões de comunicação social ficam sob tensão crescente. Quando a comunicação se rompe, quando já não existe comunicação nem mesmo de forma conflituosa (como seria o caso de lutas sociais ou oposição política), surge uma alienação entre os grupos sociais e indivíduos que passa a considerar o outro um estranho, finalmente uma ameaça. Nesse processo, a fragmentação social se propaga, à medida em que as identidades se tornam mais específicas e cada vez mais difíceis de compartilhar" &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn4" name="_ednref4"&gt;[iv]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a primeira contradição do movimento histórico guiado pela &lt;em&gt;sociedade da informação&lt;/em&gt;: de um lado, a possibilidade de cooperação entre os usuários; de outro, a vasta possibilidade de identidades no ciberespaço que modelam seres, ou usuários, incomunicáveis.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto da ampliação da rede é a difusão das ferramentas informacionais. Fundamentados em números de acessos e aumento da interatividade on-line, entusiastas da democratização do conhecimento através do processamento da informação afirmam que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Levando em conta que no cenário da sociedade contemporânea ou na cibercultura as TICs já alcançaram um alto grau de difusão, a fase de adaptação e familiaridade em relação aos dispositivos e às diferentes formas de se publicar e acessar conteúdos por meio da internet foi vencida, encontrando-se num estágio consolidado para boa parte dos usuários" &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn5" name="_ednref5"&gt;[v]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Interessa destacar “estágio consolidado para boa parte dos usuários”. Como se afirmou anteriormente, o sistema produtivo capitalista se projetou ao deslocar o privilégio do excedente para a primazia da informação. Um deslocamento, vale ressaltar, que também visa agregar valor a informação, originando o chamado capital-informação. Este projeto, se pretendia democracia,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"[...] poderá morrer, na medida em que as redes, crescentemente interativas, sirvam fundamentalmente ao transporte da informação que interesse à acumulação capitalista. A interatividade, então, longe de vir a ser uma prática real de democracia, não passará de um ato de escolha plebiscitária entre as opções oferecidas pelo “mercado”, logo valorizadas pelo capital" &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn6" name="_ednref6"&gt;[vi]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo em vista o percurso de natureza excludente da antiga produtividade calcada no excedente produtivo, não é de se estranhar que o acúmulo do capital-informação acentuará não somente a tensão entre a rede e o ser de Castells, mas também a tão em voga exclusão digital. Afinal, a formulação de estratégias empresariais lucrativas na Web, ou simplesmente a reprodução destas estratégias “não buscam, de fato, a propriedade física das redes. Basta-lhes poder controlá-las logicamente” &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn7" name="_ednref7"&gt;[vii]&lt;/a&gt;, o que fundamenta a lógica do capital-informação. Apesar das inovações da microeletrônica, as infovias ou redes digitais, os espaços abertos não estão abertas para todos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; AQUINO, 2006.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref2" name="_edn2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; CASTELLS, 2002, p. 39.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref3" name="_edn3"&gt;[iii]&lt;/a&gt; AQUINO, op cit.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref4" name="_edn4"&gt;[iv]&lt;/a&gt; CASTELLS, op. cit., p. 41.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref5" name="_edn5"&gt;[v]&lt;/a&gt; BARBOSA, 2004, p. 3.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref6" name="_edn6"&gt;[vi]&lt;/a&gt; DANTAS, 1995, p. 54-55.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref7" name="_edn7"&gt;[vii]&lt;/a&gt; Id., p. 45-46.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;OS NÓS DO &lt;em&gt;Observatorio para la CiberSociedad&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O marco inicial desta experiência em rede data de setembro de 2002, com o I Congreso Online del Observatório para la CiberSociedad: Cultura y Política @ Ciberespacio. A temática da cibersociedade reunira cerca de setecentos participantes de todos os países que têm o espanhol como língua oficial. Após o encontro na internet, restaram aos participantes os compromissos em difundir esse pensamento a propósito de uma cibersociedade em um &lt;em&gt;Manifiesto por el ejercicio de uma ciberciudadanía activa, responsable y comprometida&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Debido al éxito obtenido en aquel primer Congreso y al reconocimiento institucional y académico conseguido con estos logros, el OCS percibió la necesidad del propio medio por tener un espacio permanente de estas características" &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A continuidade desse pensamento se dera em novembro de 2004, com o &lt;a href="http://cibersociedad.net/congres2004/index_es.html"&gt;II Congreso Online: ¿Hacia qué sociedad del Conocimiento?&lt;/a&gt; Desta vez, quatro mil participantes compareceram à edição do encontro, entre acadêmicos, empresários e autônomos, instituições e entidades públicas. A partir daí inicia-se “a idéia de consolidação do OCS como catalisador no fomento e dinamização do estudo e da reflexão ativa sobre a cibersociedade” &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn2" name="_ednref2"&gt;[ii]&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando o contexto de “midiamorfose”, no qual as tecnologias de informação e comunicação (TICs) alcançaram um nível considerado como “ordinário” devido à ampla utilização na vida cotidiana &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn3" name="_ednref3"&gt;[iii]&lt;/a&gt;, no ano passado, o &lt;a href="http://cibersociedad.net/congres2006"&gt;III Congreso Online: Conocimiento abierto, Sociedad libre &lt;/a&gt;apresentou como proposta editorial:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se trata de algo transversal y estratégico. Las TIC son herramientas, medios y espacios de capacitación, por lo que no constituyen un bien o un objetivo en sí mismas, sino un potente acelerador social y económico/laboral; individual y colectivo. Por ello, el interés generalizado en la universalización del uso de estas tecnologías nace del presupuesto de que si contamos con un conocimiento abierto, o un acceso al conocimiento sin restricciones ni obstáculos, quizá alcancemos unas sociedades más igualitarias, autónomas y capacitadas. En definitiva, una sociedad más libre" &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn4" name="_ednref4"&gt;[iv]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma particularidade deste congresso bianual está em seu caráter “colaborativo”, de acordo com o qual, o OCS convida a todos – indivíduos, grupos, entidades, universidades e empresas – que queiram participar deste debate em rede. Os interessados puderam participar como congressistas, apresentar artigos acadêmicos como comunicante, auxiliar mediante o Comitê de organização ou atuar como coordenador de um grupo de trabalho (GT). As inscrições foram gratuitas e permitiam aos participantes de todos os níveis intervir nos fóruns e acessar todos as matérias. Os visitantes, por sua vez, podiam – e ainda podem – visitar as páginas livremente, apesar de não poderem usar as ferramentas destinadas à interação. Também podemos sublinhar o patrocínio indicado na home do OCS: Diputació de Barcelona &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn5" name="_ednref5"&gt;[v]&lt;/a&gt;, Xunta de Galícia &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn6" name="_ednref6"&gt;[vi]&lt;/a&gt;, Ajuntament de Cornella de Llobregat &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn7" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn7" name="_ednref7"&gt;[vii]&lt;/a&gt;, Secretaria de Telecomunicación Societat de la Información &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn8" name="_ednref8"&gt;[viii]&lt;/a&gt; e Plan Avanza &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn9" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn9" name="_ednref9"&gt;[ix]&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A temática do congresso enfocou cinco grandes eixos temáticos, a saber: Política e mudança social; Identidade e grupos sociais; Comunicação e cultura; Educação e aprendizado; Crítica e inovação. Para sua estrutura técnica, o congresso contou com uma base similar a de demais encontros cibernéticos, constando ferramentas como perfis, fóruns, listas de discussão, notícias, &lt;em&gt;chats&lt;/em&gt;, grupos etc. Os eixos temáticos são os principais vínculos estruturados pelo OCS, a espinha dorsal desse hiperdocumento. Apesar da ordem devidamente segmentada no sítio OCS, há lacunas para uma “desordem” de nós que nos possibilita designá-lo como um hipertexto, visto que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tecnicamente, um hipertexto é um conjunto de nós ligados por conexões. Os nós podem ser palavras, páginas, imagens, gráficos ou partes de gráficos, seqüências sonoras, documentos complexos que podem eles mesmos ser hipertextos. [...] Navegar em um hipertexto significa portanto desenhar um percurso em uma rede que pode ser tão complicada quanto possível. Porque cada nó pode, por sua vez, conter uma rede inteira" &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn10" name="_ednref10"&gt;[x]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há possibilidades mil para se traçar um caminho no “labirinto” do OCS. Um artigo acadêmico pode se relacionar com artigos de diferentes GTs, encaminhando o leitor a um amplo leque de possibilidades de texto. Além disso, a plataforma do &lt;em&gt;Observatorio&lt;/em&gt; também autoriza o &lt;em&gt;feedback&lt;/em&gt; para o autor do texto. Destarte, o formato deste hipertexto, de acordo com as classes propostas por Alex Primo &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn11" name="_ednref11"&gt;[xi]&lt;/a&gt;, seria o de hipertexto cooperativo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Este tipo de hipertexto [...] remete à questão da construção coletiva, pois o hipertexto é construído através do debate entre autor e usuário da página. Assim, a discussão contínua é responsável por modificar a trilha de associações a medida em que é construída, tanto por usuário quanto por programador" &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn12" name="_ednref12"&gt;[xii]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Predomina, portanto, o caráter interativo no hipertexto. Esta é uma característica que reitera as pretensões editoriais do congresso: ser um espaço plural, aberto ao diálogo e em movimento constante para a inter-relação e a sinergia. Nesse campo, o leitor atua como um editor potencial uma vez que pode ler, adicionar notas e republicar um documento, respeitando, porém e sempre, os direitos autorais do congressista. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O arquivo de documentos acadêmicos em formato &lt;em&gt;Hypertext Markup Language&lt;/em&gt; (HTML) confirma uma tendência em armazenamento de informação, visto que em 2001 dois terços das revistas científicas migraram para o formato digital. As novas revistas criaram formas alternativas para publicação, como “é o modelo de disseminação do conhecimento em acesso aberto, isto é, o fluxo livre da informação científica” &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn13" name="_ednref13"&gt;[xiii]&lt;/a&gt;. O formato digital proporciona benefícios como custos reduzidos, maior acessibilidade ao &lt;em&gt;commons&lt;/em&gt; científico, maior visibilidade para os artigos, maior velocidade na dinâmica de descobertas científicas e:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ao redor desse novo modelo, tem se intensificado o movimento social de Acesso Aberto. Sua mola propulsora não foi apenas a Internet, mas também o desejo dos cientistas de fazerem uso das possibilidades novas de disseminação do seu trabalho através das tecnologias oferecidas pelo advento e desenvolvimento da Internet" &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn14" name="_ednref14"&gt;[xiv]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob esse prisma, a internet como memória assume um papel importantíssimo. Além de armazenar conhecimentos adquiridos, ela amplia a comunicação entre informações e indivíduos, o que facilita, cada vez mais, a produção de novos saberes. Manuel Castells assinala que na sociedade em rede,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"No novo modo informacional de desenvolvimento, a fonte de produtividade acha-se na tecnologia de geração de conhecimentos, de processamento da informação e de comunicação de símbolos. Na verdade, conhecimento e informação são elementos cruciais em todos os modos de desenvolvimento, visto que o processo produtivo sempre se baseia em algum grau de conhecimento e no processamento da informação" &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn15" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn15" name="_ednref15"&gt;[xv]&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; www.cibersociedad.net&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref2" name="_edn2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; Ibid.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref3" name="_edn3"&gt;[iii]&lt;/a&gt; GRAHAM, 2004; HERRING, 2004; LIEVROUW, 2004 apud BARBOSA, op cit., p. 2-3.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref4" name="_edn4"&gt;[iv]&lt;/a&gt; www.cibersociedad.net.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn5" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref5" name="_edn5"&gt;[v]&lt;/a&gt; &lt;a href="http://diba.es/"&gt;diba&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn6" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref6" name="_edn6"&gt;[vi]&lt;/a&gt; &lt;a href="http://conselleriaiei.net/"&gt;conselleriaiei&lt;br /&gt;[vii]&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.cornellaweb.com/"&gt;cornellaweb&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn8" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref8" name="_edn8"&gt;[viii]&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www10.gencat.net/dursi/AppJava/home.jsp?area=3"&gt;gencat&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;[ix] &lt;a href="http://planavanza.es/"&gt;planavanza&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn10" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref10" name="_edn10"&gt;[x]&lt;/a&gt; AQUINO, 2006.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn11" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref11" name="_edn11"&gt;[xi]&lt;/a&gt; PRIMO, 2002.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn12" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref12" name="_edn12"&gt;[xii]&lt;/a&gt; Id.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn13" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref13" name="_edn13"&gt;[xiii]&lt;/a&gt; EVELYN, 2007.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn14" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref14" name="_edn14"&gt;[xiv]&lt;/a&gt; Ibid.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn15" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref15" name="_edn15"&gt;[xv]&lt;/a&gt; CASTELLS, 2002, p. 53.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;PONTUAÇÕES&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesse cenário, é válido pôr em tela o OCS (suas características, contradições, críticas) na cibersociedade analisada sob a perspectiva teórica exposta. Nesta análise, examinam-se duas questões problemáticas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro ponto se situa em formular uma crítica à faceta restritiva do congresso, visto que as portas estão abertas, mas nem tanto. Visitantes comuns podem espiar os textos, até copiá-los e recomendá-los a amigos. Entretanto, apenas os participantes devidamente inscritos possuem o direito de opinar no site, de publicar comentários e respostas. A área continua restrita por portas que pedem &lt;em&gt;login&lt;/em&gt; e senhas. Em seguida, e ainda nesta linha de raciocínio, é válido lembrar que a rede, inicialmente em 1969, se destinava tão-só para interligar laboratórios, centros de pesquisa e universidades. O uso comercial fora liberado só a partir de 1987 nos Estados Unidos &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;. Todavia, será que o domínio da rede para fins como o visado pelo OCS continua acantonado à academia? Isso não contraria o estandarte de conhecimento aberto para todos? Logo, como poderia conciliar a teoria do OCS à pragmática da net? Afinal, enquanto laboratório intelectual, o OCS deveria expandir seus saberes à imensidão da rede?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; Cf. BRETON, 1991 e NEGROPONTE, 1995.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como diz o &lt;em&gt;Observatorio para la CiberSociedad&lt;/em&gt;, “o ápice da participação democrática se dá quando o conhecimento é adquirível, isto é, quando se cumpre com o ideal da sociedade da informação” &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;. Tal como idealizava o marxista Bertold Brecht “que propunha aproveitar as tecnologias de informação como infra-estrutura da esfera pública democrática” &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn2" name="_ednref2"&gt;[ii]&lt;/a&gt;. À época de Brecht, esse ideário fracassou principalmente porque os Estados Unidos liberaram os monopólios de telecomunicações. E na atualidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os otimistas da cibercultura vibram com o surgimento das ferramentas que procuram possibilitar a participação ativa do usuário na construção do conhecimento. Os mais pessimistas ainda temem uma entropia de informações, um caos informático e uma ausência de certeza quanto à veracidade dos que é vinculado na rede &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn3" name="_ednref3"&gt;[iii]&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oposto às aspirações do &lt;a href="http://cibersociedad.net/"&gt;Observatorio para la CiberSociedad&lt;/a&gt;, a perspectiva para o futuro que predomina aqui é a acreditada por De Landa: No futuro próximo da Web, a disputa se acirrará entre poderosas forças hierárquicas, &lt;em&gt;Aol Time Warner&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Yahoo!&lt;/em&gt;, Estados etc, e as forças descentralizadas, nós &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_edn4" name="_ednref4"&gt;[iv]&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; &lt;a href="http://cibersociedad.net/"&gt;cibersociedad&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref2" name="_edn2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; DANTAS, 1995, p. 54.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref3" name="_edn3"&gt;[iii]&lt;/a&gt; AQUINO, op. cit.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#_ednref4" name="_edn4"&gt;[iv]&lt;/a&gt; JOHNSON, 2003, p. 204-205. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;AQUINO, Maria Clara. “Um resgate histórico do hipertexto”. In: Revista da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação. São Leopoldo: Universidade do Vale do Rio dos Sinos, UNIrevista, vol. 1, n.° 3, julho de 2006. Disponível on-line em: &lt;a name="link1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.unirevista.unisinos.br/_pdf/UNIrev_Aquino.PDF"&gt;http://www.unirevista.unisinos.br/_pdf/UNIrev_Aquino.PDF&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;BARBOSA, Suzana. “Bancos de dados: Agentes para um webjornalismo inteligente?”. In: V Congreso IberoAmericano de Periodismo en Internet, novembro de 2004. Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia. Disponível on-line em: &lt;a href="http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/2004_barbosa_agentes_inteligentes.pdf"&gt;http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/2004_barbosa_agentes_inteligentes.pdf&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;BRETON, Phillippe. História da informática. São Paulo: Editora Unesp, 1991.&lt;br /&gt;CANAVILHAS, João Messias. “A internet como memória”. In: Biblioteca On-line de Ciências da Comunicação. Disponível on-line em:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=canavilhas-joao-internet-como-memoria.html"&gt;http://www.bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=canavilhas-joao-internet-como-memoria.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="ind1"&gt;CASTELLS, Manuel. “Prólogo: A rede e o ser”. In: A sociedade &lt;/a&gt;em rede. São Paulo: Paz e Terra, 2002, p. 39-66.&lt;br /&gt;CORDEIRO, Andréia. “O que é o hipertexto electrónico?”. In: Digilitweb. Disponível on-line em: &lt;a href="http://www.uc.pt/diglit"&gt;http://www.uc.pt/diglit&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;DANTAS, Marcos. “A lógica do capital informação: Fragmentação dos monopólios e monopolização dos fragmentos num mundo de comunicações globais”. In: Comunicação &amp;amp; Política, v. 3, n. 1, 1995, p. 34-57.&lt;br /&gt;PINTO, Cristina Evelyn. “Acesso aberto”. In: Open Archives Inititative, março de 2007. Disponível on-line em: &lt;a name="ind2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://clube-oai.incubadora.fapesp.br/portal/bibdig/openaccess"&gt;http://clube-oai.incubadora.fapesp.br/portal/bibdig/openaccess&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="ind3"&gt;JOHNSON, Steven. Emergência: As vidas conectadas de formigas, cérebros, cidades e softwares. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;NEGROPONTE, Nicholas. Vida digital. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.&lt;br /&gt;&lt;a name="nota1"&gt;Observatorio para &lt;/a&gt;la Cibersociedad. Site oficial: &lt;a href="http://www.cibersocietat.net/"&gt;http://www.cibersocietat.net/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;PRIMO, Alex Fernando Teixeira. “Quão interativo é o hipertexto?”. In: Encontro da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, Compós, 2002. Disponível em: &lt;a href="http://www.comunica.unisinos.br/tics/?page=textos2002"&gt;http://www.comunica.unisinos.br/tics/?page=textos2002&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-5255557664527872639?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/5255557664527872639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=5255557664527872639&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5255557664527872639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5255557664527872639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/observaes-para-o-observatorio-para-la.html' title='Observações para o OBSERVATORIO PARA LA CIBERSOCIEDAD'/><author><name>Bruno Espinoza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03765286872267855654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-2648733002170342519</id><published>2007-07-21T14:04:00.000-03:00</published><updated>2007-07-21T18:43:06.499-03:00</updated><title type='text'>Nova Era</title><content type='html'>A Internet, nos últimos tempos, entrou em uma ascendente que cresce de forma assustadora. Cada vez mais, os lares possuem um micro computador, e as famílias acessam com mais profundidade a grande rede. Paralelamente, a Web vem se estabelecendo como a nova mídia, despontando no cenário jornalístico junto aos meios tradicionais, como o rádio, a televisão e os jornais impressos. Não somente se fixando como um espaço sólido no mercado midiático, a Web extrapola os limites da produção jornalística, modificando os padrões conhecidos da notícia, citados por Beatriz Ribas, “quais sejam, hipertextualidade, interatividade, multimidialidade, personalização, memória e atualização contínua”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a década de 70, com o primeiro e grande vislumbre de informatização da notícia com a experiência do conhecido jornal The New York Times, a prática jornalística na Web tem sido adaptada e remodelada. Na década de 80, Anthony Smith já fazia considerações acerca dos serviços de telefonia e sua relação fundamental com as empresas jornalísticas. “O serviço telefônico desempenha um papel direto e útil na construção das notícias” (SMITH, 1980).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produzir jornalismo na Web implica em compreender, inicialmente, o meio em que se está inserido. Quando na Internet, o usuário tem acesso a vários portais simultaneamente, pois tem uma gama de opções bastante extensa. Por ser inserida num ambiente tão multifacetado, a Web notícia deve atender a alguns princípios básicos, como rapidez, interatividade e interconexão entre temas. Os links atuam como verdadeiras portas de entrada e saída desses temas, interligando-os entre si conforme for mais conveniente. É o que Ribas define como o “mosaico de informações”, que possibilita ao internauta atingir diferentes posições a respeito de um mesmo assunto, ou conhecer mais sobre algum tópico relacionado, mas brevemente citado em uma determinada reportagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O hipertexto e os estágios do webjornalismo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entender o conceito básico de hipertexto, poder-se-ia imaginar um usuário acessando o website de notícias de sua preferência. Logo no topo da página, ele visualiza uma notícia sobre uma nova reforma ministerial no Governo Federal. Ao ler o texto, ele encontra uma série de elementos componentes, que não podem ser explicados no momento, pois, se assim fosse feito dentro daquele texto, sua proposta inicial e o tema principal seriam deixados de lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para solucionar esse tipo de entrave, o internauta, curioso acerca de mais informações sobre determinado aspecto da notícia (uma palavra que remete à discussão do aborto, inserida num trecho da notícia que trate sobre o Ministério da Saúde, por exemplo), e se assim o website o possibilitar, pode clicar em links relacionados à matéria em questão. Assim, ele irá acessar um outro documento, mais explicativo sobre, no caso exemplificado, o aborto e sua polêmica discussão e recentes desdobramentos sobre o debate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, um texto na Web pode oferecer inúmeras facetas ao usuário, como notícias relacionadas, vídeos, imagens, áudios de entrevistas, dentre outros. Ao invés de visualizar um único texto sobre uma única temática, o leitor da Web pode acessar, através dos links, um sem-número de informações variadas, constituindo o que chamamos de hipertexto. Essa discussão nos remete aos conhecidos três momentos do jornalismo na Web, que, concomitantemente, nos levam a três paradigmas de narrativa para o webjornalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um primeiro estágio, todo o texto dos jornais impressos é copiado para a Web, sem quaisquer tipos de adaptação à nova mídia ou formatação modificada. A possibilidade de expandir a leitura para outros temas relacionados, através de links, não existe nessa fase. Por esse motivo, o modelo narrativo que acompanha esse primeiro estágio é chamado de modelo Linear, nomeado assim por ser a narrativa dotada de começo, meio e fim identificáveis ao longo do texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa primeira fase evolui para um segundo estágio do webjornalismo, que trás o segundo modelo narrativo, a saber, o Hipertextual Básico. No referido modelo, a forma linear de leitura começa a ser quebrada gradualmente, ou seja, alguns links passam a compor os produtos da Web. Esses links são utilizados para melhor organizar as informações no texto. As mudanças desse estágio em relação ao anterior não são profundas. Aqui o leitor pode experimentar certo tipo de interatividade, ainda que de forma escassa e pouco definida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, temos a terceira fase do webjornalismo, que trás consigo o modelo Hipertextual Avançado. Nesse momento, as narrativas passam a ser interligadas, e a interatividade atinge um nível bastante avançado. O leitor é remetido a publicações antigas sobre o tema que ele está lendo, além de poder acessar, sempre através de links, entrevistas em vídeo, imagens e outros recursos que fazem parte da nova narrativa jornalística. Alguns sites, nesse estágio, permitem que o internauta opine sobre o tema, seja através de blogs, ou dentro da própria publicação, além de disponibilizarem enquetes e salas de bate-papo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalismo na Web caminha para modelos cada vez mais avançados. Mas, antes disso, os usuários precisam apreender melhor das características da nova mídia, para que haja um processo mais eficiente. Com suas diferentes e variadas opções, a Web tem se tornado um importante e atrativo meio de inserção da práxis jornalística. Entretanto, parece ser constante a busca por uma linguagem própria e mais desprendida dos parâmetros já conhecidos utilizados por outras mídias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Novos padrões&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Adequação à nova mídia. Esse é um dos maiores desafios estabelecidos aos novos jornalistas. A procura por uma nova linguagem que se ajuste aos moldes da web é a máxima que conduz todos os esforços para a fixação e perpetuação da mídia digital como forma de informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença que existe entre profissionais do meio impresso e quem trabalha na versão on-line não é a tecnologia empregada, mas sim o modo de pensar. “A internet está obrigando os profissionais a pensar em formato multimídia”, afirma Carlos Castilho em uma das publicações de seu blog. E isso é apenas uma síntese das novas rotinas que a web impõe aos jornalistas. A capacitação profissional é outro ponto chave, uma vez que exige do trabalhador flexibilidade e conhecimento das plataformas digitais para postagens e edição de vídeos, fotos e textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse novo modelo de jornalismo “o mais importante é a capacidade de montar a narrativa com os ingredientes multimídia do que escrever o texto”, completa Castilho. Há também a competência do jornalista no que diz respeito ao relacionamento com o leitor. O profissional deve sempre manter atuante o canal de interação com o público como uma forma de demonstrar interesse pelo feedback e respeito àqueles que também participam da construção da notícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Trabalho coletivo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos jornalistas ainda trabalha com a idéia de produção e divulgação linear da notícia. Acredita-se que cabe somente ao comunicador a tarefa de fabrico da informação, que somente ele possui a capacidade de criação e as ferramentas de publicação. Esse pensamentos vai na contra-mão das novas tendências. É cada vez mais ampla a participação do público tanto na via opinativa quanto no processo de modelação da notícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A passividade dos leitores tornou-se exceção nos processos noticiosos, ainda mais com o advento da Internet como mais um meio de divulgação de informação. O público é, agora, incômodo, “enxerido”, crítico e curioso quanto à participação na produção de matérias. Mas essa ânsia por ação direta incute ao público responsabilidade e desafios. Como novos produtores, os leitores passam a ter as mesmas obrigações éticas e morais no quis diz respeito à divulgação de notícias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os usuários ainda não conhecem seus limites e condicionamentos. Isso pode acarretar um descontrole na disponibilidade de materiais noticiosos e erros por vezes primários na produção jornalística. Há, também, uma preocupação em relação a segmentação de interesses para que “as preocupações possam ser resolvidas sem restrições”, afirma Castilho em mais uma de suas publicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Remodelação acadêmica&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dentre todas as áreas da comunicação, o jornalismo é a que mais sofre com as novas inovações da tecnologia da informação. E essa onda de atualizações está exigindo das escolas de jornalismo uma urgente revisão de métodos e conteúdos de ensino sob a pena de formarem profissionais defasados para o mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;O corpo docente das universidades ainda vê as tecnologias da web com olhos de deslumbramento. Não há uma conscientização da velocidade de penetração dessas tecnologias e muitas faculdades ainda consideram essa fase passageira, que não influenciará o modelo de jornalismo já instaurado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A eficiência do ensino passa a sofrer quedas uma vez que o interesse de alunos pelas ferramentas da web é maior do que o dos próprios professores. Não existe um acompanhamento de mentalidade, um acordo mútuo de aceitação e remodelação à nova tecnologia. Isso decorre das muitas dúvidas ainda existentes sobre o melhor método de inclusão do jornalismo on-line na grade curricular das escolas de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho na web exige do profissional conhecimentos além dos ensinados nas academias. O aluno precisa saber manusear as ferramentas disponibilizadas e isso coloca a Universidade em uma posição de questionamentos quanto ao modo como conduzir o ensino dessas inovações. Existe também o medo de até onde dar liberdade de criação ao aluno, pois a Internet permite uma gama infinita de ações e intervenções nos produtos midiáticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como cita Castilho em matéria publicada em seu blog no dia oito de fevereiro, “a universidade tem uma função experimental insubstituível na questão da comunicação on-line porque, nas atuais circunstâncias do país, é a única instituição capaz de pesquisar a interface humana e social das inovações tecnológicas, especialmente na área da informação”. Disso decorre as parcerias bem sucedidas entre o ensino acadêmico e a inserção das novas ferramentas midiáticas no meio profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Marcel Pereira&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Ricardo Sottero&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-2648733002170342519?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/2648733002170342519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=2648733002170342519&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2648733002170342519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2648733002170342519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/nova-era.html' title='Nova Era'/><author><name>Ricardo Sottero</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_-2GdG_hUnU4/Sgy13XJBgEI/AAAAAAAAAKY/PBPc7WIsYgA/S220/43179979.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-6856306066901585448</id><published>2007-07-19T20:51:00.000-03:00</published><updated>2007-07-23T20:57:10.214-03:00</updated><title type='text'>O jornalismo na rede</title><content type='html'>Luciano Guaraldo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As novidades tecnológicas estão transformando radicalmente o ambiente de trabalho, as rotinas e as &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/04/como-fazer-jornalismo-na-web.html" target="_self"&gt;normas da atividade jornalística&lt;/a&gt;. O mais recente salto ocorreu com a popularização da internet, no fim da década de 1990, quando surge um novo panorama na sociedade mundial e, principalmente, na comunicação midiática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa vez, a mudança ocorreu não apenas no processo de produção, mas estendeu-se a ponto de alterar até mesmo o comportamento do público receptor da notícia. Anteriormente classificados como consumidores passivos, os leitores estão passando para a categoria de público ativo, com a possibilidade de interferir no conteúdo lido de diferentes maneiras. A interatividade com o leitor deixa de ser uma mera opção e torna-se uma obrigação, com a criação de fóruns, enquetes e grupos de discussão dentro de diversos jornais online.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa interação produtor-consumidor atingiu tal estado que está se estendendo para outras mídias. Na televisão, por exemplo, é cada vez mais comum observar apresentadores de televisão dizendo que “maiores informações podem ser encontradas no site do programa”, ou que algum especialista participará de um chat com o público que tiver dúvidas sobre o tema abordado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista não é um profissional como um médico ou um advogado, pois a relação que o primeiro estabelece com seus clientes (os leitores) é diferente da estabelecida pelos outros. Como defende João Canavilhas, na obra &lt;a href="http://www.bocc.ubi.pt/pag/canavilhas-joao-texto-inteligente-qualidade-zero.pdf" target="_self"&gt;&lt;em&gt;Texto inteligente e qualidade (quase) zero&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, “o jornalista não oferece os seus serviços a um particular, mas a um conjunto de pessoas, entendendo essa missão como um serviço público” (2002, p. 1). Assim, sem o contato direto com seu cliente, torna-se praticamente impossível ao jornalista conhecer o público e seus desejos, especialmente porque um público grande e heterogêneo apresenta desejos distintos e, muitas vezes, contrários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No jornalismo na web, a situação se complica ainda mais, pois o público que consumirá o produto não está restrito a um espaço geográfico; ele pode acessar a notícia de qualquer parte do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma recente dissertação de mestrado do norte-americano Max Magee, da Universidade de Northwestern, mostrou que a grande diferença entre profissionais do jornalismo online e de formas preexistentes não é a mera utilização das questões tecnológicas, e sim a forma diferente de pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A internet, dentro de suas especificidades, obriga o webjornalista a criar seu texto em formato de hipermídia, produzindo narrativas não lineares que possibilitam ao leitor criar o seu próprio caminho de leitura, de forma que os diversos textos façam sentido em sua individualidade e também como um documento completo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-6856306066901585448?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/6856306066901585448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=6856306066901585448&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/6856306066901585448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/6856306066901585448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-jornalismo-na-rede.html' title='O jornalismo na rede'/><author><name>Luciano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-5113067989207934299</id><published>2007-07-18T20:07:00.000-03:00</published><updated>2007-07-18T22:37:26.017-03:00</updated><title type='text'>Hipertexto: Origem, Leitura e Novas Possibilidades de Uso</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Rafael Drummond&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje, há quem diga que estamos vivendo uma terceira revolução industrial, onde as tecnologias de ciberespaço e a potencialidade do real através do virtual estão ganhando cada vez mais força. Talvez não só isso, mas estamos vivendo uma revolução silenciosa da nossa própria maneira de pensar. A Internet, grande veículo dessa virtualidade, do ciberespaço, tem sua origem numa nova forma de estruturação. Tal estrutura deu voz ao que muitos pensadores estavam formulando para as teorias da informação: &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/quando-o-fsico-e-matemtico-vannevar.html"&gt;uma forma não hierarquizada e descentralizada de lidar com os elementos&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para facilitar e otimizar a comunicação a longa distância entre suas bases, em 1969 a &lt;a href="http://www.defenselink.mil/"&gt;Secretaria de Defesa dos Estados Unidos&lt;/a&gt; deu início ao projeto da Internet. O objetivo era criar uma rede de cabos com receptores descentralizados para que a comunicação nunca se rompesse, mesmo que um terminal falhasse. Sua estrutura seria revolucionária e levaria a tomar corpo em uma das linguagens usadas por esse suporte tecnológico com o advento da World Wide Web (WWW), em 1989: o hipertexto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A idéia, o conceito, de hipertexto já existia, como verificaremos quando retomarmos a sua origem, mas ela ainda não era explorada. Sabemos, hoje, que sua potencialidade também não foi totalmente gasta e que há muito para acrescentar e se aproveitar dessa estrutura. O seu diferencial é não ser centralizado, ou &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/lendo-e-construindo-informao.html"&gt;não possuir uma forma já determinada de leitura&lt;/a&gt;, como há nos livros tradicionais em que o autor conduz a formação da informação na mente do leitor. Já no hipertexto isso pode ser quebrado pelo fato dele ser basicamente composto por blocos de informações que estão interconectados através de links (ligações) que se &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/h-de-vir-mais-possibilidades.html"&gt;remetem ao próprio texto ou a canais externos&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, aquele que ler o hipertexto pode passar para um bloco de informação sem ter que terminar o anterior. Da mesma maneira como a Internet é comparada a uma rede, o hipertexto também pode receber tal rótulo, pois se bem construídos cada link levará a novas associações e assim por diante. Maria Clara Aquino diz descreve exatamente essa característica dessa estrutura textual: “Navegar em um hipertexto significa, portanto, desenhar um percurso em uma rede que pode ser tão complicada quanto possível. Porque cada nó pode, por sua vez, conter uma rede inteira” &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/bibliografia.html"&gt;(AQUINO, pág 2)&lt;/a&gt;. A informação se construirá com &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/lendo-e-construindo-informao.html"&gt;a leitura do texto que o leitor escolher&lt;/a&gt;. Da mesma forma que o cérebro humano, o hipertexto tem a possibilidade de fazer associações por meio dos links com outros assuntos, de maneira muitas vezes aleatória.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-5113067989207934299?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/5113067989207934299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=5113067989207934299&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5113067989207934299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5113067989207934299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/hipertexto-origem-leitura-e-novas.html' title='Hipertexto: Origem, Leitura e Novas Possibilidades de Uso'/><author><name>Rafael Del Monaco Drummond Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02503234440477360910</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-740226411495732703</id><published>2007-07-18T19:22:00.000-03:00</published><updated>2007-07-18T19:39:16.754-03:00</updated><title type='text'>Existe formato ideal para jornalismo no ciberespaço?</title><content type='html'>LIDIANE OLIVEIRA&lt;br /&gt;THAIS NUCCI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fenômeno da consolidação e da expansão vertiginosa da web como um meio utilizado habitualmente pelos seus usuários, em uma época já largamente denominada como a “era da informação”, gera a necessidade de se analisar essa mídia ainda em evolução, com o objetivo de explorar e desenvolver mais amplamente todos os recursos disponibilizados pela plataforma digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos estudiosos da área acreditam que a maioria dos jornalistas ainda não se deu conta de que está produzindo notícias para um &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/04/internet-como-espao-de-manifestao-da.html" target="_self"&gt;público que está mudando rapidamente de comportamento&lt;/a&gt;. Para Castilho, por exemplo, muitos profissionais agem como se nada estivesse acontecendo. Nessa linha, é possível notar que hoje, no Brasil, o jornalismo marca sua presença na internet ainda por meio das versões on-line de jornais impressos, juntamente a trabalhos de agências de notícias, de serviços de distribuição de notícias e de sites noticiosos especializados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, os principais instrumentos da rede mundial agora trazem cada vez mais novos e ampliados recursos tecnológicos, que facilitam o desempenho de inúmeras atividades e funções jornalísticas. Nesse âmbito, um dos grandes desafios é, sem dúvida, definir um modelo a ser implantado, a fim de acarretar melhorias na qualidade gráfico-editorial da atuação jornalística produzida na rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro passo é instituir uma linguagem normalizada, com padronizações adequadas para o formato web. Para J. B. Pinho, os elementos que compõem a &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/04/hipertexto-recria-linguagem-na-web.html" target="_self"&gt;estrutura de hipertexto&lt;/a&gt; devem estar calcados nos seguintes parâmetros: não-linearidade, fisiologia, instantaneidade, dirigibilidade, qualificação, custos de produção e de veiculação, interatividade, pessoalidade, acessibilidade e receptor ativo. De acordo com ele, “a comunicação deve ser rápida e ágil entre jornalista, fonte e leitor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralelamente, existe também a necessidade de se realizar um trabalho com mecanismos que visem a relação entre produto e convergência das mídias, com o objetivo de se compor “estilos” próprios. O webjornalismo iniciou-se no Brasil em 1995 e, num primeiro momento, apresentou-se somente na forma de textos. Posteriormente, em 1997, foi introduzido o recurso audiovisual. Atualmente, já é difícil pensar no jornalismo sem a abrangência da convergência midiática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que mudou e o que pode (e deve) mudar no chamado jornalismo do ciberespaço? A resposta ainda parece incerta. No entanto, cada um dos aspectos críticos que diferenciam a rede mundial das mídias tradicionais deve ser bem conhecido e considerado, para o uso adequado da internet como um poderoso instrumento de informação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-740226411495732703?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/740226411495732703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=740226411495732703&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/740226411495732703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/740226411495732703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/existe-formato-ideal-para-jornalismo-no.html' title='Existe formato ideal para jornalismo no ciberespaço?'/><author><name>Lidiane Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16158518725638210720</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-2400796511468201238</id><published>2007-07-17T18:49:00.000-03:00</published><updated>2007-07-17T18:55:54.207-03:00</updated><title type='text'>O PAPEL REVOLUCIONÁRIO DA COMUNICAÇÃO</title><content type='html'>Com a vitória simbólica do Capitalismo no final do século XX, o mundo assistiu a uma unidade ideológica inimaginável cerca de um século atrás. Paralelamente a esse processo de rearranjamento das idéias, operacionalizou-se uma revolução nos transportes e na comunicação, que, por meio de aparatos sofisticados, integravam potencialmente toda a população e o território dos países incluídos em um todo único. A última e mais decisiva cartada nesta integração simbólica e real se deu no campo do virtual, por meio da informática.&lt;br /&gt;Em 1969, com o advento da Internet em função da necessidade dos Membros da secretaria de Defesa dos Estados Unidos da América trocarem informações em uma alta velocidade e a longas distâncias, foi-se criando a plataforma para a revolução que se daria nos anos posteriores. Maria Clara Aquino, no artigo Um Resgate Histórico do Hipertexto: O desvio da escrita hipertextual provocado pelo advento da Web e o retorno aos preceitos iniciais através de novos suportes, lembra:&lt;br /&gt;“Em 1989, o engenheiro de sistemas inglês, Tim Berners-Lee, através de muito trabalho, acabou inventando o HTML, um novo formato para armazenar documentos no disco rígido de um computador que tivesse acesso permanente à Internet. Cada computador teria uma localização específica, a qual acabou sendo denominada de URL. Para acessar a URL era necessário um protocolo que foi criado e denominado de HTTP. Em seguida forma criados os links, que dependiam das URLs. Para experimentar todo o seu trabalho, Berners-Lee, com a ajuda do engenheiro Robert Cailliau, criou um servidor e um brownser, possibilitando assim a entrada de milhares de usuários no ciberespaço”.&lt;br /&gt;Um novo meio de comunicação, com todas as suas possibilidades de integração, aparecia não só como uma alternativa, mas como um meio singular e independente, tal como a televisão, o rádio e a imprensa. A grande vantagem da nova rede era a de oferecer, por meio de uma interface virtual, a união entre imprensa, rádio e televisão, somada a outras inúmeras possibilidades abertas pelo novo media, como os blogs, os chats, dentre várias outras, que ofereciam uma interatividade sem precedentes.&lt;br /&gt;Durante o século XX, assistiu-se, conforme o modo capitalista de produção de consolidava, uma concentração de renda e de poderio econômico nas mãos de grandes grupos privados. Isto se deu com muita força também na área da comunicação, que apresentava como detentores cada vez menos representantes variados de diversos setores da sociedade (variedade que ocorria em São Paulo, por exemplo, no início do século XX, por exemplo, com os jornais das colônias de imigrantes), para o domínio de poucos grupos gigantescos.&lt;br /&gt;A Internet possibilitou, mesmo com o advento dos grandes portais, uma saudável volta da “Anarquia”. A Internet, aliás, se constituí como um sistema notadamente anárquico, uma vez que com o enorme número existente atualmente de computadores pessoais, “criar” uma página pessoal ou um blog não é algo dispendioso. É estendida a um cidadão comum a possibilidade de apresentar voz e opinião a inúmeros setores da sociedade, tal como ocorria com as imprensas “caseiras” das colônias de imigrantes no século XX.&lt;br /&gt;Para Maria de Aquino, “A Web é cada vez mais o espaço de representação de coletividade, na medida em que abriga as mais diversas manifestações de cooperação entre os usuários: sites de relacionamento, fóruns de discussão, chats, comunidades virtuais, blogs, fotologs, são apenas alguns dos exemplos que atestam o caráter de cooperação presente na Web. Movimentos como o do cyberpunk, o do software livre, a questão da música eletrônica e a difusão do mp3, jornalismo open source, etc. As formas são várias, diferenciadas entre si, com objetivos diversos, mas com a cooperação e a coletividade em comum. A Web está cada vez mais povoada por formatos que transparecem a coletividade prevista na proposta de hipertexto de Nelson e que assim se tornam responsáveis pela passagem de um espaço construído individualmente para a realização conjunta de um ambiente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAS FORMAS DE DIFUSÃO DO CONHECIMENTO HUMANO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro tem sido, desde o advento da técnica de Gutenberg, o principal meio de difusão de conhecimento humano. Não sem razão, após tal advento, a filosofia e a literatura assistiram a uma explosão de publicações sem precedentes, sobretudo sob o “guarda-chuva” intelectual de diversas correntes, como o Iluminismo, o Modernismo, o Marxismo, dentre diversas outras. No artigo O Livro e o Computador: Viagens por Labirintos de Palavras, Sandra A. P. Santos aponta o livro como um formador cultural da sociedade Ocidental:&lt;br /&gt;“A cultura ocidental tem sido profundamente marcada por uma tradição de escrita e pelo domínio do códice impresso e do conhecimento livresco. De tal forma relevante é este domínio que muitos se referem à civilização ocidental como ‘a civilização do livro’. De fato, toda uma cultura está inscrita em livros. Os livros contêm a história e a tradição, as ânsias e os medos, as alegrias e feitos das civilizações e têm tido um papel fundamental na preservação de todos esses elementos. Para além de os livros terem vindo a desempenhar um papel vital no registro da informação, têm também sido relevantes na transmissão do saber de geração em geração, tendo-se afirmado no panorama cultural como poderosos veículos de conhecimento”.&lt;br /&gt;Os livros migraram gradualmente do cotidiano para se estabelecerem de fato e mais fortemente como produção acadêmica, das universidades, e tendo mantido até hoje sua importância como difusores do conhecimento. Coube a novela radiofônica e televisiva, além do cinema, a função de construção de narrativas de entretenimento, antes destinada exclusivamente aos escritores.&lt;br /&gt;Os livros, no entanto, perderam parte de seu espaço também pelo advento da imprensa, que se propunha, de modo cada vez mais rápido, a expressar de modo diário as diversas transformações em curso, sempre de acordo com as linhas editoriais de sua publicação, ou seja, de acordo com a sua visão da realidade.&lt;br /&gt;Do caldeirão de idéias presentes no início do século XX, onde os “ismos” dominavam e dividiam as diversas correntes intelectuais, o marxismo e o liberalismo, que sempre se propuseram como alternativas mais “universalistas” e consistentes, inclusive pelo seu maior número de adeptos, se estabeleceram por meio de seus respectivos modus-operandi, ou seja, o Capitalismo e o Socialismo, cada qual com suas virtudes e defeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="novosmeios"&gt;NOVOS MEIOS, NOVAS QUESTÕES?&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente nem só de benefícios se faz este processo. É notável o enorme número de problemas gerados por esta veloz difusão da informação na rede mundial de computadores, tais como crimes difundidos via rede, como a pedofilia e a prostituição infantil, além da questão da veracidade das informações jornalísticas divulgadas, uma vez que todos, potencialmente, podem se tornar co-produtores e autores da informação. Novos sistemas e padrões anárquicos de difusão de informação exemplificam isso, como o Wikipedia, o sistema Copyleft (que isenta e elimina dentro de si a antiga questão dos direitos autorais), dentre vários outros. fatores&lt;br /&gt;Maria Aquino no artigo Um Resgate Histórico do Hipertexto: O desvio da escrita hipertextual provocado pelo advento da Web e o retorno aos preceitos iniciais através de novos suportes, cita como exemplo o próprio Wikipedia: “A coletividade, a cooperação se manifestam livremente dentro da Wikipedia. Qualquer um pode criar um novo verbete, alterá-lo, incluir e/ou excluir links e dessa forma o texto é efetivamente coletivo, sem dono. Com links internos e externos, para dentro e fora da Wikipedia, os usuários alteram a morfologia da Rede, como afirmam Primo e Recuero e contribuem para a construção de uma Web de forma coletiva, mesmo que somente através da Wikipedia, já que em outras páginas da Web isso não é possível. Comunidades também surgem nesse espaço, já que muitas pessoas reúnem-se em torno de verbetes sobre os mesmo temas”.&lt;br /&gt;Para uma sociedade cada vez mais integrada neste sistema, se colocam questões como: “Em quem devemos confiar para nos informar?”.Neste ponto, os grandes portais, ligados os meios tradicionais, levam uma enorme vantagem.No entanto, não se pode desprezar a enorme quantidade de meios sérios e comprometidos com a informação verdadeira e correta, que se beneficiam deste processo. Certamente, muitos deles não poderiam subsistir em um meio convencional, impresso, televisivo ou radiofônico, já tomado pelos grandes conglomerados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="ospaladinos"&gt;OS PALADINOS DA REVOLUÇÃO&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entendermos a revolução textual com o advento da Internet é preciso entender o que é um Hipertexto. Segundo Andréia Cordeiro, no Artigo O que é o hipertexto electrónico e de que forma altera a organização e a utilização dos textos?, “Uma das características comuns às múltiplas definições de hipertexto é precisamente a sua natureza não-linear, não seqüencial, sem início nem fim, muitas vezes comparada aos processos associativos do pensamento”.&lt;br /&gt;Ou seja, o hipertexto é diferente da estrutura dos textos que estamos acostumados, com começo meio e fim. Sua estrutura é comparada a uma estrutura rizomática, sem um ponto central único, fazendo assim com que o texto possa ser interrompido em um ponto qualquer, sem afetar as demais partes, assim como ser retomado em qualquer um dos pontos restantes.&lt;br /&gt;A partir do hipertexto surge a hipermídia, que é composta por hipertextos conectados por Links que remetem constantemente a outros textos da hipermídia. Quando da leitura de um livro, constantemente somos obrigados a interromper nossa leitura para lermos certas notas de rodapé que complementem a informação do texto principal. Na Hipermídia isso se dá através dos Links, que podem levam a novas janelas com textos complementares surgindo o risco de o leitor desistir da leitura até então considerada principal.&lt;br /&gt;Por isso Andréia Cordeiro lembra que “cada nota ou comentário, a consultar por parte do utilizador tem lugar num nó ou numa ligação. Apesar de o leitor ser obrigado a efetuar uma pausa na leitura, os detalhes podem surgir num bom sistema de janelas, nunca abandonando a leitura principal. Mas do ponto de vista do leitor uma nova janela pode significar uma zona diferente na página de papel e por isso a diferença consiste nos novos meios eletrônicos, na possibilidade de ligar não apenas texto e nota, mas transformar a nota num ponto de entrada noutros textos. Ou seja, desfazer a autonomia do texto principal relativamente às suas fontes e aos seus intertextos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jonatas Marcelino e Thybor Brogio&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-2400796511468201238?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/2400796511468201238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=2400796511468201238&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2400796511468201238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2400796511468201238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-papel-revolucionrio-da-comunicao.html' title='O PAPEL REVOLUCIONÁRIO DA COMUNICAÇÃO'/><author><name>Thybor Brogio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07005280635180375086</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-1662666357757515258</id><published>2007-07-16T20:57:00.000-03:00</published><updated>2007-07-17T21:44:04.290-03:00</updated><title type='text'>Análise crítica do Hipertexto na atualidade</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Fernanda Testa&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Letícia Resende&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1.&lt;a name="analise"&gt;Uma análise histórica.&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O conceito atual de hipertexto define que este se constitui de nós ligados por conexões. No caso da Internet, o hipertexto seria a quantidade infinita de links presentes na Web. Os nós podem ser apresentados em forma de palavras, imagens, gráficos, áudio, vídeo, etc. Dispõem-se de forma não-linear, podendo um nó ser conexão para uma rede inteira.&lt;br /&gt;Ao contrário do que se pode imaginar, a idéia de hipertexto não nasceu com o advento da Internet. Desde a Idade Média, os leitores faziam um rol de anotações nos cantos das páginas dos livros, e depois as transferiam para um caderno de “lugares comuns”, que poderia ser consultados por outros posteriormente. Tais cadernos eram conhecidos pelo nome de marginalia. Um exemplo de uso da escrita hipertextual nessa época pode ser encontrado nos trabalhos de Leonardo da Vinci (1452- 1519). Assim como os leitores, Leonardo adicionava anotações nas margens das páginas de seus documentos escritos.&lt;br /&gt;Já no século XX, mais precisamente no ano de 1945, é a vez do físico e matemático americano Vannevar Bush trazer de volta a noção de hipertexto, através da publicação de seu artigo “As we may think”, que traçava o panorama do funcionamento do Memex, uma idéia primitiva que pode ser comparada aos computadores pessoais de hoje em dia. Partindo da idéia de que o pensamento humano organizava informações e as utilizava através de associações aleatórias, Bush projetou o modelo do Memex. Um ano depois, em 1946, surge o primeiro computador eletrônico, projetado por John W. Mauchly e J. Presper Eckert, da Universidade da Pensilvânia, EUA. O funcionamento deste computador dependia de inúmeros cabos telefônicos, e a máquina era extremamente pesada. Ao longo dos anos, foram sendo projetados computadores cada vez menores e mais rápidos, até que em 1965, a Digital Equipment lança o primeiro minicomputador comercial. É nesse mesmo ano que o filósofo e sociólogo Ted Nelson apresentou o projeto por ele denominado Xanadu, que consistiria numa biblioteca universal baseada em hipertexto. Apesar de ter sido uma idéia que não saiu do papel, o projeto Xanadu tinha o diferencial de trabalhar com a conexão entre documentos.&lt;br /&gt;Porém, a aplicação efetiva do hipertexto só veio a consolidar-se com o desenvolvimento da World Wide Web, concebida em 1989 pelo engenheiro de sistemas inglês, Tim Berners Lee. Foi o engenheiro que também inventou o HTML, formato para armazenar documentos no disco rígido de computadores conectados à Internet. A partir daí, com a ajuda do engenheiro Robert Cailliau, Lee criou um servidor e um browser, o que possibilitou a entrada de milhares de pessoas na Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-hipertexto-e-interatividade.html"&gt;2. O Hipertexto e a Interatividade&lt;/a&gt; &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-hipertexto-e-seus-benefcios.html"&gt;&lt;br /&gt;3. O Hipertexto e seus benefícios&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/as-desvantagens-do-hipertexto.html"&gt;4. As desvantagens do Hipertexto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/consideraes-finais_20.html"&gt;5. Considerações finais&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-1662666357757515258?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/1662666357757515258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=1662666357757515258&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1662666357757515258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1662666357757515258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/anlise-crtica-do-hipertexto-na_16.html' title='Análise crítica do Hipertexto na atualidade'/><author><name>Letícia Resende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00014683515149619988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-1467805763576194787</id><published>2007-07-14T19:38:00.000-03:00</published><updated>2007-07-14T19:42:00.358-03:00</updated><title type='text'>Os bancos de dados e a informação virtual alcançável pela memória</title><content type='html'>Os bancos de dados e a informação virtual alcançável pela memória&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também conhecidos como bases de dados, tais terminais vem se transformando em uma alternativa aos vícios do jornalismo impresso anteriormente utilizados no Webjornalismo. A facilidade com que mostram sua capacidade em atingir e contagiar o ambiente digital, mostrando-se provedores de novas tecnologias onde o jornalismo se encaixa devidamente disposto a mudanças estruturais necessárias aos seus novos anseios de alcance global, demonstra as qualidades desses bancos de dados e suas nuances.&lt;br /&gt;Surgidos em meados dos anos 70 como ferramentas da produção jornalística que auxiliavam na obtenção de novas e importantes informações que contribuíam para o aprofundamento das notícias e reportagens empregadas, os bancos de dados vêm se mostrando atualmente como um novo formato de desencadeamento informacional repleto de inovações perceptíveis aos usuários da Internet, cada vez mais integrados ao sistema de comunicação e informação digital, e cientes da evolução dos meios midiáticos tradicionais em prol da presença contínua das novas tecnologias.&lt;br /&gt;Mas é preciso diferenciar ainda mais especificamente os atuais bancos de dados dos antigos, já que os novos BD tem como regra e característica essencial a relação que possuem entre si, que proporciona e facilita a busca pela informação completa, ultrapassando limites de maneira antes inimaginável para arquivos presentes anteriormente, disponíveis para consulta, mas que não possuíam estrutura tecnológica suficiente para armazenamento contínuo de informação jornalística integrada de forma reticular, como hoje.&lt;br /&gt;Quando dos princípios da percepção dos meios midiáticos de que havia naquele momento de mudança da cultura e sociedade, uma necessidade de mudança também no que se refere aos modos de divulgação de notícias e informações, foi de suma importância o surgimento da informatização para que o processo de produção fosse acelerado e o público obtivesse um acesso maior aos dados que desejasse e precisasse para o aumento do conteúdo informacional.&lt;br /&gt;Dentro do jornalismo, podemos observar primeiramente uma informatização dos meios, antes feita de maneira considerada mais lenta e não progressiva, fato que provocou uma série de reações pontuais dos profissionais da área, redes televisivas, grandes e pequenos jornais impressos e emissoras de rádio, dentro da perspectiva da necessidade da inovação e adaptação dos antigos meios a uma plataforma e um formato mais sólidos e rápidos.&lt;br /&gt;Ainda funcionando como contribuição dessa reação quase que imediata da mídia como um todo, a popularização da Internet, feita por meio do sistema WWW (World Wide Web), proporcionou aos usuários transformarem suas rotinas de busca pela informação imediata uma tarefa bastante facilitada devido ao surgimento de uma nova visão da mídia, contaminada pela dinâmica dos portais e em busca de cada vez mais maneiras de levantar como virtude a interatividade de seu público em relação aos meios, deixando de lado a anterior passividade e trabalhando por uma produção assistida e veloz.&lt;br /&gt;Partindo do princípio da memorização da Internet pelos seus usuários, observamos a importância do acesso às informações ser muito rápido e, de formato confidencial, a privacidade, para que possa ser garantida a qualidade desse acesso e a contínua interatividade desses usuários em busca pela informação.&lt;br /&gt;Essa informação deve prezar por ter organizados bancos de dados que correspondam às expectativas dos usuários, ampliando as facilidades ao demonstrar por meio de mensagens visuais e textuais um guia dentro do ambiente digital, multiplicador de informações, porém sem que se perca o caminho por onde seguem quem as utiliza, para que estes encontrem o que procurem e, algumas vezes, possam complementar a sua busca com novas alternativas propostas que podem ser encontradas na interligação desses bancos de dados.&lt;br /&gt;Também presente nos hardwares e softwares, explicitados pelos discos rígidos e o browser da navegação pela Internet dos computadores, a memória para as páginas da Web podem ser comparadas ao cérebro e aos sentidos humanos na medida em que concentra as informações e as organiza de maneira a trransformá-la em memória contínua.&lt;br /&gt;A busca por informações na World Wide Web e sua forma de catalogação também podem ser consideradas semelhantes às do cérebro humano. A diferença reside na presença das palavras-chave para obter-se dados na Internet enquanto que para a memória humana basta o arquivamento e lembrança de imagens e textos antes visualizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prática do jornalismo na Internet e a adaptação digital&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            O jornalismo, como visto anteriormente, preocupou-se, em meados dos anos 70, a transformar primeiramente suas publicações impressas em experiências de versões digitais, no momento seguindo tendências de moldar-se a um novo ambiente em crescimento. A descentralização de informações e o advento de novas formas de construção de narrativas feitas pela constatação das necessidades do virtual e do digital então presentes, modificou a partir daí o modo como a mídia começaria a tratar essa nova tecnologia informacional.&lt;br /&gt;            Para tentar fazer com que esse inovador bombardeamento de informações não se tornasse meramente provedor de quantidades inestimáveis sem que se preocupasse com o conteúdo, alguns autores como Daniel Morgaine tentavam mostrar as possibilidades que existiam de, ao mesmo tempo, a mídia aumentar a sua produção e o acesso às informações sem que a qualidade fosse deixada de lado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo a informação uma matéria muito elaborada, difundida por uma série de meios cada vez mais diversificados, a imprensa escrita deve fazer pontes em torno de si mesma, em todas as direções, até as demais fontes de difusão de informação. Trata-se, sobretudo, para a empresa de imprensa, aproveitar neste momento as novas possibilidades tecnológicas. A era das comunicações é para a imprensa escrita a era da automação. Os novos procedimentos de impressão, os meios de telecomunicações e informática, hão de ser os instrumentos modernos que, postos a serviço de um diário, permitirão não somente diminuir a separação tecnológica entre a imprensa escrita e os outros meios de comunicação, mas também ampliarão o campo de ação do mercado do diário de informações (Morgaine, 1972, p. 26).&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;Tentando exemplificar também como novos modelos de narrativa textual permeiam as diferenças entre o antigo jornalismo e a sua digitalização, encontramos como ótima novidade o hipertexto, conceito estabelecido a partir da segmentação da narrativa e sua distribuição em links, textos curtos e objetivos e inter-relacionamento de bancos de dados permanentes.&lt;br /&gt;Seja colocado de maneira linear ou não, o hipertexto modificou de maneira abrangente as estruturas digitais do Webjornalismo, produzindo uma inovação não só tecnológica como também feita para o acesso rápido e a fragmentação do discurso. As antigas formas de narrativa, consideradas mais densas e por isso menos acessadas, deram lugar a um método diferenciado de obtenção de textos, imagens e mesmo vídeos, que contribuem para uma maior interação dos usuários.&lt;br /&gt;De diversas maneiras os usuários da Internet sentem-se parte do processo de interatividade e por essas maneiras eles exploram o diferencial encontrado no sistema da World Wide Web.  Mostrando suas opiniões por meio de enquetes, conversas com jornalistas e envio de e-mails, construção de matérias feitas pelos leitores, adição de informações a matérias anteriormente publicadas, entre outros modos, além da navegação contínua feita através do hipertexto.&lt;br /&gt;O conceito de multimídia, também surgido com a informatização do jornalismo, tornou-se ainda mais presente com o objetivo de mostrar e ilustrar todas as informações com textos, fotos, vídeos, áudios, animações, além da integração entre essas formas de manifestação, colocando mais uma vez a interatividade e hipertextualidade já promovidas.&lt;br /&gt;Entretanto, mesmo com todas as facilidades da hipertextualidade, da interação e da multimídia, existem ainda alguns empecilhos presentes que fogem do controle dos usuários e mesmo dos provedores de informação encontradas na Internet. Um dos principais problemas é uma forma de educação a ser feita sem que existam tradicionais ensinos presenciais.&lt;br /&gt;Sendo assim, a Internet e o Webjornalismo se tornam virtualmente novos espaços de experiência onde é feita essa educação, tecnológica e humana, onde é possível contornar o problema citado. &lt;br /&gt;Se a hipertextualidade e a interação contínua podem ser problemas para a preocupação de se manter um conhecimento pela dificuldade da leitura on-line, também podem se transformar em solução quando identificados como aquelas facilidades que permitirão não só inovações tecnológicas, mas também um novo aprendizado que trará à vida cotidiana do usuário a experiência virtual que este procura e transporta para a sua realidade presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Giovanni Giocondo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-1467805763576194787?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/1467805763576194787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=1467805763576194787&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1467805763576194787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1467805763576194787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/os-bancos-de-dados-e-informao-virtual.html' title='Os bancos de dados e a informação virtual alcançável pela memória'/><author><name>Giovanni Giocondo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00532739192655052148</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_fRPeTJcrO8k/TS8QiSs_DpI/AAAAAAAAAGQ/rtQ-fVBB7Lc/S220/OgAAAAnNjrDpZmtQ1aferHsyj0E-wVJ1W2QvHREbZ3BtrEEgwNhNYiInW4zC1qlt1sQCtqAiOAgY_2NPLA_46EQMXjoAm1T1UCPIzhsq1N3u3T-rkQvYiynPs8KB.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-5121123494951309676</id><published>2007-07-12T10:05:00.000-03:00</published><updated>2007-07-12T10:19:31.583-03:00</updated><title type='text'>A Memória como uma Biblioteca Virtual</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Paula Maria Prado &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Joanna Brandão&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma crítica publicada na revista &lt;a name="VEJA"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/160507/p_070.shtml"&gt;VEJA&lt;/a&gt; dessa semana chamou-nos atenção pelo assunto inusitado: Pierre Bayard, um psicanalista francês, escreveu um livro cujo nome é Comment Parler dês Livres que l’On n’A pás Lus? (Como Falar dos Livros que Não Lemos?). De fato, o livro parece um manual de “malandragem” para as pessoas se saírem bem quando são questionadas sobre um determinado livro não lido. Porém, de acordo com a crítica, trata-se de um “ensaio inteligente sobre as várias formas de apreciar um livro”.&lt;br /&gt;Entretanto, o que mais nos chamou a atenção foi a comparação do autor afirmando que a memória é uma biblioteca virtual. E ele está certo. Nossa mente funciona como os mecanismos da internet. Cada leitor carrega consigo um repertório de livros e conhecimentos que permite contínuo acesso. Quando nos falam a palavra “Macunaíma”, por exemplo, realizamos uma busca mental e, logo, nos vem a descrição do “herói sem nenhum caráter”; se nos aprofundarmos, teremos também a imagem de Grande Otelo no filme, e sua eterna moleza: “Ai que preguiça...” e, se o sucesso da busca for absoluto, lembramo-nos que o autor da obra é Mário de Andrade e que esta foi escrita em seu período Modernista.&lt;br /&gt;Nossa memória é como um &lt;a href="http://www.blogger.com/hiperlink.doc"&gt;hipertexto&lt;/a&gt; em constante atualização e expansão. Afinal, todos os conceitos e conhecimentos que possuímos guardados em nossa mente, estão conectados. Para nos encaminharmos para um ou outro, tudo dependerá de nossa necessidade no momento, da associação que fizermos. Assim, podemos percorrer diferentes caminhos, sendo nós mesmos os responsáveis pela criação dessas trilhas, conforme nosso repertório.&lt;br /&gt;Sendo a memória como uma rede de informações, com suas interligações, sempre apta a novas informações, tal como a internet, ela também pode falhar. Quem nunca se atrapalhou com os &lt;a href="http://www.blogger.com/Personagens%20perdidos%20na%20memória.doc"&gt;personagens&lt;/a&gt; de uma obra? É uma confusão de nomes... Dom Casmurro e Brás Cubas, Luisa e Amélia, Aurélia e Adelaide...&lt;br /&gt;Enfim, as conexões que fazemos, muitas vezes errôneas, nada mais são que hiperlinks desviados. E ler ou não determinado livro, é um processo essencial para a manutenção dessa rede. Como Bayard disse: “para ler o bom, uma condição é não ler o ruim: porque a vida é curta e o tempo e a energia escassos”. O livre arbítrio na escolha das leituras é o que sustenta a rede de informação.&lt;br /&gt;É ilusão achar que se pode ler e &lt;a href="http://www.blogger.com/armazenar.doc"&gt;armazenar&lt;/a&gt; tudo, enquanto estamos na terceira página do livro, já esquecemos os detalhes da primeira. Por isso, um arquivo que auxilie na busca dessa contingente de informação se faz necessário. Não é a toa que muitas pessoas carregam agendas e a consultam hora a hora durante o dia. A internet, com seus mecanismos de busca, links e mais links com novas informações, mantém como forma de “organização” sites de assuntos específicos, que inclusive podem ser encontrados em sites de busca. Infelizmente nossa mente ainda não se organizou em claros sistemas organizacionais, temos ainda que recorrer a lembretes e diversas outras formas de dados para nos lembramos de afazeres, de nomes ou, simplesmente, de dados do nosso repertório.&lt;br /&gt;Quando nos perguntam o que achamos de determinado livro, mesmo que tenhamos lido, não falaremos da obra em si, mas de uma lembrança dela que está em nossa mente. E é baseado nesse conceito que Bayard faz a defesa de seu livro. Há macetes explicados para o leitor não passar vergonha admitindo que não lembra do conteúdo de um livro, ou mais, como sugere o titulo da obra: que nem tenha lido a obra. Esses macetes vão de falar do livro com convicção a discorrer sobre a importância que o livro tem em sua vida. Em último caso, o autor sugere que invente episódios, capítulos ou até falar de autores e livros que não existem.&lt;br /&gt;De fato, se um livro foi largado pela metade ou apenas folheado, ele já faz parte do repertorio do leitor, afinal já foram criados links em sua biblioteca virtual, sua memória. Criticas, comentários e resumos ajudam a compor uma idéia sobre a obra. O livro de Bayard causa controvérsias, pois falar de algo que não se conhece por inteiro é sempre um risco, entretanto, como o próprio escritor defende, ninguém precisará ler seu livro para já ter uma opinião a seu respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Características do Hipertexto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Heim(1993), o hipertexto é um modo de interagir com textos e não só uma ferramenta como os processadores de textos. Por sua característica, o usuário interliga informações intuitivamente, associativamente. Assim como em nossa mente, onde também ocorre interação entre as velhas informações já absorvidas e as novas informações vindas de fora (leituras, outras pessoas, experiências, etc.).&lt;br /&gt;Através de saltos - que marcam o movimento do hipertexto - o leitor assume um papel ativo, sendo ao mesmo tempo co-autor. Em nossa memória também realizamos esses saltos, a todo o momento, quando buscamos informações específicas.&lt;br /&gt;Para &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ted_Nelson"&gt;Ted Nelson&lt;/a&gt;, o hipertexto possibilita novas formas de ler e escrever, um estilo não linear e associativo, onde as noções de texto primeiro, segundo, original e referência caem por terra. Em nossa mente, também não existe uma ordem pré-estabelecida das informações armazenadas.&lt;br /&gt;Para &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pierre_lÃ©vy"&gt;Lévy&lt;/a&gt; (1993) o hipertexto é um conjunto de nós ligados por conexões. Os nós podem ser palavras, páginas, imagens, gráficos, seqüências sonoras, documentos complexos que podem eles mesmos ser hipertextos.&lt;br /&gt;Dessa forma, tanto o hipertexto como a memória são os conjuntos de informações, podendo ser textuais, sonoras, e combinadas com imagens (animadas ou fixas), organizadas de forma a permitir uma leitura (ou navegação) não linear, baseada em indexações e associações de idéias e conceitos, sob a forma de links. Estes agindo como portas virtuais que abrem caminhos para outras informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Personagens perdidos na memória&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calma, se você já está confuso (ou sua “busca não funcionou direito”), nós esclarecemos: Dom Casmurro é o nome de um romance de Machado de Assis cujo personagem central é Bentinho (também conhecido como Dom Casmurro por sua reclusão), e Brás Cubas é o defunto de Memórias Póstumas de Brás Cubas que para distrair-se da monotonia da eternidade, escreve suas memórias com a “pena de galhofa e a tinta da melancolia”.&lt;br /&gt;Luisa e Amélia são personagens de Eça de Queirós, porém, a primeira é a ociosa e sonhadora protagonista de Primo Basílio; e a segunda, a uma jovem beata de O Crime do Padre Amaro. E, por fim, Aurélia e Adelaide são, respectivamente, a moça pobre que herdou uma grande quantia de dinheiro e a moça rica, do livro Senhora, de José de Alencar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A memória humana e a memória virtual&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Segundo João Messias Canavilhas, em seu artigo &lt;a href="http://www.bocc.ubi.pt/pag/canavilhas-joao-internet-como-memoria.html"&gt;“A Internet como Memória”&lt;/a&gt;, a memória, assim como a web, perde informação, embora acabe por manter sempre uma ténue ligação que poderá, em determinadas situações, permitir a recuperação da informação. No caso do Google, essa ligação é a referência que nos é oferecida na pesquisa, que prova a existência da página, mas não nos permite recuperar a informação.&lt;br /&gt;O autor também defende a idéia de que a catalogação é outro ponto em comum entre a memória na web e a memória humana. No caso da web a organização - catalogação - é feita por palavras-chave. A pesquisa é efetuada por comparação entre a palavra introduzida no campo da procura e a existência dessa palavra num dos campos definidos para pesquisa: url, texto, título, domínio, etc.&lt;br /&gt;No caso da memória humana a catalogação é feita a partir da informação recolhida pelos sentidos que funcionam como interface. ``Ali (na memória) estão arquivadas, de forma distinta e classificada, todas as coisas que foram introduzidas cada uma pela sua entrada: a luz e todas as cores e formas pelos olhos; todas as espécies de sons pelos ouvidos; todos os odores, pela entrada do nariz; todos os sabores, pela entrada da boca; e, pelo sentido de todo o corpo, o que é duro, o que é mole, o que é quente ou frio, o que é macio ou áspero, pesado ou leve, quer exterior, quer interior do corpo.'' [S. AGOSTINHO 2001; 242]&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-5121123494951309676?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/5121123494951309676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=5121123494951309676&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5121123494951309676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5121123494951309676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/memria-como-uma-biblioteca-virtual.html' title='A Memória como uma Biblioteca Virtual'/><author><name>Paula Maria Prado</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13281845719679790342</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-8030480526407554644</id><published>2007-07-11T14:09:00.000-03:00</published><updated>2007-07-11T14:14:27.465-03:00</updated><title type='text'>Memória social na era digital</title><content type='html'>“No dia em que a British Pathe colocou todo o seu arquivo na World Wide Web foi dado mais um importante passo no sentido da afirmação da Internet como memória coletiva da Humanidade” (CANAVILHAS, 2004. P. 1). A empresa que era responsável pelo Pathe Gazette, com transmissões de boletins informativos antes dos filmes nos cinemas, acumulou cerca de cem mil histórias até 1970, quando encerrou suas atividades. Todo o acervo foi disponibilizado na web, em 19 de novembro de 2002, e contou com 15 mil acessos apenas nas primeiras quatro horas de existência do site (&lt;a href="http://www.britishpathe.com/"&gt;http://www.britishpathe.com/&lt;/a&gt;). E esta é somente a ponta do iceberg de possibilidades latentes nos aparatos digitais associados aos mecanismos de navegação virtual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, o processo de compartilhamento de informações e a criação de esquemas e programas de armazenamento e memória são decorrentes de um processo que vem desde a passagem da oralidade à escrita, quando “a memória começa a exteriorizar-se e a autonomizar-se do homem, materializando-se em suportes manuscritos e inscrições em monumentos” (CANAVILHAS, 2004. P. 5). Torna-se possível inscrever a memória em meios materiais e seu potencial coletivo começa a ser explorado, dado o momento em que é disponibilizada para além do córtex cerebral de um único indivíduo. Mónica Nunes indica que “o arquivo, inegavelmente, representa o conhecimento que está organizado em memórias fora do corpo do homem em forma de técnicas e tecnologias” (NUNES, 2001. P. 21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi com o advento da internet e a digitalização do hipertexto que os caminhos da memória e do armazenamento de informações acabaram por romper com as barreiras impostas ao acesso coletivo. Se antes a busca pela informação exigia a presença física numa biblioteca, por exemplo, agora “com o nascimento da internet” as facilidades de acesso à informação foram ampliadas exponencialmente, uma vez que “[a internet] rebate em simultâneo as barreiras do espaço e do tempo”. Bibliotecas (&lt;a href="http://www.bn.br/site/default.htm"&gt;http://www.bn.br/site/default.htm&lt;/a&gt;), sites de disponibilização de arquivos digitais, blogs, fotologs, enciclopédias digitais, entre tantos outros recursos e modelos de arquivamento e disponibilização de informação vêm contribuir para a reconfiguração das relações humanas com o tempo, o espaço e suas interações sociais. “Este manancial de informação representa uma memória social, dinâmica, organizada e navegável” (CANAVILHAS, 2004. P. 5).&lt;br /&gt;&lt;a name="Link1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#Link2"&gt;As novas perspectivas do jornalismo digital&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modelo de webjornalismo ainda guarda muita semelhança com o jornal impresso, no entanto a partir da formação dos Bancos de Dados os produtos digitais têm conseguido diferenciar-se. Surgidos na década de 70, como uma ferramenta para o trabalho jornalístico, os bancos de dados auxiliaram a produção de matérias e reportagens, contribuindo para um melhor contexto e aprofundamento das mesmas, na dita “era digital” são os bancos de dados que garantem “a especificidade do jornalismo digital em relação às modalidades tradicionais, e é percebido mesmo como um novo formato para o jornalismo digital” (HALL, 2001; FIDALGO, 2003; MACHADO, 2004).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As dificuldades de acesso e publicação de conteúdos no espaço virtual, bem como a fase de adaptação e familiaridade em relação aos computadores já chegou a um nível bastante avançado. Isso permite que o jornalismo experimente novos formatos de narrativa e crie produtos inusitados. Nesse sentido os Bancos de Dados tem função primordial, pois além de serem uma coleção de dados estruturados ou uma série de informações relacionadas entre si, como analisa Guimarães (2003), atualmente eles armazenam imagens, gráficos, objetos multimídia, tais como som e vídeo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro avanço em relação aos bancos de dados consiste em sua integração com outras linguagens como Java, XML, que os permite funcionar de maneira descentralizada. “As arquiteturas de bases de dados têm se tornado veículos para entrega de aplicações integradas para serem nós ricos de dados da internet, para a descoberta do dado e para serem auto-gerenciávies” (BARBOSA, 2004). Nesse sentido, os bancos de dados são muito mais do que uma noção de “coleção” de informações rápidas a serem coletadas, mas sim uma nova forma cultural simbólica, um novo modo de estruturar a experiência humana. Isso explica o potencial para transformar o jornalismo digital, diferenciando de vez do modelo de jornal impresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Barbosa (2004) a adoção dos bancos de dados favorece a inovação, o que permite ao jornalista explorar novos gêneros, oferecer conteúdos mais diversificados e, principalmente, produzir de maneira descentralizada. Elias Machado (2004) acredita que os bancos de dados desempenham três funções importantes: 1) de formato e estruturação da informação; 2) de suporte para modelos de narrativa multimídia; 3) de memória dos conteúdos publicados. Por tudo isso, o autor os considera como um formato no jornalismo digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso do banco de dados em conjunto com recursos multimídias, hipertexto e interatividade operam para uma diversificação de conteúdo. Além disso, o reaproveitamento do material armazenado contribui para a construção de novas narrativas. “O uso das bases de dados aliado à melhor implementação dos recursos característicos do webjornalismo, é capaz de conduzir exploração de novas tematizações, com potencial para originar novos gêneros ou híbridos entre gêneros, assim como remediações em relação aos gêneros jornalísticos tradicionais” (BARBOSA, 2004).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A função de documentação e memória que cabe aos bancos de dados ganha, ainda mais, importância ao se pensar na facilidade de acesso, no alcance da linguagem utilizada, no baixo custo de armazenamento e, sobretudo, na possibilidade de democratização no uso das informações. O emprego dos bancos de dados se explorado em toda sua potencialidade pode promover mudanças significativas no jornalismo digital, tornando-o inovador e inteligente.&lt;br /&gt;&lt;a name="Link2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#Link3"&gt;Hipertexto: uma porta, vários corredores&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um mundo globalizado pelas relatividades de tempo e espaço, propiciadas com a popularização dos computadores e com o advento da Internet, o hipertexto tornou-se um recurso bastante comum, mas nem por isso desmistificado. A informação, em última instância bem material contemporâneo de maior valor, fez expandir a utilização dos recursos infográficos e das tecnologias com potencial midiático. O hipertexto popularizou-se como ferramenta de pesquisa, troca, apreensão, objetivação e expansão da informação. Mas afinal, o que é hipertexto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisadora Maria Clara Aquino, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sinaliza de maneira simples que o “hipertexto é um conjunto de nós ligados por conexões”, os links. “O hipertexto configura-se exatamente como a quantidade infinita de links com os quais nos deparamos hoje nas páginas Web. (...) Navegar em um hipertexto significa, portanto, desenhar um percurso em uma rede que pode ser tão complicada quanto possível”. (AQUINO, 2006. P. 1). Na verdade, como aponta a pesquisadora, o hipertexto remonta a tempos remotos e foi sempre utilizado como ferramenta de armazenamento e posterior exploração de informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia de hipertexto não é de hoje, nem surgiu com o advento da Internet, ela vem desde os séculos XVI e XVII com as chamadas marginalia. Estas seriam como índices pessoais, citações de textos, remissões a outras partes ou outros textos feitas pelos leitores dos livros da época, anotadas nos cantos das páginas destes e depois transferidas para um caderno de “lugares comuns”, para que posteriormente pudessem ser consultadas&lt;a name="_ftnref5"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="" href="http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/404nOtF0und/404_55.htm#_ftn5"&gt; &lt;/a&gt;. (AQUINO, 2006. P. 2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebe-se historicamente, então, que o hipertexto foi sempre um meio eficaz no acúmulo, armazenamento e acesso a informações complementares. E, apesar da possibilidade de reconhecimento de manifestações desse recurso em outros tempos e suportes, há que considerar o upgrade trazido pelos aparatos digitais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, hoje em dia a possibilidade de armazenamento de dados de forma digital assume um papel importantíssimo na tarefa de preservação do conhecimento adquirido. Dentro desse panorama, o hipertexto acaba possibilitando, além do armazenamento digital, a interconexão entre as informações, permitindo assim, cada vez mais, a produção de novos dados e contribuindo para a evolução da humanidade. (AQUINO, 2006. P. 2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade que muitas são as críticas e questionamentos sobre o potencial coletivo existente (ou não) no hipertexto digital. Mas, embora as experiências até aqui vivenciadas não tenham atendido completamente às expectativas de democratização da produção e do acesso à informação, cabe ressaltar a relevância do hipertexto como mecanismo de armazenamento de informação, com facilidades de utilização e expansão do conhecimento humano, rompendo os limites impostos pela geografia e pelas leis do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2208139653154903293#Link4"&gt;Os (des) caminhos do hipertexto eletrônico&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hipertexto se configura, cada vez mais, como uma ferramenta fundamental quando se pensa em jornalismo digital. Por possuir uma estrutura não-linear permite a formação de uma ampla rede de significantes, acessível por várias entradas sem que nenhuma delas constitua-se como principal. Essas características do hipertexto o colocam próximo ao modelo pós-estruturalista, que destaca o papel da língua e da textualidade na construção da nossa identidade e realidade enquanto leitores, reconceitualizando a relação entre autor e leitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um sistema hipertextual pode, ainda, ser comparado ao sistema associativo do cérebro humano, pois sua construção tem por base a memória humana. Por meio da rede semântica são produzidas associações que funcionam como diretrizes para um sistema aberto, em que o absorvido pelo exterior entra em contato com a memória humana. Essa fusão é constantemente modificada por “upgrades” na nossa “base de dados”. A primeira vista essa construção pode ser associada a uma anarquia labiríntica, mas o fato é que esta forma insere-se num novo paradigma que demanda outras ferramentas de trabalho e é mais avançado tecnologicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta nova forma de circulação textual desconstruiu a antiga noção de autor/leitor, sobretudo pelo fato do hipertexto apresentar links, que permitem ao leitor iniciar a leitura no lugar em que bem entender e, em questão de segundos, ser levado a outros pontos do texto, com o simples “click” do mouse. “Autor e leitor, por exemplo, são dois conceitos que sofrem uma grande mudança, diluindo-se. Assim sendo, quem escreve e quem lê passam a ser duas faces de uma mesma moeda” (CORDEIRO, 2004). Com a possibilidade de abertura para novas janelas o leitor pode entrar em contato com outros textos. Essa peculiaridade do texto eletrônico retira a autonomia do texto principal relativamente às suas fontes e aos seus intertextos. Nesse sentido, o hipertexto acumula um potencial imenso de informações, constituindo-se numa verdadeira memória virtual. A intenção provocada pelo hipertexto é a de tornar o leitor um produtor do texto, não apenas consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inovações trazidas pela “era digital” contribuem para uma nova teoria do texto, propiciando o surgimento de novos gêneros literários. O hipertexto é antes de tudo uma possibilidade de criação, um experimentalismo literário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Lara Alcadipani e Xênya Aguiar&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-8030480526407554644?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/8030480526407554644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=8030480526407554644&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8030480526407554644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8030480526407554644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/memria-social-na-era-digital.html' title='Memória social na era digital'/><author><name>Lara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11977533089114458473</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-3838798124643208126</id><published>2007-07-10T12:32:00.000-03:00</published><updated>2007-07-10T12:59:30.628-03:00</updated><title type='text'>A interatividade da Nova Mídia</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Aline Alvarenga&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Lígia Rocca&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;defl=pt&amp;amp;q=define:Internet&amp;sa=X&amp;amp;oi=glossary_definition&amp;ct=title"&gt;Internet&lt;/a&gt; hoje é um dos instrumentos mais rico de conhecimentos. Com um computador e acesso à rede, pode-se realizar transferências de dados e obter informações de todos os tipos, além de interagir com pessoas e programas. Também na tecnologia digital, &lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4706037D1"&gt;Paula Jung Rocha&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4778513T3"&gt;Sandra Portella Montardo&lt;/a&gt; afirmam que o usuário pode não só interagir com o objeto (a máquina ou a ferramenta), mas também com a informação, com o conteúdo, seja da televisão interativa digital, seja com os ícones de interfaces gráficas dos microcomputadores. Essa característica de interatividade digital tende a afetar de maneira substancial as relações entre sujeito e objeto na contemporaneidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que muitos pensam, Internet (uma rede de diversas redes em escala mundial de milhões de computadores interligados - inter vem de interligado, e net, de network, malha de comunicação) não é sinônimo de &lt;a href="http://www.cultura.ufpa.br/dicas/net1/int-www.htm"&gt;World Wide Web&lt;/a&gt;: um sistema de documentos em hipermídia interligados que é executado na internet. A Internet é. Já o conceito de hipermídia, criado na década de 1960 pelo pesquisador e professor &lt;a href="http://ted.hyperland.com/"&gt;Ted Nelson&lt;/a&gt;, refere-se a uma tecnologia de escrita não-linear, que utiliza recursos de hipertexto e multimídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hipertexto é uma das formas na qual o internauta pode interagir com o conteúdo da web. Segundo Ted Nelson, os hipertextos são “escritas associadas não sequenciais, conexões possíveis de se seguir, oportunidades de leitura em diferentes direções”. Essas diferentes “oportunidades de leitura” são definidas pelos vários blocos ligados ao texto central por meio de links, que permitem um pensamento não linear e multifacetado, pois a partir de um único texto, há muitas outras opções de leituras de assuntos relacionados, além dos recursos de áudio e imagem. É como um labirinto, em que o internauta tem muitos caminhos a escolher, e cada um leva a um lugar diferente, seja dentro da própria home ou em sites externos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse labirinto é uma das características da Internet, que pode ser definida como uma rede de estruturas rizomáticas, sem um ponto de comando central: a partir de um documento, pode-se chegar a vários outros e ainda encontrar um caminho de volta para o documento com a qual se iniciou a navegação. O caminho inverso também é possível, como numa estrutura arborescente: pode-se chegar a um mesmo documento a partir de diferentes caminhos. Esta infinidade de escolhas torna o texto ilimitado, ampliando o potencial de leitura e conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas inúmeras oportunidades de se construir a leitura de um hipertexto deram um novo papel aos conceitos de leitor e autor. Na medida em que escolhe seu percurso, estabelecendo elos e delineando um tipo de leitura, o leitor também torna-se autor do texto, pois estará derfinindo um texto diferente a cada link que escolher. A professora &lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4773947Y7"&gt;Lúcia Leão&lt;/a&gt; define o leitor ativo-ativo que a hipermídia requisita como o “arquiteto de um labirinto”, pois o navegador, “ao percorrer o sistema, faz existir um espaço que se desdobra. No momento em que este atualiza escolhas, o desenho de um labirinto é criado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ser não-linear e não ter uma seqüência fixa, a ordem de leitura pode diferir de um leitor para outro, favorecendo a emergência de uma seqüência arbitrária e aumentando o potencial de leitura com as novas descobertas. Contraditoriamente, a mobilidade de um usuário entre os sites só é possível diante sua imobilidade em relação a um computador. Diante de todas essas opções permitidas ao leitor-autor, a interferência dos internautas nos hipertextos da web ainda é baixa, prevalecendo a unilateralidade na criação de links.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A multimidialidade da Internet é um outro ponto que torna a Nova Mídia tão atraente para os usuários. A Web tem a capacidade de concentrar em um mesmo ambiente diversos formatos de apresentação de informações, tais como texto, áudio, vídeo, fotografias animações e simulações. Uma estrutura plural que explora os diferentes sentidos da percepção humana, na qual todos esses formatos constroem uma modalidade discursiva única. &lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4764860T4"&gt;Beatriz Ribas&lt;/a&gt; afirma a importância de estar atento às características específicas do novo media e para as suas potencialidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leia mais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/as-particularidades-do-formato-online.html" name="titulo2"&gt;As particularidades do formato online&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/internet-construo-de-uma-memria.html" name="titulo3"&gt;Internet: a construção de uma memória&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-3838798124643208126?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/3838798124643208126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=3838798124643208126&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3838798124643208126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3838798124643208126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/interatividade-da-nova-mdia.html' title='A interatividade da Nova Mídia'/><author><name>Lígia Rocca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00221425287647318083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-5424182754849485497</id><published>2007-07-09T17:10:00.000-03:00</published><updated>2007-07-09T18:53:10.551-03:00</updated><title type='text'>Hipertextualidade e a formação do mundo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Luís Henrique Ferraz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos seres históricos e em nossas vidas sempre remetemos e interligamos mesmo que de forma involuntária nossos pensamentos e aprendizagens. Sendo assim, para a construção de uma sociedade melhor buscamos e nos alimentamos de conhecimentos adquiridos por gerações passadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As trocas de informações foram e são essenciais para o desenvolvimento dos seres humanos. Para a mestranda em comunicação Maria Clara Aquino em seu artigo, Um resgate histórico do hipertexto, “o advento da escrita foi primordial para a possibilidade de armazenamento, que antes dependia apenas da memória dos anciãos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os livros foram precursores no registro de informações e vitais para a transmissão do saber as futuras gerações. Porém, o caráter hierárquico e rígido dos livros são considerados pouco democráticos (imutáveis e lineares) por não permitirem influências diretas em seus textos. Segundo o artigo de Sandra Santos, O livro e o computador: viagens por labirintos de palavras, “o livro tem sido, desde a sua invenção, um elemento fundamental na construção do saber e da cultura das civilizações, uma referência essencial da cultura ocidental”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o surgimento da Internet e das páginas &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/hipertexto-e-web-20.html"&gt;Web&lt;/a&gt;, uma nova forma de registro e de transmissão do conhecimento acontece. Desta forma, o hipertexto passa a ter autonomia do seu controlador e da informação. Sandra Santos destaca, “que ao leitor do hipertexto é oferecido o poder de ser também autor, poder esse que ele pode exercer à medida que vai navegando e selecionando o seu percurso de leitura. Cada vez que o leitor escolhe um percurso diferente, reescreve o texto de uma forma também diferente, sendo relativamente difícil reescrever o texto sempre da mesma maneira, seguir sempre os mesmos percursos de leitura”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dentro desse novo panorama, o hipertexto possibilita o armazenamento digital, a interconexão entre as pessoas e a democratização da informação utilizando diversos caminhos e recursos visuais, gráficos e de áudio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/hipertexto-e-web-20.html"&gt;Hipertexto e Web 2.0&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/06/hipertexto-blog-e-wikipdia.html"&gt;Hipertexto -Blogs e Wikipédia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/webjornalismo-e-hipertextualidade.html"&gt;Webjornalismo e Hipertextualidade&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-5424182754849485497?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/5424182754849485497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=5424182754849485497&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5424182754849485497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5424182754849485497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/hipertextualidade-e-formao-do-mundo.html' title='Hipertextualidade e a formação do mundo'/><author><name>Luís Henrique M. Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16096996017838186664</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-173047465095172343</id><published>2007-07-08T10:14:00.000-03:00</published><updated>2007-07-08T10:51:46.338-03:00</updated><title type='text'>Inovações do espaço virtual</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Andressa Silva&lt;br /&gt;Cláudia Campos&lt;br /&gt;Maíra Soares&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Divulgar notícias utilizando a internet permite explorar um campo muito mais amplo do que o oferecido pelo jornal impresso. O ambiente digital transforma as características da notícia, que passam a ser, de acordo com Beatriz Ribas em seu artigo &lt;a href="http://br.monografias.com/trabalhos/noticia-web-modelos-narrativos-jornalismo/noticia-web-modelos-narrativos-jornalismo.shtml"&gt;Características da notícia na Web&lt;/a&gt;, “a hipertextualidade, interatividade, personalização, multimidialidade, memória e atualização contínua”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Ramón Salaverría, em &lt;a href="http://www.blogger.com/(http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=332eno002"&gt;entrevista&lt;/a&gt; ao Observatório da Imprensa, “o ciberjornalismo exige novas formas de escrita, mas isso não quer dizer que devemos renegar por completo certas técnicas que os jornalistas vêm empregando em suas rotinas”. Para ele, a verdadeira mudança tem a ver com a estrutura do texto, alterada por conta da hipertextualidade. Contudo, até agora o que tem sido feito é transportar aos meios digitais não só os conteúdos, como também os formatos e gêneros próprios do âmbito impresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hipertexto consiste na fragmentação do discurso, na possibilidade de acessar rapidamente diferentes blocos de informação por meio de links. Devido à interatividade, o usuário escolhe quais elementos devem ser exibidos ou quais caminhos seguir, o que faz o leitor/usuário sentir-se parte do processo jornalístico, como afirma Beatriz Ribas em seu artigo, citando Manovich.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Web permite que diversos formatos de apresentação de informações se concentrem em um mesmo ambiente, explorando os diferentes sentidos da percepção humana. Para Arlindo Machado, em Hipermídia: o labirinto como metáfora “A informática nos impõe, portanto, o desafio de aprender a construir o pensamento e expressá-lo socialmente através de um discurso áudio-tátil-verbo-moto-visual, sem hierarquias e sem hegemonia de um código sobre os demais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, há o fato de o usuário contar com uma atualização contínua. Acompanha um acontecimento em tempo real, o que agrega valor às publicações e o instiga a fazer acessos constantemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Leia mais&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/histria-do-hipertexto.html"&gt;História do Hipertexto &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/ambiente-digital-novas-possibilidades.html"&gt;Ambiente digital: novas possibilidades de escrita &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/livro-x-computador-mudanas-no-registro.html"&gt;Livro x Computador: mudanças no registro do conhecimento&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/percurso-narrativo-da-web.html"&gt;Percurso narrativo da Web &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/postura-do-jornalista-no-ciberespao.html"&gt;A postura do jornalista no ciberespaço&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-173047465095172343?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/173047465095172343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=173047465095172343&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/173047465095172343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/173047465095172343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/inovaes-do-espao-virtual.html' title='Inovações do espaço virtual'/><author><name>Maíra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01664916840185751089</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-6071988284730193907</id><published>2007-07-06T19:00:00.000-03:00</published><updated>2007-07-06T19:05:17.619-03:00</updated><title type='text'>O Hipertexto e os novos horizontes comunicacionais</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_F5Wl2YQMdcs/Ro6v65c4NhI/AAAAAAAAABE/Jnl-uWnaJDk/s1600-h/capa_google.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5084194455737087506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_F5Wl2YQMdcs/Ro6v65c4NhI/AAAAAAAAABE/Jnl-uWnaJDk/s400/capa_google.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Índice&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-hipertexto-ao-falar-de-hipertexto.html"&gt;O hipertexto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/as-novidades-de-ted-nelson-o-socilogo.html"&gt;As novidades de Ted Nelson&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/hipertexto-x-livros-crescente-utilizao.html"&gt;Hipertexto x Livros&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/internet-como-ferramenta-de-memria-hoje.html"&gt;A internet como ferramenta de memória&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-jornalismo-digital-desde-quando-o-new.html"&gt;Jornalismo Digital&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/os-bancos-de-dados-e-o-jornalismo-na.html"&gt;Jornalismo e Banco de Dados&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/construo-de-narrativas-no-jornalismo.html"&gt;Construção das Narrativas no jornalismo virtual&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/referncias-bibliogrficas-aquino-maria.html"&gt;Referências bibliográficas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção: &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Letícia Zakia Martins (430595)&lt;br /&gt;Mariana Carolina Mandelli (430536)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-6071988284730193907?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/6071988284730193907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=6071988284730193907&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/6071988284730193907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/6071988284730193907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-hipertexto-e-os-novos-horizontes.html' title='O Hipertexto e os novos horizontes comunicacionais'/><author><name>zakia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14967912329731161482</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_F5Wl2YQMdcs/Ro6v65c4NhI/AAAAAAAAABE/Jnl-uWnaJDk/s72-c/capa_google.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-8174729282270477957</id><published>2007-07-06T18:48:00.000-03:00</published><updated>2007-07-11T17:55:10.306-03:00</updated><title type='text'>NAS TRILHAS DO HIPERTEXTO</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mariana Versolato&lt;br /&gt;Natalia Abramides&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1 Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       A sensação de que o tempo está passando cada vez mais rápido e de que, por outro lado, as distâncias estão se encurtando é sintoma da “sociedade da informação”, expressão cunhada por Manuel Castells. O advento das Internet certamente se configura como uma das mais importantes ferramentas para que as comunicações tenham assumido o presente caráter global, permitindo que o mundo se tornasse acessível a partir de um click.&lt;br /&gt;A Internet, como espaço ilimitado de dados, também tornou possível a conexão entre diversas informações a partir da disponibilização de um arquivo imediato e global. O hipertexto, como fragmentador do discurso, é a chave do dinamismo e do mosaico de infindas possibilidades do universo da web, já indissociável das atividades e ate mesmo das relações humanas na era da globalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="net"&gt;&lt;/a&gt;2 A Internet e a ampliação da comunicação hipertextual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Afirma-se que a web inaugurou uma nova forma de escrita; a notícia, por sua vez, ao se constituir em uma narrativa, também ganharia novos contornos no webjornalismo. Contudo, as características desse novo formato não são tão inéditas como afirmam com tanta certeza alguns pesquisadores da comunicação na rede.&lt;br /&gt;           Beatriz Ribas, pesquisadora em jornalismo On-line da UFBA, elenca como características da notícia na web hipertextualidade, interatividade, multimidialidade, personalização, memória e atualização contínua. Tal constatação corresponde, de fato, aos padrões encontrados na webmídia; entretanto, as peculiaridades apontadas pela pesquisadora não são exclusivas do meio de comunicação em questão, mas apenas tiveram suas possibilidades ampliadas pela Internet.            &lt;br /&gt;           Levando-se em conta a primeira das características, Lévy define o hipertexto como "um conjunto de nós ligados por conexões" (apud AQUINO), configurando-se, assim, em uma trilha de associações por meio de links percorrida pelo leitor. Dessa forma, o hipertexto traz em si a interatividade, ao permitir que o internauta trilhe seu próprio caminho bem como crie novas alternativas. Mas a hipertextualidade já estava, de certa forma, presente na Idade Média, quando os comentários dos leitores eram anotados às margens dos textos.&lt;br /&gt;             A noção de hipertexto, contudo, surgiu somente em 1945, a partir da idéia de Vannevar Bush (responsável por uma Agência de Desenvolvimento e Pesquisa Científica do Governo norte-americano) em organizar uma grande quantidade de dados de forma a possibilitar, por trilhas associativas, uma consulta veloz e eficiente por parte dos pesquisadores. Já no ano de 1965 - mesmo ano em que surgiu o primeiro computador comercial - Ted Nelson cunhou o termo "hipertexto", que serviria como estrutura de seu &lt;a href="http://www.xanadu.net/the.project"&gt;Projeto Xanadu&lt;/a&gt; - uma biblioteca universal ao alcance de todos. Finalmente, o sistema World Wild Web surgiu em 1989, a partir do trabalho de Tim Berners-Lee, possibilitando a máxima efetivação do hipertexto.&lt;br /&gt;            A narrativa hipertextual - e não apenas porque remonte à Idade Média - está intrinsecamente ligada ao ser humano. O cérebro humano organiza as informações por meio de associações, bem como ocorre na estrutura do hipertexto. Assim, o ser humano cria categorias para os eventos e os armazena em sua memória, de forma que uma palavra, um gesto ou um sinal podem trazer à tona recordações a eles relacionadas, bem como os mecanismos de busca na web. Mas Canavilhas ressalta uma importante diferença entre tais estruturas: enquanto o ser humano guarda um fato ocorrido como recordação do passado em sua memória, todos os fatos na Internet compartilham da mesma natureza, constituindo-se em um presente contínuo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;a name="web"&gt;3 Webjornalismo e memória coletiva&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;                        O registro e a criação de uma memória coletiva foram ampliadas com a Internet, que possibilitou o armazenamento e a associação de um grande número de informações. Assim, o indivíduo que cria um novo caminho na rede (seja por meio de um blog, de um link inserido em um fórum de discussões, pela alteração de informações em um site etc) contribui também para formação da memória coletiva. Conforme expõe Canavilhas:&lt;br /&gt;O recurso de um indivíduo às recordações de outros faz com que a memória individual seja, também, uma memória colectiva na medida em que se alicerça num conjunto de memórias que passam de geração e geração, sendo compartilhadas por vários indivíduos que tomam contacto com elas através da escrita ou da oralidade.&lt;br /&gt;                       Nesse sentido, o jornalista também atua como formador da memória coletiva, ao inserir regularmente novos fatos à memória da web. O referido "presente contínuo" e a necessidade de uma atualização em tempo real das notícias expõem o &lt;a href="http://www.bocc.ubi.pt/pag/canavilhas-joao-webjornal.pdf"&gt;webjornalismo&lt;/a&gt; ao perigo de se tornar superficial e descontextualizado, distorcendo, assim, a memória em questão. A partir dessa observação, faz necessária a reflexão acerca do papel desempenhado pelo jornalista dentro de um sistema que prima, na maioria das vezes, pela velocidade e quantidade em detrimento da precisão e qualidade, além de um fator crucial: o jornalista deixa de ter exclusividade da posição de emissor de informações, tendo em vista a interatividade e a fragmentação no discurso propiciadas pela Internet.&lt;br /&gt;                       Por outro lado, a Internet, ao comprimir as barreiras de tempo e espaço, contribui para uma maior contextualização no jornalismo na medida em que representa a possibilidade de acesso imediato a informação. Segundo Canavilhas, a contextualização assume particular importância, pois a natureza hipertextual da Internet permite o enriquecimento das notícias, contrariando um dos maiores problemas do jornalismo atual: a compatibilização da velocidade da informação com o espaço disponível e com a riqueza das informações.&lt;br /&gt;Assim, a Internet se distingue dos outros media, por possuir uma base de dados que permite, por sistemas de buscas, um manejo de informação impensável em um meio convencional. Luis Nogueira (apud CANAVILHAS) atesta que a grande vantagem da Internet é sua capacidade de indexação, aliada ao poder de informação que torna toda informação virtualmente imediata: “Se antes o destino do trabalho jornalístico se jogava ao nível do efêmero [...], agora a informação entrou no regime do presente continuo potencial”. Canavilhas ainda afirma que, no atual panorama, a notícia perde sua natureza perecível, ganha novas propriedades e passa a constituir uma unidade de memória.&lt;br /&gt;                      Para Ribas, o banco de dados na web se configura como o centro de processo criativo, além de suporte para a composição de novos modelos de narrativas multimídia. Estas estão geralmente associadas ao conceito de interatividade, pois, segundo o autor, “a narrativa interativa é constituída por um numero de registros de banco de dados conectados de modo que mais de uma trajetória é possível”.&lt;br /&gt;No webjornalismo, tal interatividade não é absoluta: alguns sites se contentam meramente em reproduzir o conteúdo de seu veículo impresso para a Internet, adotando o modelo linear de narrativa, conforme classifica Aquino. Um modelo mais adequado a proporcionar a interatividade, ainda segundo Aquino, seria o hipertextual, que contaria com links, chats, enquetes e mesmo vídeos, proporcionando ao leitor diversas opções de associação e trilhas. Primo (apud AQUINO) classifica o hipertexto em potencial – em que os caminhos estão pré-determinados pelo programador da página – colagem – que permite uma maior criação por parte do internauta – e cooperativo, construído através do debate entre o autor e o usuário da pagina.&lt;br /&gt;                   Nesse sentido, Aquino expõe que a Web 2.0, baseada na cooperação, representa a real possibilidade de interação, ao quebrar os conceitos de "emissor" e "receptor" e propiciar uma escrita coletiva na web. Seu maior exemplo de uso efetivo do hipertexto cooperativo e da interação mutua está na &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal"&gt;Wikipédia&lt;/a&gt;, que permite a livre alteração de seu conteúdo por parte dos usuários e, assim, contribui para a construção da coletividade na Web.&lt;br /&gt;&lt;a name="finais"&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;4 Considerações finais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                     As transformações advindas dos progressos tecnológicos, especialmente relacionadas aos meios de comunicação, provocaram mudanças profundas nas relações humanas de modo que, muitas das atividades até pouco tempo realizadas sem as beneficies da Internet, hoje são praticamente indissociáveis desta. No panorama atual, a idéia de um novo cenário em que a informação assume um caráter multilateral, livre e interativo parece cada vez mais perto de se concretizar. Desse modo, a crença de Levy (apud AQUINO) na criação de um imaginário coletivo em que as pessoas teriam acesso a uma maior quantidade de informações e de conhecimento também assume feições mais reais.&lt;br /&gt;                     Entretanto, Aquino afirma que hoje ainda prevalece a unilateralidade na criação dos links, a interação muitas vezes permanece reativa e o hipertexto se desloca entre potencial e colagem. A autora afirma que “é preciso atentar para o exagero na crença do potencial coletivo da web”, pois a concretização de um hipertexto coletivo é viável e necessária, mas não deve ser aplicado a todas as paginas. Além disso, acredita que a Internet, por maior abrangência que venha a ter, será apenas mais uma forma de comunicar.&lt;br /&gt;                     Tendo em vista as inúmeras possibilidades oferecidas pela Web e as constantes mudanças nas comunicações e no webjornalismo, Ribas ressalta que se faz necessário atentar para as especificidades do meio e suas potencialidades para elaborar estratégias de persuasão e construções criativas de narrativa de modo a criar uma gramática própria para o webjornalismo.&lt;br /&gt;&lt;a name="ref"&gt; &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Referências:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;AQUINO, Maria Clara. Um resgate histórico do hipertexto. Disponível em: &lt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/404nOtF0und/404_55.htm"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/404nOtF0und/404_55.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&gt;. Acesso em: 07 mai. 2007. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CANAVILHAS, João Messias. A Internet como memória. Disponível em: &lt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bocc.ubi.pt/pag/canavilhas-joao-internet-como-memoria.html"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.bocc.ubi.pt/pag/canavilhas-joao-internet-como-memoria.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &gt;.  Acesso em: 07 mai. 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIBAS, Beatriz. Características da notícia na Web - considerações sobre modelos narrativos. Disponível em: &lt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/2004_ribas_caracteristicas_noticia_web.pdf"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.facom.ufba.br/jol/pdf/2004_ribas_caracteristicas_noticia_web.pdf &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &gt;. Acesso em: 07 mai. 2007&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;SANTOS, Sandra. O Livro e o Computador: Viagens por Labirintos de Palavras. Disponível em: &lt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.uc.pt/diglit/DigLit%20Ensaios/Ensaios%202003-2004/Ensaio05.htm"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.uc.pt/diglit/DigLit%20Ensaios/Ensaios%202003-2004/Ensaio05.htm &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&gt; . Acesso em: 07 mai. 2007&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-8174729282270477957?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/8174729282270477957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=8174729282270477957&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8174729282270477957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8174729282270477957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/nas-trilhas-do-hipertexto.html' title='NAS TRILHAS DO HIPERTEXTO'/><author><name>natalia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02981517078807166886</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-6847508140787386448</id><published>2007-07-04T15:57:00.000-03:00</published><updated>2007-07-04T16:21:34.349-03:00</updated><title type='text'>A Informação e a Memória na Era Digital</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A Internet está a consolidar uma nova forma de ler e de produzir textos. A web ampliou as possibilidades do hipertexto – fez deste uma de suas principais características – e imortalizou o banco de dados. Apesar de já existirem antes da consolidação da web, o hipertexto e o banco de dados se consolidaram com a rede. Com a web, que abarca o hipertexto e outras ferramentas que proporcionam a interatividade, a construção coletiva da informação agora sai do campo das idéias. Isso faz com que o conceito de autor seja repensado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora exista uma enorme gama de possibilidades que se apresentam com a web, vale destacar a colocação de Ribas (s/d):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A web tem espaço ilimitado, mas os leitores têm atenção limitada. Atentar para as características específicas do meio e para suas potencialidades pode contribuir para a elaboração de estratégias de persuasão e construções criativas e interessantes da narrativa, de modo a prender a atenção do usuário e indicar a criação de uma gramática própria para o webjornalismo. (p.10)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adequado à estrutura hipertextual, este trabalho traz algumas considerações sobre a Internet e as especulações acerca de seu desenvolvimento, bem como o futuro do jornalismo na era digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diego Dacax &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tatiana Aoki Cavalcanti&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja Também:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/as-mudanas-da-internet.html"&gt;As mudanças da Internet&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-hipertexto.html"&gt;O hipertexto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-texto-jornalstico-na-web.html"&gt;O texto jornalístico na web&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-novo-conceito-banco-de-dados.html"&gt;O novo conceito: Banco de Dados&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/internet-e-memria.html"&gt;Internet e memória&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/consideraes-finais.html"&gt;Considerações Finais&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/referncias-bibliogrficas.html"&gt;Referências Bibliográficas&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-6847508140787386448?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/6847508140787386448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=6847508140787386448&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/6847508140787386448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/6847508140787386448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/informao-e-memria-na-era-digital_04.html' title='A Informação e a Memória na Era Digital'/><author><name>Tatiana Aoki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_f0J_aN85SPk/ShtzsKyikiI/AAAAAAAAAYk/au6UZeNewlQ/S220/DSC00595.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-4838038865228166200</id><published>2007-07-04T14:57:00.000-03:00</published><updated>2007-07-04T16:44:23.475-03:00</updated><title type='text'>A Internet contemporânea e a interatividade na Web 2.0</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Diego Castro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Guilherme Campos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Meios de comunicação tradicionais como televisão, rádio e jornais e revistas impressos, tendem a não abrir grandes espaços para canais de interação com suas respectivas audiências. Nos meios impressos, há o feedback do público em seções onde são veiculados e-mails e cartas dos leitores. No rádio, há canais onde há a possibilidade de participação – ao vivo ou mesmo gravada – dos ouvintes. A televisão é o media que menos possibilita o retorno de uma opinião, ou qualquer outro &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/nveis-de-interatividade.html"&gt;nível de interação&lt;/a&gt; com os espectadores, tendo apenas pequenos espaços em programas de entretenimento, além da experiência de telefonemas gravados no telejornal SBT Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Internet, pensada hoje como um meio de comunicação em criação e constante expansão, é onde os usuários – não mais espectadores, pois &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/percurso-hipertextual-e-sua-efetiva.html"&gt;podem navegar conforme sua vontade&lt;/a&gt;, escolhendo os hiperlinks que conduzirão seu caminho – podem exercer o direito da interatividade com os produtores de informação e com outros internautas. A partir da rede, vêm se desenvolvendo novos modelos de comunicação interativa que se baseiam na prática da navegação por hiperdocumentos e que têm sido chamados de &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/aplicao-dos-conceitos-hipertextuais-ao.html"&gt;Webjornalismo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A interação com a rede se difundiu e vem crescendo a partir do aparecimento de um novo paradigma para a Internet que foi chamado de Web 2.0. Não se trata de uma inovação tecnológica, mas de uma mudança de conceitos em que a importância da rede é deslocada dos criadores de conteúdos para os usuários. É a síntese de como a Internet pode se concretizar como rede e interligar conteúdos, disseminando informação e conhecimento com maior clareza e rapidez. Para Guilherme Feltri, mestrando em Web 2.0 e repórter da página de notícias sobre tecnologia IDG Now!, do portal Uol, a “Web 2.0 usa a web como plataforma de socialização e interação entre usuários graças ao compartilhamento e criação conjunta de conteúdo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Tim O’Reilly, em sua obra What is Web 2.0, o novo paradigma está baseado na cooperação, na construção coletiva dos ambientes. Três características apontadas por O’Reilly merecem destaque: 1. A dificuldade de se encontrar a origem de dados veiculados, que os torna mais ricos; 2. A confiança nos usuários da rede como co-desenvolvedores, co-produtores de conteúdo; e 3. O aproveitamento da inteligência coletiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É no conceito da Web 2.0 que se baseiam novas plataformas de suporte à informação como os &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/blogs.html"&gt;blogs&lt;/a&gt; e as páginas que utilizam a tecnologia wiki. Na mesma mão corre o desenvolvimento do sistema operacional Linux, cujo código é aberto aos usuários que podem realizar modificações e repassá-las via rede para a comunidade mundial, ajudando assim a melhorar a plataforma.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-4838038865228166200?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/4838038865228166200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=4838038865228166200&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4838038865228166200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4838038865228166200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/internet-contempornea-e-interatividade.html' title='A Internet contemporânea e a interatividade na Web 2.0'/><author><name>Jornalismo Digital</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04574505810544654002</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-2172714015288152345</id><published>2007-07-01T01:33:00.000-03:00</published><updated>2007-07-01T02:42:53.487-03:00</updated><title type='text'>Agora nem o mínimo</title><content type='html'>O webjornalismo brasileiro perde um site: o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nomínimo&lt;/span&gt; encerrou suas atividades na sexta, 29, depois de ficar sem patrocínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora não tivesse muitos recursos multimídia e interatividade limitada aos comentários, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nomínimo&lt;/span&gt; foi um site que contribuiu para o desenvolvimento do webjornalismo. Sem uma empresa de mídia por trás da linha editorial, surgido exclusivamente para a web, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nomínimo &lt;/span&gt;reuniu nomes famosos das redações (Marcos Sá Correa, &lt;span class="lnu-r"&gt;Villas-Bôas Corrêa&lt;/span&gt;, Ricardo Kotscho, entre outros) e gente que estava começando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na rede desde 2002, o site foi o que sobrou do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;No.&lt;/span&gt; (Notícia e Opinião ponto). O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;No.&lt;/span&gt; surgiu no auge do investimento de grandes grupos nos projetos de internet e naufragou com o estouro da bolha especulativa no começo dos anos 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;No.&lt;/span&gt; saiu do ar, parte do conteúdo ficou disponível. No entanto, já não é possível ter acesso aos textos publicados durante 1 ano e meio em que o site estava ativo. O mesmo deve acontecer com o conteúdo do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nomínimo&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fim do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nomínimo&lt;/span&gt; é emblemático porque o site atingia aproximadamente três milhões de acessos por mês e contava com 150 mil assinantes da newsletter. Segundo o Ibope NetRatings, o brasileiro bateu recorde de uso da Internet no mês de abril. Foram 21 horas e 44 minutos conectado, crescimento de 11,8% em relação a abril do ano passado. Com o aumento da permanência na web e nas vendas de computadores pessoais, aliado ao grande número de visitantes que o site já tem, porque não conseguiram patrocínio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o conteúdo produzido? Ficará restrito e fragmentado por sites e blogs que tenham citado algum dos textos? Alguém irá imprimir os textos antes que eles fiquem indisponíveis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que o destino do webjornalismo é ficar vinculado aos portais e grupos de mídia, tais como o Blog do Noblat?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto não há respostas para essas perguntas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-2172714015288152345?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/2172714015288152345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=2172714015288152345&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2172714015288152345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2172714015288152345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/agora-nem-o-mnimo.html' title='Agora nem o mínimo'/><author><name>Gustavo D'Avila</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-q5ltoik1Jl8/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAACRY/-PhhNGAj_jo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-1750208109790264958</id><published>2007-06-28T12:01:00.000-03:00</published><updated>2007-06-28T12:06:56.631-03:00</updated><title type='text'>Seis perguntas sobre webjornalismo</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Apresento a seguir um pequeno roteiro para estimular nossos colaboradores na prática da reportagem. Profissionais, pesquisadores, professores e críticos da mídia podem ser entrevistados para responder essas seis questões básicas sobre webjornalismo.&lt;/p&gt;    &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;1)&lt;/b&gt; Qual é sua avaliação do estágio atual do webjornalismo brasileiro?&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;2)&lt;/b&gt;Qual é, em sua opinião, o portal (ou site) hospedado no país que mais se aproxima das características do webjornalismo (multimidialidade, interatividade, hipertextualidade, personalização, memória e atualização contínua)?&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;3) &lt;/b&gt;Como encara a discussão sobre o fato de que na web o espaço é infinito, mas o tempo do leitor é finito e ele não fica muito tempo numa página?&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;4) &lt;/b&gt;Que prognóstico é possível fazer para a mídia impressa em relação à expansão do jornalismo digital?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;5)&lt;/b&gt;Em sua opinião, o jornalismo colaborativo pode ser uma alternativa aos modelos tradicionais de jornalismo ou é apenas um fornecedor de mão-de-obra barata para as empresas?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;6)&lt;/b&gt;Como enfrentar o desafio de que os jovens leitores gastam mais tempo visitando redes de relacionamento, como Orkut, MySpace, YouTube etc, do que lendo notícias nos sites dos jornais?&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;Prof. Mauro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-1750208109790264958?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/1750208109790264958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=1750208109790264958&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1750208109790264958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1750208109790264958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/06/seis-perguntas-sobre-webjornalismo.html' title='Seis perguntas sobre webjornalismo'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-1779204117995322480</id><published>2007-06-26T12:31:00.000-03:00</published><updated>2007-06-26T12:40:39.024-03:00</updated><title type='text'>Interatividade e prática hipertextual</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sabe-se que uma das questões centrais do webjornalismo está na interatividade e na relação entre esta e a prática hipertextual. É também conhecida a distinção feita pelo estudioso e professor da UFRGS, Alex Primo, entre interação reativa (fraca e limitada) e mútua (plena). Levada ao limite extremo, a interatividade mútua opera uma fusão entre o papel do usuário e o papel do programador.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em texto no qual busca fazer um “resgate histórico do hipertexto”, Maria Clara Aquino, pesquisadora da Pós-Graduação em Comunicação da mesma UFRGS, após reconstituir as idéias de Primo no que tange à interatividade, faz uma crítica bastante pertinente ao grau de interatividade da Web. “O que vemos hoje na Web é uma interação reativa, pois o usuário fica limitado a escolher entre uma quantidade de links e a simplesmente navegar por entre este mar de opções, porém, incluir novos rumos, ou seja, novos links, isso não lhe é facultado”, escreve Aquino.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por esse motivo ela dirá, ecoando os importantes estudos de Alex Primo, sobre os quais falaremos em outra postagem, que a prática hipertextual da Web hoje não é efetivamente interativa, “já que o usuário da Rede não interage totalmente nas páginas, porque não possui total liberdade e flexibilidade de se manifestar”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Somente com o hipertexto cooperativo é que o fenômeno da produção textual coletiva pode se manifestar de forma plena. É muito mais do que o tão propagado jornalismo colaborativo e mais profundo ainda do que os mecanismos de participação do leitor, como chats, fóruns, murais e enquetes, criados pelos sítios e portais.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A construção coletiva do conhecimento e da informação (webjornalismo) é uma das linhas de força do pensamento, não só de Pierry Lévy, mas, também, do pai do hipertexto, Ted Nelson. Trata-se, ainda, de uma profecia não cumprida.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;Para saber mais:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;- AQUINO, Maria Clara&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;.“&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;Um resgate histórico do hipertexto”&lt;b style=""&gt;.&lt;/b&gt; Disponível em: http://&lt;a href="http://www.compos.com.br/e-compos"&gt;www.compos.com.br/e-compos&lt;/a&gt;. Acesso em 21/02/2007.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;- LÉVY, Pierre. &lt;i&gt;O que é virtual?&lt;/i&gt; São Paulo: Editora 34, 1996.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;- PRIMO, Alex Fernando Teixeira. “Quão interativo é o hipertexto? Da interface potencial à escrita coletiva. In. Compós 2002 – Encontro da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, 11, 2002, Rio de Janeiro. Anais. Disponível em: http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/quao_interativo_hipertexto.pdf. Acesso em 26/maio/2007.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;- PRIMO, Alex Fernando Teixeira; RECUERO, Raquel da Cunha. “Hipertexto Cooperativo: Uma Análise da Escrita Coletiva a partir dos Blogs e da Wikipédia.” In: VII Seminário Internacional da Comunicação 2003, Porto Alegre, Anais. Porto Alegre, 2003. Disponível em: &lt;a href="http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/hipertexto_cooperativo.pdf.%20Acesso%20em%2026/maio/2007"&gt;http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/hipertexto_cooperativo.pdf. Acesso em 26/maio/2007&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;Prof. Mauro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-1779204117995322480?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/1779204117995322480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=1779204117995322480&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1779204117995322480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1779204117995322480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/06/interatividade-e-prtica-hipertextual.html' title='Interatividade e prática hipertextual'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-5264563409953553947</id><published>2007-06-25T21:25:00.000-03:00</published><updated>2007-06-26T14:32:34.949-03:00</updated><title type='text'>O rizoma, segundo Deleuze e Gattari</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O primeiro passo para compreender o funcionamento (ou agenciamento) dos sistemas hipermidiáticos e a própria linguagem hipertextual está no conceito de &lt;b style=""&gt;Rizoma&lt;/b&gt;, estabelecido pelos filósofos Gilles Deleuze e Félix Guattari, no livro&lt;span style="font-size:11;"&gt; &lt;i style=""&gt;Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia, vol. 1. (&lt;/i&gt;Tradução de Aurélio Guerra Neto e Célia Pinto Costa. São Paulo: Editora 34, 1995). A seguir, destacamos pequenos trechos em que os autores conceituam o rizoma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-size:11;color:black;"  lang="PT" &gt;- “Um rizoma como haste subterrânea distingue-se absolutamente das raízes e radículas. Os bulbos, os tubérculos, são rizomas. (...) Até animais o são, sob sua forma matilha; ratos são rizomas. As tocas o são, com todas suas funções de habitat, de provisão, de deslocamento, de evasão e de ruptura”. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT"&gt;- “Há rizoma quando os ratos deslizam uns sobre os outros”.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-size:11;color:black;"  lang="PT" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-size:11;color:black;"  &gt;- “Oposto ao grafismo, ao desenho ou à fotografia, oposto aos decalques, o rizoma se refere a um mapa que deve ser produzido, construído, sempre desmontável, conectável, reversível, modificável, com múltiplas entradas e saídas, com suas linhas de fuga”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-size:11;color:black;"  &gt;- “Contra os sistemas centrados (e mesmo policentrados), de comunicação hierárquica e ligações preestabelecidas, o rizoma é um sistema a-centrado não hierárquico e não significante, sem General, sem memória organizadora ou autômato central, unicamente definido por uma circulação de estados”.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-size:11;color:black;"  lang="PT" &gt;- “Não existem pontos ou posições num rizoma como se encontra numa estrutura, numa árvore, numa raiz. Existem somente linhas”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Diante desses fragmentos, que não me canso de reler, fico a pensar no fluxo da informação ou até na produção do saber num ambiente rizomático, caracterizado pela multiplicidade de entradas e saídas, pela noção de texto aberto ou múltiplo e, principalmente, pela ausência de centro e de hierarquização. Quais as implicações desta nova textualidade digital?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prof. Mauro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-5264563409953553947?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/5264563409953553947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=5264563409953553947&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5264563409953553947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5264563409953553947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/06/o-rizoma-segundo-deleuze-e-gattari.html' title='O rizoma, segundo Deleuze e Gattari'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-6731112717810241257</id><published>2007-06-09T17:15:00.000-03:00</published><updated>2007-07-09T18:44:54.280-03:00</updated><title type='text'>Hipertexto - Blog e Wikipédia</title><content type='html'>Luís Henrique Ferraz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Web 2.0 e suas ferramentas multimídias são um novo ambiente onde os diferentes tipos de cooperações e as mais diversas manifestações são criadas entre seus usuários. Esse novo mundo digital e cooperativista funciona a todo vapor com seus sites de relacionamento, fóruns de discussão, chats, comunidades virtuais, blogs e fotologs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As novas formas de circulação de informações e conteúdos são variadas e vão desde a transferência de musicas em mp3 até o jornalismo aberto onde todos são produtores de notícias. Segundo Maria Clara Aquino, “as formas são várias, diferenciadas entre si, com objetivos diversos, mas com a cooperação e a coletividade em comum. A Web está cada vez mais povoada por formatos que transparecem a coletividade prevista na proposta de hipertexto de Nelson e que assim se tornam responsáveis pela passagem de um espaço construído individualmente para a realização conjunta de um ambiente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os blogs e o Wikipédia são bons exemplos da realização conjunta na produção de conteúdos. Essa coletividade acontece, pois em ambos hipertextos a publicação é livre ao público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos blogs os conteúdos presentes nas páginas são apenas alterados pelo seu autor, por isso o desenvolvimento e a interação nos blogs acontecem através dos comentários e sugestões. Essas discussões entre os leitores do blog e seus autores formam a inteligência coletiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Wikipédia funciona de forma semelhante, porém nesse hipertexto qualquer pessoa pode adicionar novas informações à página de pesquisa. No formato Wiki não existem autores, todos que contribuem tem papel essencial para o desenvolvimento e funcionamento da página, que funciona através de palavras chaves apresentando informações superficiais e avançadas sobre uma infinidade de temas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto os blogs quanto o Wikipédia são constantemente criticados e contestados sobre a veracidade de seus conteúdos e materiais. Essa preocupação sobre a veracidade e qualidade acontece por parte de alguns estudiosos que reconhecem atualmente a Web como fonte na busca de informações e conhecimento. Para a pesquisadora Sandra Santos em seu artigo, O livro e o computador: viagens por labirintos de palavras, “o monopólio dos livros parece estar ameaçado e o seu reinado. O computador que através das ferramentas que nos oferece, tem vindo a mudar a forma como percepcionamos a cultura e o acesso ao conhecimento; a forma como entendemos a leitura e a escrita, e muitos outros processos que todos tomávamos como certos e mesmo permanentes”.&lt;br /&gt;Quais serão os novos filtros na busca da verdade e da qualidade de &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/webjornalismo-e-hipertextualidade.html"&gt;informação&lt;/a&gt; nesse mundo novo?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-6731112717810241257?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/6731112717810241257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=6731112717810241257&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/6731112717810241257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/6731112717810241257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/06/hipertexto-blog-e-wikipdia.html' title='Hipertexto - Blog e Wikipédia'/><author><name>Luís Henrique M. Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16096996017838186664</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-3635815111017066572</id><published>2007-06-08T20:17:00.000-03:00</published><updated>2007-06-08T20:20:05.652-03:00</updated><title type='text'>Ted Nelson, o pai do hipertexto</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Em meados dos anos 60, um filósofo americano que gostava muito de informática formulou um método para conectar diferentes documentos eletrônicos. Os arquivos eram ligados por meio de “links” e a técnica passou a ser chamada de “hipertexto”. O projeto, ousado para a época, recebeu o nome nada científico de &lt;i style=""&gt;Xanadu&lt;/i&gt; e não foi adiante por falta de verba. A idéia, no entanto, colocou o nome de Teodor Holm Nelson, mais conhecido por Ted Nelson, 68 anos, na história da Internet.&lt;br /&gt;Os estudos de Ted Nelson serviriam ainda de base para as formulações de Tim Berners-Lee, que formataram a rede mundial de computadores tal como a conhecemos hoje. Pois na próxima segunda-feira, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;dia 11&lt;/span&gt;, os aficcionados por Internet poderão conhecer um pouco mais as idéias e o pensamento de Nelson. Ele será o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;entrevistado do Roda Vida&lt;/span&gt;, da TV Cultura. Um programa imperdível.&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Prof. Mauro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-3635815111017066572?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/3635815111017066572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=3635815111017066572&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3635815111017066572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3635815111017066572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/06/ted-nelson-o-pai-do-hipertexto.html' title='Ted Nelson, o pai do hipertexto'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-1138337026710193742</id><published>2007-06-06T00:01:00.000-03:00</published><updated>2007-06-06T00:04:53.942-03:00</updated><title type='text'>A mídia impressa resiste</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Segundo informações obtidas pelo repórter Jonatas Torresan (7º Termo, Diurno) e fornecidas a este blog, a circulação de jornais no Brasil “cresceu 6,5% no ano passado, superando o avanço mundial, que foi de 2,3%”. Os dados foram divulgados pela WAN, Associação Mundial de Jornais, que durante esta semana realiza em Cape Town, na Austrália, o seu 60° Congresso Mundial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Transcrevemos a seguir alguns tópicos interessantes de notícia publicada em 5 de junho no JCNet e enviada pelo Jonatas.&lt;/p&gt;  &lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;“Os      brasileiros, junto de chineses e finlandeses, são a segunda nacionalidade      que passa mais tempo lendo jornal: 48 minutos diariamente”. &lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;“Apenas      os belgas, com 54 minutos, despendem mais tempo com a leitura”.&lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;“No      ano passado, a circulação mundial de jornais diários pagos, segundo a      pesquisa feita em 232 países e territórios, atingiu a sua maior marca: 515      milhões de cópias”. &lt;/li&gt;&lt;li class="MsoNormal" style=""&gt;De      acordo com Timothy Balding, principal executivo da WAN, “a circulação dos      jornais nos mercados em desenvolvimento continua a crescer em grande      velocidade e, nos mercados maduros, mostra resistência extraordinária”.       &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Os dados são interessantes e iluminam a discussão, freqüente em nossas aulas, sobre a crise do jornal impresso e os desafios do online. Dados fornecidos pela ANJ confirmam o otimismo: “a associação brasileira afirmou que 7,230 milhões de exemplares foram vendidos diariamente em média no Brasil no ano passado”, conforme a reportagem publicada no JCNet. Pelo visto, o velho suporte ainda tem fôlego.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;Prof. Mauro&lt;/b&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-1138337026710193742?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/1138337026710193742/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=1138337026710193742&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1138337026710193742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/1138337026710193742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/06/mdia-impressa-resiste.html' title='A mídia impressa resiste'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-7985396067330624386</id><published>2007-05-31T17:17:00.000-03:00</published><updated>2007-07-09T18:49:36.079-03:00</updated><title type='text'>Webjornalismo e hipertextualidade</title><content type='html'>Luís Henrique Ferraz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As notícias na Web possuem particularidades marcantes e únicas que atualmente só podem ser utilizadas pelos seus meios digitais e interativos. Essas características indicam que escrever de forma hipertextual requer uma maneira própria de planejamento, organização e elaboração de uma história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Beatriz Ribasi em seu artigo, Características da notícia na Web, “as redes telemáticas proporcionaram ao jornalismo um desenvolvimento progressivo, influenciando nos processos produtivos de notícias, disseminação de informações, e alterando as relações dos meios de comunicação com seu público. Conceber um sistema de informação consistente para a Web e que aproveite as potencialidades da Rede, oferecendo ao público um produto webjornalístico de terceira geração, configura-se como um desafio”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalismo nesse novo contexto hipertextual torna-se fragmentado e utiliza links de imagens, sons, gráficos e vídeos para propiciar maior atração e diferentes leituras para os internautas. Dessa forma seus conteúdos são cada vez mais completos, interativos e multimídia. A novidade introduzida pela informática está justamente na possibilidade que ela abre de fundir num único meio e num único suporte todos os outros meios. Sendo assim, as modalidades discursivas na Internet apresentam desde textos escritos até vídeos e sons musicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras características do Webjornalismo são marcadas pelo imediatismo, pelo banco de dados e pela personalização presentes em suas páginas. Temos em tempo real as ultimas notícias do mundo de acordo com as nossas preferências e na mesma página podemos encontrar links com todo seu resgate histórico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O webjornalismo aliado à hipertextualidade e a multimidialidade mudaram a realidade da transmissão de notícias e informações para os internautas. Porém alguns cuidados devem ser tomados na montagem de seus conteúdos. Segundo Ribasi, “a Web tem espaço ilimitado, mas os leitores têm atenção limitada. Atentar para as características específicas do meio e para suas potencialidades pode contribuir para a elaboração de estratégias de persuasão e construções criativas e interessante da narrativa, de modo a prender a atenção do usuário”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-7985396067330624386?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/7985396067330624386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=7985396067330624386&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/7985396067330624386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/7985396067330624386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/webjornalismo-e-hipertextualidade.html' title='Webjornalismo e hipertextualidade'/><author><name>Luís Henrique M. Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16096996017838186664</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-3927081557589904915</id><published>2007-05-28T19:36:00.000-03:00</published><updated>2007-05-28T19:39:07.138-03:00</updated><title type='text'>A produção da notícia no webjornalismo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Os repórteres agora saem para as apurações com apetrechos de áudio e imagem a divulgar no sítio do jornal americano. Aqui o hábito é pouco disseminado”.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quem escreve é o ombudsman da Folha de S. Paulo, Mário Magalhães, em sua coluna de ontem, 27 de maio. Na semana anterior, ele participou da conferência anual da ONO (Organização dos Ombudsmans de Notícias), cujo tema central foi “Ombudmans em um tempo de transição”. Transição, é claro, de suporte, com o fim cada vez mais próximo das barreiras entre o impresso e o on-line.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ainda que o futuro do webjornalismo dependa de uma “guinada publicitária para o novo meio”, como escreve Magallhães, o procedimento jornalístico descrito no início desta postagem não deixa dúvidas sobre o fim da separação entre os processos de captação da notícia para os diferentes veículos (jornal, revista, TV, rádio e webjornal). &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Facilitada pela miniaturização dos equipamentos de captação de imagens e pela rapidez de transmissão gerada por uma sociedade em rede, a produção jornalística exige cada vez mais dos futuros profissionais versatilidade e domínio técnico nos diferentes formatos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A combinação de características e recursos próprios do Rádio, da TV e do Impresso será o traço distintivo do jornalismo praticado na Web. A preparação dos futuros jornalistas e a adaptação dos profissionais que já atuam no mercado passa por esta nova realidade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;Prof. Mauro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-3927081557589904915?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/3927081557589904915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=3927081557589904915&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3927081557589904915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3927081557589904915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/produo-da-notcia-no-webjornalismo.html' title='A produção da notícia no webjornalismo'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-87556506233465440</id><published>2007-05-28T17:12:00.000-03:00</published><updated>2007-05-28T17:15:56.061-03:00</updated><title type='text'>Primeira mão - Greve!!!</title><content type='html'>Os professores em assembléia na sala 1 deleberaram por greve imediata por tempo indeterminado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A votação contou com 50 professores, sendo 39 favoráveis à proposta de greve, 9 contra e 2 que se abstiveram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havera ainda uma nova assembléia com a Adnuesp Central na próxima quarta-feira, dia 30 de maio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-87556506233465440?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/87556506233465440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=87556506233465440&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/87556506233465440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/87556506233465440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/primeira-mo-greve.html' title='Primeira mão - Greve!!!'/><author><name>Jornalismo Digital</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04574505810544654002</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-5186128117059602883</id><published>2007-05-21T16:55:00.000-03:00</published><updated>2007-05-21T16:58:49.664-03:00</updated><title type='text'>Cara Nova</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;M&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;al nasceu e nosso blog já precisa de uma cara nova.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;T&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ambém fica aberto o convite àqueles que estiverem dispostos a auxiliar no desenvolvimento de um design próprio do blog e àqueles que quiserem ajudar na programação do "Jornalismo Digital".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-5186128117059602883?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/5186128117059602883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=5186128117059602883&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5186128117059602883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5186128117059602883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/cara-nova.html' title='Cara Nova'/><author><name>Jornalismo Digital</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04574505810544654002</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-4246837365354443555</id><published>2007-05-20T21:28:00.000-03:00</published><updated>2007-07-17T21:29:32.988-03:00</updated><title type='text'>Considerações Finais</title><content type='html'>A possibilidade de armazenamento de informações em forma digital é determinante na preservação do conhecimento adquirido. Nesse âmbito, o hipertexto constitui peça fundamental nessa preservação, pois possibilita a interconexão de informações e até mesmo a produção de novos dados. Além disso, o hipertexto cria um novo modelo de escrita, onde autor e leitor se fundem, colaborando com a feitura e divulgação do texto.&lt;br /&gt;            Contudo, o caráter anárquico deste fato pode “prejudicar” o trabalho de pessoas que têm por profissão escrever. O jornalismo online pode sofrer com isso e perder, cada vez mais, sua credibilidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-4246837365354443555?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/4246837365354443555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=4246837365354443555&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4246837365354443555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4246837365354443555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/consideraes-finais_20.html' title='Considerações Finais'/><author><name>Letícia Resende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00014683515149619988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-8643515921449568939</id><published>2007-05-19T21:31:00.000-03:00</published><updated>2007-07-17T21:32:47.549-03:00</updated><title type='text'>As desvantagens do Hipertexto</title><content type='html'>No entanto, é preciso analisar o lado negativo das possibilidades do hipertexto. Sua livre construção, apesar de proporcionar maiores chances de conseguir informações, é mais fácil ao usuário se perder no imenso número de link disponível para seguir o caminho. Neste percurso, o usuário pode parar em sites de credibilidade questionável, outro contra do hipertexto. Isto pode se dar justamente devido à interatividade no hiperdocumento.  À medida que o texto de um hiperdocumento possa ser modificado, qualquer tipo de informação, verídica ou não, pode ser disponibilizada. Um exemplo deste tipo de hipertexto, já classificado anteriormente como cooperativo, é a Wikipédia, onde cada um pode inscrever ou modificar a definição dos verbetes incluídos na enciclopédia.&lt;br /&gt;Outro exemplo são os blogs, hipertextos do tipo colagem, o leitor pode interagir com o autor por meio de comentários deixados no fim de cada post. Apesar de não parecer ter grande influência, os comentários funcionam como um termômetro para medir a audiência de um blog ou de cada post, quanto mais comentário, mais lido ou visitado aquela página foi. Quanto mais elogios mais sucesso, quanto mais críticas, mais correções a ser feitas e, obviamente, é interessante ao autor levar as críticas a sério para manter o “ibope” de seu blog.&lt;br /&gt;Para o jornalismo, é positiva e negativa a influência da interatividade na profissão. Para os meios de comunicação, receber o feedback de seus leitores em comentários ou correio eletrônico é  uma grande vantagem proporcionada pelo meio virtual. Contudo, já se pensa em um novo tipo de jornalismo, o chamado “jornalismo cooperativo” que, praticado principalmente online, dará abertura para que qualquer pessoa “não-jornalista” e “não-empregada” pela empresa de comunicação participe da criação de matérias, relativizando o papel do jornalista profissional formado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-8643515921449568939?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/8643515921449568939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=8643515921449568939&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8643515921449568939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8643515921449568939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/as-desvantagens-do-hipertexto.html' title='As desvantagens do Hipertexto'/><author><name>Letícia Resende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00014683515149619988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-7936066688540864608</id><published>2007-05-19T15:13:00.000-03:00</published><updated>2007-05-19T15:17:26.347-03:00</updated><title type='text'>O texto na Web: falsificação e legitimidade</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Entre os problemas ligados ao jornalismo na Web, o da credibilidade é sem dúvida um dos mais espinhosos. Quando se discute as possibilidades do jornalismo colaborativo, vem à mente a questão da autenticidade do material publicado. Nesse sentido, vale ler as afirmações do historiador francês Roger Chartier sobre o assunto. Reproduzo, a seguir, um pequeno trecho da entrevista&lt;span style="color: black;"&gt; de Chartier a Ângela&lt;/span&gt; Ravazzolo, &lt;span style="color: black;"&gt;do jornal Zero Hora (Suplemento Cultura), de Porto Alegre, publicada hoje, 19/maio/2007:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cultura &lt;/span&gt;- Temos hoje um manancial de textos na Internet. Ao mesmo tempo que a rede pode ser entendida como um "território livre" e "democrático", qual a "garantia de veracidade" dessas fontes? &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chartier&lt;/strong&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style=""&gt; - A entrada no mundo da textualidade eletrônica mexeu com a história em todas as suas etapas: multiplicou o acesso a documentos (mesmo que não substitua a consulta aos originais), facilitou as análises, autorizou uma nova modalidade de argumentação, que dá aos leitores a chance de controles múltiplos. O leitor pode ler aquilo que leu o historiador e pode refazer tudo ou pelo menos parte do percurso de pesquisa. Houve uma verdadeira mutação epistemológica. Mas, como você assinala, a medalha tem um reverso. Com os textos eletrônicos, esfacelam-se os critérios imediatos que legavam autoridade científica a certos discursos históricos. No mundo do numérico, todos os textos são dotados de uma mesma forma e aparecem no monitor com o mesmo peso de verdade. As falsificações tomam ali mais facilmente a aparência de autenticidade, e a circulação de informações errôneas ou mentirosas não encontra obstáculos (como nos mostram os falsos verbetes da Wikipédia). Esse é um desafio que implica a necessidade de se introduzir na web indicadores sobre o estatuto de autoridade científica, os mesmos controles de que se valem as revistas e as editoras acadêmicas. Não há uma fatalidade nas invenções técnicas, mas - é preciso lembrar com Walter Benjamin - elas são o que as sociedades fazem delas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;A prática do jornalismo na era da textualidade eletrônica encontra-se diante deste desafio: como conquistar a credibilidade por parte do leitor/usuário?&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Prof. Mauro &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-7936066688540864608?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/7936066688540864608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=7936066688540864608&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/7936066688540864608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/7936066688540864608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-texto-na-web-falsificao-e.html' title='O texto na Web: falsificação e legitimidade'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-4036905570484570769</id><published>2007-05-18T21:30:00.000-03:00</published><updated>2007-07-17T21:31:50.465-03:00</updated><title type='text'>O Hipertexto e seus benefícios</title><content type='html'>Atualmente, o usuário de internet navega na rede, lê o material disponível e raramente se dá conta deste processo ou do que está por trás dele. Toda a descrição feita inicialmente do que é e como funciona um hipertexto é pouco questionada por quem o acessa em suas diferentes formas. A velocidade da busca pela informação da “sociedade da informação” denominada por Castells faz com que as pessoas partam em busca do acesso mais rápido, mais prático e mais completo à informação.&lt;br /&gt;            Neste processo, viaja-se página a página, avança-se leitura a leitura num mundo infinito de hipertextos sempre conectados entre si que proporcionam aos leitores múltiplos meios de construir sua leitura e sua busca de dados. A cada acesso cria-se um caminho diferente e, dificilmente, dois usuários, mesmo iniciando sua navegação pela mesma Home traçarão caminhos iguais. A grande oferta de sites e seus inúmeros nós abrem as portas para uma exploração infindável do mundo virtual.&lt;br /&gt;            A construção da estrutura do hipertexto é feita como a do pensar humano. Pensamentos são interligados de forma aleatória numa ligação de significados que, muitas vezes não têm associação, e que, conectados, passam a fazer sentido. Os nós levam de uma página para a outra como um pensamento remete a outro num devaneio.&lt;br /&gt;            A contribuição do hipertexto para o cotidiano é inúmera e o desenvolvimento desta forma de escrita está mudando os paradigmas do modelo impresso. O hipertexto rompe o limite material do livro impresso que têm previstos, desde sua feitura, um começo, um meio e um fim. A narrativa termina quando termina as páginas do livro. Já no labirinto intertextual do hipertexto, este final não é delimitado. Este novo mundo virtual criado se difere ainda das páginas impressas no que diz respeito à interatividade. A interatividade fará com que se rompa a leitura linear dos textos já que, graças a este novo modelo, são quebradas as antigas concepções de leitor e autor. A exclusividade da autoria fica mais limitada e a polifonia, a multivocalidade entra em cena como a nova prática da escritura de um texto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-4036905570484570769?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/4036905570484570769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=4036905570484570769&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4036905570484570769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4036905570484570769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-hipertexto-e-seus-benefcios.html' title='O Hipertexto e seus benefícios'/><author><name>Letícia Resende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00014683515149619988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-352544832858669042</id><published>2007-05-18T18:22:00.000-03:00</published><updated>2007-05-18T18:29:23.397-03:00</updated><title type='text'>Novos colaboradores</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;O&lt;/span&gt; espaço de postagem do blog estará aberto a todos os alunos das disciplinas de Jornalismo Digital e, eventualmente, para demais colaboradores e professores da Unesp.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;E&lt;/span&gt;stejam covidados a participar desse &lt;strong&gt;nosso&lt;/strong&gt; novo canal de interatividade. Mandem e-mail para o endereço oficial do blog&lt;/span&gt; &lt;a href="mailto:jornalismodigitalunesp@gmail.com"&gt;&lt;strong&gt;jornalismodigitalunesp@gmail.com&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;para que possam ser habilitados como colaboradores.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-352544832858669042?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/352544832858669042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=352544832858669042&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/352544832858669042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/352544832858669042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/novos-colaboradores.html' title='Novos colaboradores'/><author><name>Jornalismo Digital</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04574505810544654002</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-4303707281817521996</id><published>2007-05-18T14:28:00.000-03:00</published><updated>2007-05-18T14:32:48.008-03:00</updated><title type='text'>Alguns princípios</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Caro Diego e colaboradores,&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal"&gt;É com satisfação que dou as boas-vindas a este blog e aos colaboradores já cadastrados. Concordo plenamente com você quando escreve na “Apresentação” que a premissa maior desse espaço “é a de que a prática do Jornalismo Digital deve ser um dos componentes do processo de aprendizagem dos futuros jornalistas”. Por isso tenho sido um defensor ardoroso da ligação entre produto laboratorial e disciplina profissionalizante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Não é outra coisa o que persigo em minhas aulas: ensinar jornalismo aliando teoria e prática, combinando textos de fundamentação com o fazer profissional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Além do que já foi explicitado na “Apresentação”, este blog chega para ser: &lt;b style=""&gt;a)&lt;/b&gt; um espaço de reflexão sobre assuntos, problemas e conceitos abordados durante as aulas da disciplina “Jornalismo Digital”, do curso de Jornalismo da FAAC – Unesp, em Bauru/SP; &lt;b style=""&gt;b)&lt;/b&gt; um fórum, aberto a todos os interessados, cuja finalidade é compartilhar descobertas, tendências e problemas do jornalismo produzido em suporte digital, sempre com um espírito crítico e, sobretudo, dentro do conceito de jornalismo colaborativo (também este passível de crítica).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Por fim, gostaria de convidar para este blog todos aqueles que se interessam pelos rumos de nossa profissão.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;Prof. Mauro&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-4303707281817521996?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/4303707281817521996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=4303707281817521996&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4303707281817521996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4303707281817521996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/alguns-princpios.html' title='Alguns princípios'/><author><name>Mauro Souza Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05484172913388999057</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Ly3Ilr7m0ks/TtKpSqggSlI/AAAAAAAAALo/2cytthRi9pE/s220/outro%2Bteste%2Bde%2Bedi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-2401791986716225488</id><published>2007-05-17T21:22:00.000-03:00</published><updated>2007-07-17T21:25:35.984-03:00</updated><title type='text'>O Hipertexto e a Interatividade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No âmbito virtual, principalmente no caso do uso da Internet, um tema bastante discutido e pesquisado é o da interatividade. Primo classifica a interatividade em dois tipos: mútua (provida de negociações relacionais durante seu processo) e reativa (dependente da previsibilidade e da automatização das trocas). Tomando o hipertexto como objeto de estudo, a interatividade mútua do mesmo se daria se o papel do usuário se juntasse ao papel do programador, tendo ambos a mesma liberdade de incluir links ou complementar as informações existentes no hipertexto. O que ainda se vê na Web é, na maioria das vezes, a interatividade reativa do hipertexto, pois o usuário não tem a opção de incluir novos links. Dessa forma, a escolha do usuário passa a ser limitada. Partindo desses princípios interativos, Primo classificou o hipertexto em três diferentes formatos: hipertexto potencial, hipertexto colagem e hipertexto cooperativo.&lt;br /&gt;O hipertexto potencial trata-se do exemplo clássico da interatividade reativa. Nesse caso, os caminhos já estão pré-determinados pelo programador do hipertexto, ou seja, o usuário não tem oportunidade de “interferir” na inclusão de novas associações. Já o hipertexto colagem permite ao usuário “criar”, estabelecendo-se assim uma atuação mais ativa dele. Porém, não há debate entre programador/usuário acerca de tal criação. Por fim, o hipertexto cooperativo seria aquele referente à interatividade mútua, estabelecendo-se o debate entre usuário e programador, tendo a discussão como responsável pelas mudanças de associações e conexões de uma determinada página. Um exemplo de hipertexto cooperativo é a Wikipedia. Criada em 1995 por Ward Cunnigham, a enciclopédia online permite que o usuário adicione, altere ou edite o conteúdo das páginas existentes na mesma. Tais alterações não necessitam de autorização prévia do autor da página, o que faz com que o texto permaneça em constante modificação.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-2401791986716225488?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/2401791986716225488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=2401791986716225488&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2401791986716225488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2401791986716225488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-hipertexto-e-interatividade.html' title='O Hipertexto e a Interatividade'/><author><name>Letícia Resende</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00014683515149619988</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-8704632436024116648</id><published>2007-05-17T01:33:00.000-03:00</published><updated>2007-05-16T21:51:12.893-03:00</updated><title type='text'>Apresentação</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;O&lt;/span&gt; presente blog é uma experiência dos alunos da disciplina Jornalismo Digital II, ministrada pelo&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4782290T3" target="rightFrame"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Prof. Dr. Mauro de Souza Ventura&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;na graduação em Jornalismo na&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://www.faac.unesp.br" target="rightFrame"&gt;Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (Faac)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, &lt;span style="color:#000000;"&gt;na&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://www.unesp.br" target="rightFrame"&gt;Universidade Estadual Paulista(Unesp)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, &lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;campus de Bauru.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo principal deste blog é abrir mais um canal de discussão e publicação de conteúdo voltado para o webjornalismo. A premissa maior que rege este espaço é a de que a prática do Jornalismo Digital deve ser um dos componentes do processo de aprendizagem dos futuros jornalistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A formação dos webjornalistas passa, sobretudo, pelo desafio de encontrar paradigmas que propiciem uma maior interatividade com o público, que não mais se comporta apenas como platéia. A escolha da criação deste blog se justifica pela possibilidade de que se possa gerir um &lt;em&gt;media&lt;/em&gt; onde todos os usuários sejam também produtores de conteúdo. O blog jornalismo Digital é também uma alternativa complementar ao &lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;webjornal&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://www.mundodigital.incubadora.fapesp.br" target="rightFrame"&gt;Mundo Digital&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:85%;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;que&lt;/span&gt; está passando por uma reformulação estrutural.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Q&lt;/span&gt;ue seja este também um meio onde possa se desenvolver o Jornalismo Digital.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-8704632436024116648?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/8704632436024116648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=8704632436024116648&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8704632436024116648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8704632436024116648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/apresentao.html' title='Apresentação'/><author><name>Jornalismo Digital</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04574505810544654002</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-8803703353642634478</id><published>2007-05-10T12:48:00.000-03:00</published><updated>2007-07-10T13:01:14.506-03:00</updated><title type='text'>Internet: a construção de uma memória</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Aline Alvarenga&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Lígia Rocca&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Todas as possibilidades oferecidas pela rede mundial de computadores são gigantescas; assim como o cérebro humano, as conexões são infinitas. &lt;a href="http://bocc.ubi.pt/pag/canavilhas-joao-internet-como-memoria.pdf"&gt;João Messias Canavilhas&lt;/a&gt; compara a Internet à memória do homem, em que podem ser encontrados muitos fatos passados, porém, precisam ser disponibilizados no espaço virtual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inúmeras bibliotecas e museus online, juntamente com os meios de comunicação de massa que disponibilizam na rede as informações do dia, constituem o grande arquivo de memória a que os internautas podem acessar. Porém, a possibilidade de que esses arquivos possam ser acessados imediatamente e em qualquer parte do mundo, diferencia a Internet dos outros meios de comunicação de massa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontecimentos do século passado podem ser acessados num piscar de olhos, por exemplo. Em um site de buscas, pode-se digitar algumas palavras-chaves e milhares de arquivos relacionados serão localizados nos inúmeros banco de dados disponíveis; as referências encontradas, levam o leitor ao momento do acontecimento: o passado torna-se presente na medida em que se encontram os arquivos disponíveis na memória da Web, levando o internauta ao momento do acontecimento. Canavilhas explica que “a Web, mais do que nenhum outro meio, comprime o tempo. Não o tempo que mede o espaço entre a emissão e a recepção da mensagem, tal como acontece em qualquer media, mas o tempo memória, o espaço existente entre o momento do acontecimento e o momento da pesquisa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As notícias que são colocadas na rede diariamente pelos meios de comunicação de massa, alimentam a memória da Web. Com as ferramentas de busca, a notícia perde sua efemeridade e torna-se história. Se o jornal de hoje vai para o lixo amanhã, na Internet essas notícias vão para um banco de dados e estarão disponíveis para consultas posteriores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-8803703353642634478?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/8803703353642634478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=8803703353642634478&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8803703353642634478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8803703353642634478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/internet-construo-de-uma-memria.html' title='Internet: a construção de uma memória'/><author><name>Lígia Rocca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00221425287647318083</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-3357479562744854153</id><published>2007-05-10T12:40:00.000-03:00</published><updated>2007-07-10T13:01:46.291-03:00</updated><title type='text'>As particularidades do formato online</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Aline Alvarenga&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lígia Rocca&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interessante do formato online é a característica de aprendizagem autoditada por parte dos leitores. Ao contrário de um ensino tradicional, dentro de uma sala de aula, em que os alunos apreendem informações com o auxílio de um professor, a Internet “impôs-se enquanto modelo, forçando a uma pedagogia autoditada”, como bem afirma &lt;a href="http://www.labcom.ubi.pt/~bocc/_esp/autor.php3?codautor=831"&gt;Ricardo Nunes&lt;/a&gt;. A existência dessa particularidade torna necessário que o escritor de textos para a web conheça os hábitos de leitura online a fim de aperfeiçoar a produção informativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beatriz Ribas afirma que o jornalismo vem seguindo tendências, discussões e adaptações, moldando-se ao ciberespaço. É nesse ponto que a fragmentação do discurso, a interatividade, a informação personalizada e a acumulação de dados (memória) surgem como características marcantes da narrativa na Web.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma de leitura dos textos online, que chega a ser 25% mais trabalhosa e requer textos mais curtos e uma linguagem mais simplificada, diferencia-se da leitura de textos impressos. Na Web, o usuário tende a focar a atenção no centro da janela. Ricardo Nunes acredita que “os leitores assumem o papel de scanners que procuram informação”. A leitura não ocorre mais de forma linear: grande parte dos leitores seleciona os tópicos de maior interesse, ou seja, lê de modo superficial para, a partir de uma escolha do que julga mais relevante, fazer uma leitura em profundidade. É um processo essencialmente interativo, apresentado pelo autor em associação ao princípio de hiperlink.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa característica de escolha deliberada pelos leitores da Web, faz com que os mesmos sejam tratados como construtores da narrativa. Há uma interatividade permanente entre o cibernauta e o media, uma vez que a cada leitura obedece a um percurso particular. Beatriz Ribas usa o termo “multilinear” para denominar esse processo de acesso hipertextual às informações. O usuário passa a estabelecer uma leitura específica, provisória e provavelmente única. A produção da notícia não é mais um papel atribuído apenas ao jornalista. Nunes defende que “navegar passa a significar, construir uma narrativa. No caso concreto, uma narrativa não linear que permite novos horizontes à informação digital”. O leitor passa então a se sentir parte do processo jornalístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beatriz Ribas atenta para os três momentos pelos quais passou a trajetória de produtos jornalísticos desenvolvidos para a Internet. O primeiro estágio do webjornalismo é marcado por um modelo linear, no qual o conteúdo dos jornais impresso é copiado para a Web. A internet serve apenas como um novo veículo para publicar as mesmas informações e os links são utilizados apenas para a passagem de uma editoria à outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um segundo estágio, denominado hipertextual básico, o link já passa a organizar as informações dentro da publicação online. Contudo, ainda há uma mera transposição de notícias. A interatividade é oferecida com a disponibilização de enquetes ou chats que possibilitam ao usuário comentar notícias e ter acesso ao comentário de outros leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro estágio do webjornalismo compreende a utilização de um banco de dados, tanto na produção quanto na organização da notícia. Para Ribas, a utilização de um banco de dados para a gestão das informações, armazenamento e recuperação instantânea de dados transforma-o em uma das principais formas culturais de nossos tempos. É essa interatividade, uma nova relação entre os meios de comunicação com o público, que marcará os tempos da era digital. rma-o em uma das principais formas culturais de nossos tempos. É essa interatividade, uma nova relação entre os meios de comunicação com o público, que marcará os tempos da era digital.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-3357479562744854153?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/3357479562744854153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=3357479562744854153&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3357479562744854153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3357479562744854153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/as-particularidades-do-formato-online.html' title='As particularidades do formato online'/><author><name>Aline Alvarenga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03877841289315188315</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-4971709147467380766</id><published>2007-05-09T17:13:00.000-03:00</published><updated>2007-07-09T17:52:44.232-03:00</updated><title type='text'>Hipertexto e Web 2.0</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Luís Henrique Ferraz&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Hipertexto é responsável pela construção de novos caminhos e de recursos inovadores que visam tornar a informação mais interativa o possível. A principal característica dessa linguagem digital é utilização dos computadores, que aliados a Internet e suas ferramentas multimídias tornam os conteúdos mais modernos e democráticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos hiperdocumentos presentes em toda Web o que presenciamos é a formação de uma rede que não apresenta começo nem fim. Nesse percurso os caminhos são infinitos e encontramos informações através de links que aliam texto, imagens e vídeos em um mesmo ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seu inicio a Web apresentou os mesmos problemas de outros meios de informação, pois através dos hipertextos potencial ou colagem, os leitores escolhiam apenas seus próprios caminhos, não podendo ainda interagir e contribuir na produção da informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Internet nasce como uma nova possibilidade de agregar conhecimentos e construir uma inteligência coletiva. Segundo Maria Clara Aquino em seu artigo, Um resgate histórico do hipertexto, “através da Internet, cria-se o que Levy (1993) chama de hipercórtex, uma espécie de imaginário coletivo. As pessoas, através da Rede, estariam unindo-se para construir, em conjunto, o que antes não conseguiam construir separadamente. Dessa forma, através da Internet, elas podem ter acesso a uma maior quantidade de informações e de aprendizado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a criação da Web 2.0 a possibilidade de uma &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/06/hipertexto-blog-e-wikipdia.html"&gt;escrita efetivamente coletiva&lt;/a&gt; via hipertexto acontece. O mundo das informações começam a passar por transformações onde não existem mais autores, mas sim co-autores e co-produtores. Para Maria Aquino, “a possibilidade da escrita hipertextual de forma coletiva depende e muito da possibilidade de um hipertexto cooperativo, cuja prática depende da realização de uma situação de comunicação que efetivamente possibilite interação, ou seja, uma atuação recíproca e mútua de seus atores”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse princípio de construção coletiva nos remte a três elementos básicos. Segundo a autora Maria Aquino, “quanto mais pessoas utilizarem o hipertexto, podendo modificar seu conteúdo e incluir novos links, mais ricas de informação serão as páginas; A construção coletiva do hipertexto coloca os internautas como co-desenvolvedores, praticamente anulando a escrita individual nesse contexto; O aumento do uso aliado à co-participação no desenvolvimento do hipertexto propicia a formação de uma inteligência coletiva”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um novo universo foi criado: o ciberespaço. Um espaço onde programadores e usuários podem interagir completamente entre si, trocando informações e construindo novos caminhos pelas infinitas redes de dados presentes na Internet. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-4971709147467380766?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/4971709147467380766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=4971709147467380766&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4971709147467380766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4971709147467380766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/hipertexto-e-web-20.html' title='Hipertexto e Web 2.0'/><author><name>Luís Henrique M. Ferraz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16096996017838186664</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-3928741783694055347</id><published>2007-05-08T10:31:00.000-03:00</published><updated>2007-07-08T10:33:41.385-03:00</updated><title type='text'>A postura do jornalista no ciberespaço</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Andressa Silva&lt;br /&gt;Cláudia Campos&lt;br /&gt;Maíra Soares&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;A internet facilitou o acesso à informação ao romper as barreiras do espaço e do tempo. Seu caráter hipertextual compatibiliza velocidade da informação com espaço disponível e riqueza de informações oferecidas. Os jornalistas que publicam notícias na Web podem gerar diferentes roteiros de leitura para dar ao leitor opções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O webjornalismo, segundo João Canavilhas, no texto &lt;a href="http://www.blogger.com/www.bocc.ubi.pt/pag/canavilhas-joao-internet-como-memoria.pdf"&gt;A Internet como Memória&lt;/a&gt;, alimenta a memória digital graças ao arquivo das notícias que diariamente são colocadas on-line. Para ele, dessa forma, a internet surge como uma “extensão da memória, ela expande nossos sentidos e nossa capacidade para comunicar em larga escala com rapidez, eficiência e flexibilidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse cenário exige um novo tipo de profissional que – para Carlos Castilho, no artigo &lt;a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/blogs.asp?id_blog=2&amp;dia=26&amp;amp;mes=2&amp;ano=2007"&gt;Internet gera um novo leitor e novos desafios para o público&lt;/a&gt; – deve “aceitar o protagonismo dos leitores, abandonando o unilateralismo informativo”. O jornalista também precisa, além da habilidade de escrever e fazer edição, ser capaz de se relacionar com seus leitores, de efetivar a interatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa dessas mudanças, em outro artigo, intitulado &lt;a href="http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=146"&gt;O ensino do jornalismo na contramão da evolução da comunicação&lt;/a&gt;, Castilho sugere uma reforma no ensino do ciberjornalismo das faculdades, em que os alunos estão muito preocupados com as ferramentas e despreocupados em conhecer as linguagens e em refletir sobre as questões éticas deste novo ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com ele, o erro está na preocupação das faculdades de jornalismo em treinar os alunos para o uso das novas tecnologias, em vez de propor um ensino que leve em conta que elas estão mudando radicalmente as rotinas e as normas da atividade jornalística. Além disso, ele explica que há o problema de a “atualização dos currículos ficar emperrada porque o ritmo das mudanças é muito mais rápido que os processos burocráticos da academia”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-3928741783694055347?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/3928741783694055347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=3928741783694055347&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3928741783694055347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3928741783694055347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/postura-do-jornalista-no-ciberespao.html' title='A postura do jornalista no ciberespaço'/><author><name>Maíra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01664916840185751089</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-9121640234392476380</id><published>2007-05-08T10:28:00.000-03:00</published><updated>2007-07-08T10:30:58.378-03:00</updated><title type='text'>Percurso narrativo da Web</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Andressa Silva&lt;br /&gt;Cláudia Campos&lt;br /&gt;Maíra Soares&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Ler na Web é 25% mais difícil, principalmente pela resolução do ecrã. Por isso, o estudioso do assunto, Jacob Nielsen, defende uma redução dos textos para metade, simplicidade na linguagem e uso da pirâmide invertida para organizar as informações. Ele acredita que os leitores são como scanners; querem obter informação útil tão rápido quanto possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Nunes, em seu artigo &lt;a href="http://www.bocc.ubi.pt/pag/nunes-ricardo-noticia-multimedia.pdf"&gt;Informação multimédia: quando os leitores são construtores das narrativas&lt;/a&gt;, explica que “o processo on-line não previu uma aprendizagem formal por parte dos leitores. O novo formato impôs-se enquanto modelo, forçando uma pedagogia autodidacta”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de comunicação na Web é baseado no diálogo, na escolha deliberada, na circularidade e na reciprocidade constante. Como conseqüência há uma mudança profunda nos papéis de emissor e receptor. Os leitores – por meio da janela de entrada, da escolha dos assuntos a serem lidos e dos hiperlinks a serem seguidos – deixam de ser passivos e passam a construir narrativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebe-se, então, uma liberação da presença do autor do texto. A escrita produzida não é obrigatoriamente a garantia que o consumidor vá lê-la de modo linear. Embora a informação seja a mesma, o modo de consultá-la é diferente para cada um. Dessa forma, um produto cuja matriz é hipertextual terá tantas narrativas quanto os percursos feitos pelos usuários.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-9121640234392476380?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/9121640234392476380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=9121640234392476380&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/9121640234392476380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/9121640234392476380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/percurso-narrativo-da-web.html' title='Percurso narrativo da Web'/><author><name>Maíra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01664916840185751089</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-5840504429963849374</id><published>2007-05-08T10:26:00.000-03:00</published><updated>2007-07-08T10:28:21.382-03:00</updated><title type='text'>Livro x Computador: mudanças no registro do conhecimento</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Andressa Silva&lt;br /&gt;Cláudia Campos&lt;br /&gt;Maíra Soares&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Em seu artigo &lt;a href="http://www.uc.pt/diglit/DigLit%20Ensaios/Ensaios%202003-2004/Ensaio05.htm"&gt;O livro e o computador: viagens por labirintos de palavras&lt;/a&gt;, Sandra A. P. Santos diz que “o computador (...) tem vindo a mudar a forma como percepcionamos a cultura e o acesso ao conhecimento, a forma como entendemos a leitura e a escrita, e muitos outros processos que todos tomávamos como certos e mesmo permanentes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante séculos, o livro foi identificado como a única forma de registrar o saber e transmitir o conhecimento. Porém, com o surgimento do computador e da internet essa hegemonia foi abalada. Para entender melhor a questão, faz-se necessária a identificação das características básicas de cada um desses meios de registro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro identifica-se por sua materialidade. Trata-se de um objeto de forma física definida e facilmente reconhecível. Ele é a materialização do texto, já que esse não tem existência espacial, podendo-se dizer que há uma equivalência entre os dois.   No livro, as informações são oferecidas hierarquicamente, imprimindo um caráter rígido, linear e imutável à publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o texto eletrônico, lido no ecrã, não coincide com o espaço que ocupa nem com os limites espaciais impostos pelo computador. Há uma inovação no processo de leitura, que deixa de ser linear já que não há uma forma fixa do texto. Embora o autor proponha um percurso de leitura por meio da determinação dos hiperlinks, é o leitor que constrói a narrativa ao fazer suas escolhas. Há ainda uma quantidade imensa de informação multimídia disponível e as pessoas não conseguem acessar tudo ao mesmo tempo, por isso não é possível determinar os limites do hipertexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de sua crescente afirmação como meio de informação da sociedade, pelo menos por enquanto, o computador não substituirá o livro. Santos acredita que os dois viverão em complementaridade. Além disso, há a respeitabilidade construída ao longo dos séculos em torno do livro e o envolvimento sensorial do leitor com o mesmo, já que pode pegá-lo e sentir seu cheiro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-5840504429963849374?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/5840504429963849374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=5840504429963849374&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5840504429963849374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5840504429963849374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/livro-x-computador-mudanas-no-registro.html' title='Livro x Computador: mudanças no registro do conhecimento'/><author><name>Maíra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01664916840185751089</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-6504289203310415976</id><published>2007-05-08T10:24:00.000-03:00</published><updated>2007-07-08T10:25:53.852-03:00</updated><title type='text'>Ambiente digital: novas possibilidades de escrita</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Andressa Silva&lt;br /&gt;Cláudia Campos&lt;br /&gt;Maíra Soares&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;O advento da internet trouxe uma proposta de texto com características que vão além do impresso na questão da interatividade. O hipertexto, como é chamado, consiste em inúmeros blocos multimídias interligados de maneira não-seqüencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a principal diferença entre o hipertexto e o texto impresso: a não-linearidade. Composto por inúmeros links, ele é construído de maneira descentralizada, o que torna possível iniciar a leitura de qualquer ponto, sem necessariamente seguir o que foi proposto pelo autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A possibilidade de intervenção na obra traz à cena a autoria múltipla. O leitor torna-se também autor na medida em que pode mudar a ordem de leitura, acrescentar comentários, notas e complementações ao texto. Segundo Andréia Cordeiro, em seu artigo &lt;a href="http://www.uc.pt/diglit/DigLit%20Ensaios/Ensaios%202003-2004/Ensaio07.htm"&gt;O que é o hipertexto eletrônico e de que forma altera a organização e a utilização dos textos?&lt;/a&gt; “com a escrita eletrônica, a definição entre leitor e autor anula-se”, o que torna o leitor o objetivo principal do hipertexto e da informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferentemente do meio impresso, o hipertexto não apresenta limites físicos, o que torna desnecessária a paginação e traz a possibilidade de trabalhar com diversas mídias como som, imagens, fotos, animações, vídeos, etc. Além do enriquecimento da leitura, o suporte torna possível a existência de novos gêneros literários, que consigam utilizar todo o seu potencial midiático.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-6504289203310415976?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/6504289203310415976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=6504289203310415976&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/6504289203310415976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/6504289203310415976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/ambiente-digital-novas-possibilidades.html' title='Ambiente digital: novas possibilidades de escrita'/><author><name>Maíra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01664916840185751089</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-2174750739098875847</id><published>2007-05-08T10:20:00.000-03:00</published><updated>2007-07-08T10:24:15.064-03:00</updated><title type='text'>História do Hipertexto</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Andressa Silva&lt;br /&gt;Cláudia Campos&lt;br /&gt;Maíra Soares&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Sendo hoje o hipertexto uma rede de informações não-lineares acessada pela internet, o comum é imaginar seu advento na era digital. Porém, a idéia de hipertexto remete a um passado muito mais remoto relacionado não a computadores, mas à escrita. Com o passar do tempo ele se adaptou às novas realidades digitais até tomar as características atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Maria Clara Aquino em seu artigo &lt;a href="http://209.85.165.104/search?q=cache:yF2dI_Fh8MIJ:www.razonypalabra.org.mx/anteriores/n52/16Aquino.pdf+Um+resgate+hist%C3%B3rico+do+hipertexto&amp;hl=pt-BR&amp;amp;ct=clnk&amp;cd=3&amp;amp;gl=br"&gt;Um resgate histórico do hipertexto&lt;/a&gt;, a idéia de hipertexto como infinitos blocos interligados tem início nos séculos XVI e XVII, quando era comum a marginalia. Trata-se de anotações, citações e comentários feitos nas margens dos livros por leitores, que eram transcritos para um caderno onde podiam ser consultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Walter Benjamin foi um dos precursores do hipertexto. Ele propôs o fichário de anotações como uma eficiente forma de interligar arquivos. Outro exemplo é o Memex de Vannevar Bush, citado por Aquino em seu artigo. Em 1945, ele desenvolveu uma espécie de maquinário que permitia acessar textos por meio de seleções aleatórias. Anotações, imagens e memorandos podiam ser acrescentados com microgravações. O aparelho faz analogia ao pensamento humano, que Bush acreditava funcionar por associações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como Bush, &lt;a href="http://www.facom.ufba.br/com022/levy.html"&gt;Pierre Lèvy&lt;/a&gt;, também citado por Aquino, aproxima o hipertexto da mente humana ao classificá-lo como uma metáfora da comunicação. Para ele, qualquer texto é um hipertexto, pois há conexão entre palavras e frases que adquirem significados quando ligadas umas às outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do conceito ser antigo, o termo hipertexto foi criado apenas na década de 60, por Ted Nelson. Ele o definiu como “escritas associadas não-seqüenciais”, algo muito próximo da definição de hoje, em que as associações são os links que interligam os diversos blocos de leitura.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-2174750739098875847?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/2174750739098875847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=2174750739098875847&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2174750739098875847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2174750739098875847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/histria-do-hipertexto.html' title='História do Hipertexto'/><author><name>Maíra</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01664916840185751089</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-355276694048279088</id><published>2007-05-06T18:01:00.000-03:00</published><updated>2007-07-06T19:02:38.919-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a name="Ohipertexto"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O hipertexto&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao falar de hipertexto eletrônico, é preciso remeter às invenções de Vannevar Bush, criador do memex, em 1945 – instrumento de armazenamento de dados que funcionava por “trilhas associativas”, semelhantes ao pensamento humano – e que pode ser comparado, nos dias de hoje, aos nossos computadores pessoais. De acordo com Maria Clara Aquino, “as trilhas associativas seriam os elos, hoje os chamados links hipertextuais, que conectariam as informações umas às outras em meio à grande quantidade de dados armazenada”. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5084192389857818082" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_F5Wl2YQMdcs/Ro6uCpc4NeI/AAAAAAAAAAs/TKxN9DRtdgI/s400/memex.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://www.eca.usp.br/alunos/posgrad/denise/imagens/memex.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.eca.usp.br/alunos/posgrad/denise/imagens/memex.jpg&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Depois da invenção de Bush, surgiu o primeiro computador eletrônico, o ENIAC, Eletronic Numeric Integrator and Calculator, em 1946. Quase vinte anos mais tarde, em 1965, Theodor Holm Nelson concebeu o Projeto Xanadu, que se constituiria como uma biblioteca universal. Esta teria conexão entre os documentos armazenados, o que levou Ted Nelson a criar o termo hipertexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomando a definição de Ted Nelson do termo hipertexto, como um texto não seqüencial, que reúne e permite opções para o leitor e que é mais bem lido em uma tela interativa, é possível perceber sua natureza múltipla, sem começo nem fim. Os pesquisadores Deleuze e Guatari utilizaram o conceito botânico de rizoma para definir o hipertexto, já que o rizoma corresponde ao caule subterrâneo horizontal das plantas, do qual nascem brotos para fora da terra durante a sua evolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Andréia Cordeiro, “esta forma não-linear, descentralizada, intertextual, rizomática e multivocal, confunde-se com uma anarquia labiríntica”. A pesquisadora Sandra Santos completa “o hipertexto está organizado numa rede de nós que podemos percorrer das mais variadas formas através de uma sucessão de hiperligações, que nos permitem movimentarmos-nos por toda essa rede”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nem tudo sempre foi como conhecemos hoje&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É comum associarmos o conceito de hipertexto aos tempos modernos, principalmente devido à popularização da Internet. Porém, o que Maria Clara Aquino esclarece é que a idéia de hipertexto não é de hoje, mas “vem desde os séculos XVI e XVIII com as chamadas marginalia”, que correspondem aos índices, citações ou textos anotados nos cantos das páginas dos livros e depois transferidas para um caderno, para que pudessem ser consultadas. Aquino cita o exemplo de Leonardo da Vinci, que “realizava anotações nas margens das páginas de seus escritos”, fato que se comprovou quando alguns manuscritos do artista foram encontrados na Itália por um colecionador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="davinci"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;De Da Vinci a Wikipedia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O progresso que se observou ao longo dos tempos, permitiu que o hipertexto, como era considerado nas anotações de Da Vinci, começasse a ser aplicado na World Wide Web, que está se tornando o espaço de representação da coletividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, ao se falar de hipertexto, é importante destacar a necessidade de interatividade, relação em que o comportamento de um ator comunicacional influencia o outro. Ela pode ser de vários níveis, variando entre mútua ou reativa, sendo a primeira plena e a segunda limitada.&lt;br /&gt;Dependendo do tipo de interação, é possível a construção de um hipertexto coletivo. “Na interação do tipo mútua, o papel do usuário se funde com o papel do programador, já que ambos podem modificar e incluir links nos hipertextos”, explica Maria Clara Aquino. Porém o que acontece habitualmente é uma forma de interação reativa, em que o usuário fica limitado a navegar pelos links propostos pelo programador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Construção Coletiva&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O hipertexto, se executado da forma proposta por Ted Nelson, faz com que a autoria dos textos perca seu caráter único e o leitor passe a fazer parte do processo de construção, realizando a leitura da forma que lhe for conveniente. Autor e leitor fundem-se, sem poder ao certo determinar onde começa o papel de um e onde termina o papel do outro. É possível destacar dois exemplos de interação mútua, em que a ocorrência do hipertexto se dá da forma como foi proposta por seus idealizadores: os blogs e a Wikipedia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os blogs, apesar de terem um dono e serem escritos por uma só pessoa, têm no espaço de comentários uma importante ferramenta de interação com outros atores do processo comunicacional. A inserção de comentários e links permitem ao leitor se tornar colaborador do dôo do blog. De acordo com Aquino, “a escrita hipertextual torna-se coletiva através dos blogs em função da liberdade que os blogueiros possuem dentro de suas páginas e também nos comentários em outros blogs”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia"&gt;Wikipedia&lt;/a&gt; funciona como uma enciclopédia virtual e é a tradução do que Ted Nelson denominou por hipertexto, pois qualquer usuário pode editar o conteúdo das páginas, criando, alterando, incluindo ou excluindo textos e links, sem necessidade de autorização do programador. Isso faz “com que todos sejam autores e que o texto nunca tenha uma versão definitiva, mas que fique em constante modificação. Cada inclusão de link dentro de um verbete modifica toda a rede hipertextual da Wikipedia e dessa forma constrói-se um hipertexto que atende diretamente ao que foi proposto por Ted Nelson”, afirma Aquino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-hipertexto-e-os-novos-horizontes.html"&gt;Índice&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/as-novidades-de-ted-nelson-o-socilogo.html"&gt;As novidades de Ted Nelson&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/hipertexto-x-livros-crescente-utilizao.html"&gt;Hipertexto x Livros&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-jornalismo-digital-desde-quando-o-new.html"&gt;Jornalismo Digital&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/internet-como-ferramenta-de-memria-hoje.html"&gt;A internet como ferramenta de memória&lt;br /&gt;Jornalismo e Banco de Dados &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/construo-de-narrativas-no-jornalismo.html"&gt;Construção das Narrativas no jornalismo virtual&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/referncias-bibliogrficas-aquino-maria.html"&gt;Referências Bibliográficas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-355276694048279088?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/355276694048279088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=355276694048279088&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/355276694048279088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/355276694048279088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-hipertexto-ao-falar-de-hipertexto.html' title=''/><author><name>zakia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14967912329731161482</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_F5Wl2YQMdcs/Ro6uCpc4NeI/AAAAAAAAAAs/TKxN9DRtdgI/s72-c/memex.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-8275507761848294118</id><published>2007-05-06T17:59:00.001-03:00</published><updated>2007-07-06T18:59:54.589-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a name="hiperlivro"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Hipertexto X Livros &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crescente utilização de computadores e da Internet suscita questionamentos, como por exemplo, a possibilidade de as ferramentas disponíveis no computador tomarem o espaço que atualmente é dedicado aos livros impressos. Ou ainda mais, a possibilidades de as ferramentas proporem uma nova forma de se fazer a escrita, como os hipertextos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já existem diversos sites que disponibilizam ao leitor obras completas, que antes só encontrávamos em livrarias. Um exemplo é o site &lt;a href="http://www.universia.com.br/cultura+/cultvox.jsp"&gt;Universia&lt;/a&gt;, que oferece o download de dezenas de obras literárias. Dessa forma, o livro perde seu suporte físico, materializado em páginas e capa, mas continua sendo uma obra com princípio, meio e fim, preservando o caráter linear e hierárquico de como foi escrito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Sandra Santos, o “processo de leitura que nos é permitido fazer de um texto impresso exige de nós uma atitude algo passiva. O autor determina o nosso percurso de leitura, impõe-nos caminhos fixos sob pena de, ao mínimo desvio, a nossa leitura deixar de fazer sentido”. Contudo, a pesquisadora enfatiza a autoridade cultural do livro, a qual caracteriza como “praticamente insubstituível”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, a possibilidade de o computador representar eletronicamente os impressos constitui um dos passos para alterar o papel do leitor. O texto, no computador, não se apresenta de forma linear e hierárquica como no impresso. Segundo Santos, “a nossa capacidade de interpretação é fortemente posta à prova, muito mais do que quando lemos um texto impresso. Enquanto que no código impresso podemos limitar-nos a ler, no hipertexto é-nos sempre exigido o ato interpretativo e de reconstrução do texto. Desta forma, o texto eletrônico exige também a reconceitualização do papel de leitor tradicionalmente entendido como ‘aquele que lê’”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andréia Cordeiro exemplifica dizendo que “o leitor torna-se ainda um potencial editor, pois pode ler, introduzir notas e posteriormente republicar um documento em formato hipertextual”. A questão não é fazer do leitor apenas um consumidor, mas também um produtor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Veja também:&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-hipertexto-e-os-novos-horizontes.html"&gt;Índice&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-hipertexto-ao-falar-de-hipertexto.html"&gt;O hipertexto &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/as-novidades-de-ted-nelson-o-socilogo.html"&gt;As novidades de Ted Nelson&lt;br /&gt;A internet como ferramenta de memória&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-jornalismo-digital-desde-quando-o-new.html"&gt;Jornalismo Digital&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/os-bancos-de-dados-e-o-jornalismo-na.html"&gt;Jornalismo e Banco de Dados &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/construo-de-narrativas-no-jornalismo.html"&gt;Construção das Narrativas no jornalismo virtual&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/referncias-bibliogrficas-aquino-maria.html"&gt;Referências Bibliográficas&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-8275507761848294118?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/8275507761848294118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=8275507761848294118&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8275507761848294118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8275507761848294118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/hipertexto-x-livros-crescente-utilizao.html' title=''/><author><name>zakia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14967912329731161482</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-6921108610235058636</id><published>2007-05-06T17:59:00.000-03:00</published><updated>2007-07-06T18:55:41.216-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_F5Wl2YQMdcs/Ro6tgZc4NcI/AAAAAAAAAAc/2VAeLHVqJKc/s1600-h/ted+nelson.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5084191801447298498" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_F5Wl2YQMdcs/Ro6tgZc4NcI/AAAAAAAAAAc/2VAeLHVqJKc/s400/ted+nelson.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a name="novidadested"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;As novidades de Ted Nelson&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O sociólogo americano Theodor Holm Nelson revelou em entrevista concedida para a &lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/"&gt;Revista Época&lt;/a&gt; (edição n° 461, de 19 de março) acreditar que “a web é coisa do passado”, pois considera o meio quadrado e óbvio demais. Ted Nelson, como é conhecido, ficou famoso por ter criado os termos “hipertexto” e “hipermídia” em 1965, muito antes de surgir e se popularizar a World Wide Web. Ele também foi responsável por criar o primeiro software com links da história, o Xanadu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nelson anunciou que está desenvolvendo um sistema totalmente inovador para navegar na internet e nos escritórios. Ele explicou que será uma interface “visualmente deslumbrante, totalmente em três dimensões. Em vez de páginas, haverá avenidas de informações nas quais o usuário poderá flutuar entre os conteúdos e ver todas as conexões entre os documentos”. De acordo com o sociólogo, este sistema que ele irá propor que corresponde ao verdadeiro hipertexto que ele imaginou ao criar o termo na década de 60, não aquilo que é utilizado atualmente na Web.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os links da web são unidirecionais. Levam a só um lugar – todos do mesmo jeito. Isso é muito tolo. Os links não são o que eu queria. Parecem coisa velha, ultrapassada, simples demais”, comentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Veja também:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-hipertexto-e-os-novos-horizontes.html"&gt;Índice&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-hipertexto-ao-falar-de-hipertexto.html"&gt;O hipertexto &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/hipertexto-x-livros-crescente-utilizao.html"&gt;Hipertexto x Livros&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/internet-como-ferramenta-de-memria-hoje.html"&gt;A internet como ferramenta de memória&lt;br /&gt;Jornalismo Digital&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/os-bancos-de-dados-e-o-jornalismo-na.html"&gt;Jornalismo e Banco de Dados &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/construo-de-narrativas-no-jornalismo.html"&gt;Construção das Narrativas no jornalismo virtual&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/referncias-bibliogrficas-aquino-maria.html"&gt;Referências Bibliográficas&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-6921108610235058636?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/6921108610235058636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=6921108610235058636&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/6921108610235058636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/6921108610235058636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/as-novidades-de-ted-nelson-o-socilogo.html' title=''/><author><name>zakia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14967912329731161482</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_F5Wl2YQMdcs/Ro6tgZc4NcI/AAAAAAAAAAc/2VAeLHVqJKc/s72-c/ted+nelson.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-5666079044385156960</id><published>2007-05-06T17:57:00.000-03:00</published><updated>2007-07-06T18:52:27.467-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a name="internetferramentamemoria"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A Internet como ferramenta de memória&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Hoje, pode-se encontrar disponíveis na Web diversos arquivos históricos e culturais. São museus e bibliotecas que disponibilizaram na rede seus acervos. Segundo João Messias Canavilhas, a grande diferença da Web para os mass media é principalmente o fato de o arquivo ser global e imediato, “reduzindo o espaço e o tempo a um dado momento”. Entretanto, existem alguns aspectos que dificultam o estabelecimento da Internet como memória: longevidade do suporte, acesso, ferramentas de pesquisa pra informação não-textual e usabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A memória humana e a memória da Web têm pontos em comum, como a catalogação (na Web ela se dá por palavras-chave, no humano pelos sentidos). Além disso, em ambas existe a possibilidade de recuperação da informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às diferenças, pode-se citar a representação espacial da temporalidade (na Web, passado e presente ocupam mesmo espaço) e a relação de importância e duração de acontecimentos (o cérebro humano abriga momento, a Web um fenômeno contínuo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a memória na Internet mostra-se social, dinâmica, organizada e navegável, rompendo as barreiras do tempo e espaço. A Web surge assim como extensão da memória humana – e isso se dá principalmente por meio do &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-jornalismo-digital-desde-quando-o-new.html"&gt;jornalismo digital&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Veja também:&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-hipertexto-e-os-novos-horizontes.html"&gt;Índice&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-hipertexto-ao-falar-de-hipertexto.html"&gt;O hipertexto &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/as-novidades-de-ted-nelson-o-socilogo.html"&gt;As novidades de Ted Nelson&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/hipertexto-x-livros-crescente-utilizao.html"&gt;Hipertexto x Livros&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-jornalismo-digital-desde-quando-o-new.html"&gt;Jornalismo Digital&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/os-bancos-de-dados-e-o-jornalismo-na.html"&gt;Jornalismo e Banco de Dados &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/construo-de-narrativas-no-jornalismo.html"&gt;Construção das Narrativas no jornalismo virtual&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/referncias-bibliogrficas-aquino-maria.html"&gt;Referências Bibliográficas&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-5666079044385156960?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/5666079044385156960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=5666079044385156960&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5666079044385156960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5666079044385156960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/internet-como-ferramenta-de-memria-hoje.html' title=''/><author><name>zakia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14967912329731161482</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-4430532228197716025</id><published>2007-05-06T17:55:00.000-03:00</published><updated>2007-07-06T18:49:00.404-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O jornalismo digital&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Desde quando o The New York Times transpôs seu conteúdo para a Web, o jornalismo digital vem sofrendo mudanças e adaptando-se ao ciberespaço. Com a afirmação da Web como um meio de comunicação em potencial, o ambiente digital fornece subsídios para a criação de modelos narrativos para o webjornalismo. Esse jornalismo digital é praticado por jornalistas que pensam em formato multimídia (novas tecnologias), imaginando narrativas não-lineares e propondo interatividade com o público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalismo online exige novas pedagogias, porque na Internet o espaço virtual é ilimitado. Além disso, exige parâmetros de leitura diferentes da realidade – é mais cansativo ler no ecrã do que no papel. Assim, o jornalismo digital propõe textos mais curtos, de linguagem mais simples e que utilizem em suas notícias a pirâmide invertida. É como se o leitor fosse um “scanner” que procura informação de maneira rápida, correndo os olhos pelo texto como se o copiasse mentalmente. Entretanto, apesar de superficial, a leitura é ampla, uma vez que o leitor seleciona os tópicos de interesse para aprofundar-se. Assim, ele é um construtor de narrativas. Ele é ativo e elimina o unilateralismo do processo jornalístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="noticianaweb"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A notícia na Web - principais características &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A notícia na Web possui as seguintes características: hipertextualidade, interatividade, multimidialidade, personalização, memória e atualização contínua. No que tange à hipertextualidade, a notícia mostra um discurso fragmentado, que permite o acesso a diferentes partes da informação de modo dinâmico, formando um mosaico e permitindo diferentes ângulos do mesmo tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O usuário pode também se relacionar com a informação, que não é mais “fixa”. O leitor navega do seu jeito, escolhendo o caminho pelos seus interesses – é a personalização da notícia. A interatividade é gerada a partir do hiperlink e faz o leitor sentir-se parte do processo jornalístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A multimidialidade mostra que as notícias contam com diversos recursos: áudio, vídeo, imagens, animação, simulação e, por fim, o próprio texto. Eles complementam a narrativa jornalística, despertando diferentes sentidos no leitor. É como se diversos meios e tipos de mensagens se fundissem e estivessem à disposição do usuário, propondo diversas leituras da mesma realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/internet-como-ferramenta-de-memria-hoje.html"&gt;memória&lt;/a&gt; é propiciada pelo acúmulo de informação na Web. Segundo Palácios (1999), ela é múltipla, instantânea e cumulativa. Já Gonçalves (2004) argumenta dizendo que essa memória só existe porque há o arquivo de publicações isoladas e ultrapassadas, organizadas em &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/os-bancos-de-dados-e-o-jornalismo-na.html"&gt;banco de dados&lt;/a&gt;. A atualização contínua mostra-se nos grandes portais, em seções como “Últimas Notícias” que fornecem informações em tempo real.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="jornalismomemoriaweb"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Jornalismo e a memória na Web&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O webjornalismo tem dois planos distintos. Ele alimenta a memória virtual com arquivos de notícias, mas também recorre a serviços da Internet para contextualizar e atualizar informações. Essa contextualização, propiciada pelos arquivos, enriquece historicamente o teor informativo das notícias. Dessa forma, existe uma espécie de &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/os-bancos-de-dados-e-o-jornalismo-na.html"&gt;banco de dados&lt;/a&gt; online que disponibiliza esse arquivo em tempo real, com “capacidade de indexação” (NOGUEIRA, 2002, p.15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Nogueira, o webjornalismo não tem o caráter efêmero da pratica jornalística convencional, uma vez que seu presente é um “presente contínuo potencial” (2002, p.15). A notícia agora ganha uma espécie de sobrevida, afastando-se de seu conceito básico de novidade perecível: ela passa a constituir uma unidade de memória múltipla, instantânea e cumulativa (PALÁCIOS, 2002). Assim, o jornalismo online procura acumular informação passível de ser consultada a nível universal a partir das interfaces de pesquisa e bancos de dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Veja também:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-hipertexto-e-os-novos-horizontes.html"&gt;Índice&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-hipertexto-ao-falar-de-hipertexto.html"&gt;O hipertexto &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/as-novidades-de-ted-nelson-o-socilogo.html"&gt;As novidades de Ted Nelson&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/hipertexto-x-livros-crescente-utilizao.html"&gt;Hipertexto x Livros&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/internet-como-ferramenta-de-memria-hoje.html"&gt;A internet como ferramenta de memória&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/os-bancos-de-dados-e-o-jornalismo-na.html"&gt;Jornalismo e Banco de Dados&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/construo-de-narrativas-no-jornalismo.html"&gt;Construção das Narrativas no jornalismo virtual&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/referncias-bibliogrficas-aquino-maria.html"&gt;Referências Bibliográficas &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-4430532228197716025?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/4430532228197716025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=4430532228197716025&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4430532228197716025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4430532228197716025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-jornalismo-digital-desde-quando-o-new.html' title=''/><author><name>zakia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14967912329731161482</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-7518685123682983481</id><published>2007-05-06T17:51:00.000-03:00</published><updated>2007-07-06T18:50:02.008-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a name="bancodedados"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Os bancos de dados e o jornalismo na Internet&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São os bancos de dados que legitimam a função de memória da Web, pois, segundo Guimarães (2003, p.19), um banco de dados online é “uma coleção de dados estruturados ou informações relacionadas entre si”. Ou seja, não são arquivos suportados aleatoriamente pelo sistema operacional. As informações disponíveis nos bancos representam aspectos do mundo real e o que se deseja armazenar pro futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arquitetura dos bancos de dados foi evoluindo com o tempo e com o desenvolvimento da tecnologia, transformando-os em uma forma cultural definidora dos produtos da mídia digital, uma vez que armazenam imagens, gráficos e objetos multimídia. Os bancos de dados, segundo Gray (2004), devem contar com linguagens de programação, gerando assim bancos inteligentes e dinâmicos, baseados em diferentes modelos e tecnologias avançadas, operando em níveis complexos e estruturando um número amplo de dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os bancos de dados na era online migraram para o WWW usando linguagem HTML, passando a serem acessados por computadores pessoais e apresentando o mundo como uma coleção de itens. Assim, no caso do jornalismo online, os bancos de dados ajudam a gerar novas habilidades cognitivas, com conteúdos criativos e originais, propondo novas leituras da realidade e contextualizando a informação nova. Com eles, pode-se explorar novos gêneros no jornalismo, diversificar o conteúdo, descentralizar e dinamizar a informação. Os bancos de dados, segundo Machado (2004, p.2), têm três funções: estruturar a informação, suporte para modelos multimídia de narrativas e memória do que já foi publicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Culturalmente, o banco de dados é uma lista de itens que representa o mundo por meio de &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/construo-de-narrativas-no-jornalismo.html"&gt;narrativas&lt;/a&gt;. Assim, eles são o centro do processo criativo da era digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Veja também:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-hipertexto-e-os-novos-horizontes.html"&gt;Índice&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-hipertexto-ao-falar-de-hipertexto.html"&gt;O hipertexto &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/as-novidades-de-ted-nelson-o-socilogo.html"&gt;As novidades de Ted Nelson&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/hipertexto-x-livros-crescente-utilizao.html"&gt;Hipertexto x Livros&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/internet-como-ferramenta-de-memria-hoje.html"&gt;A internet como ferramenta de memória&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-jornalismo-digital-desde-quando-o-new.html"&gt;Jornalismo Digital&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/construo-de-narrativas-no-jornalismo.html"&gt;Construção das Narrativas no jornalismo virtual&lt;br /&gt;Referências Bibliográficas&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-7518685123682983481?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/7518685123682983481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=7518685123682983481&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/7518685123682983481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/7518685123682983481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/os-bancos-de-dados-e-o-jornalismo-na.html' title=''/><author><name>zakia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14967912329731161482</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-3805411827889770156</id><published>2007-05-06T17:48:00.000-03:00</published><updated>2007-07-06T18:41:58.874-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a name="construcaonarrativas"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A construção de narrativas no jornalismo virtual&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os leitores do webjornalismo são obreiros, porque assumem uma espécie de compromisso de construção de narrativas estruturadas na interatividade permanente promovida pelo ambiente digital. Assim, o jogo da comunicação entre receptor, meio, mensagem e emissor se redimensiona totalmente e quebra paradigmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gianfranco Bettetini (1993, p.75) diz que o receptor é usuário-operador que se atribui de duas funções: a de emissor e de receptor, simultaneamente. É ele quem operacionaliza e define as funções, não em mais submetido à lógica imposta pela informação. Assim, o leitor e o meio são interlocutores permanentes, que se “movimentam em um jogo de forças”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que acontece é que, de acordo com Nunes, surge uma espécie de diálogo legitimado pela “escolha deliberada, da circularidade e da reciprocidade constante”. Quem lê um livro ou qualquer obra textual convencional consegue penetrar no universo da obra através de sua imaginação; já no caso do mundo digital – do hipertexto – os elementos da narrativa sofrem mutações: mesmo que o jornalista estruture sua matéria de maneira convencional, isso não significa necessariamente que o leitor irá lê-la de modo linear. Existem diversas narrativas dentro de uma informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, existe uma mudança nas relações entre quem produz e quem consome narrativas, alterando o foco central da produção da notícia. O jornalista escreve, mas o leitor é seu co-editor e está online também, demonstrando assim uma transformação profunda no panorama de produção e consumo do jornalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem três modelos narrativos básicos para o webjornalismo: Linear (quando o conteúdo dos outros meios, como o impresso, é copiado para o ambiente digital sem adaptação à estética da Web; as matérias são lineares, e estruturados de maneira sólida, sem links); Hipertextual Básico (já apresenta iniciativas de informações extra e tentativa de links externos, sem muita interatividade) e Hipertextual Avançado (terceiro estágio do webjornalismo, com blocos de texto linkados de maneira multimídia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalismo digital está cada vez mais enraizado no cotidiano dos consumidores de informação, que constroem narrativas e utilizam os bancos de dados e acervos multimídia, ajudando a transformar a Web em um verdadeiro templo de memória para a humanidade. O futuro do webjornalismo só depende da potencialização de duas principais características, que afirmam esse modelo pós-moderno de transmitir informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja também: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-hipertexto-e-os-novos-horizontes.html"&gt;Índice&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-hipertexto-ao-falar-de-hipertexto.html"&gt;O hipertexto &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/as-novidades-de-ted-nelson-o-socilogo.html"&gt;As novidades de Ted Nelson&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/hipertexto-x-livros-crescente-utilizao.html"&gt;Hipertexto x Livros&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/internet-como-ferramenta-de-memria-hoje.html"&gt;A internet como ferramenta de memória&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-jornalismo-digital-desde-quando-o-new.html"&gt;Jornalismo Digital&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/os-bancos-de-dados-e-o-jornalismo-na.html"&gt;Jornalismo e Banco de Dados &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/referncias-bibliogrficas-aquino-maria.html"&gt;Referências Bibliográficas&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-3805411827889770156?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/3805411827889770156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=3805411827889770156&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3805411827889770156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3805411827889770156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/construo-de-narrativas-no-jornalismo.html' title=''/><author><name>zakia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14967912329731161482</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-4283502848630126062</id><published>2007-05-06T17:47:00.000-03:00</published><updated>2007-07-06T18:38:39.590-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a name="referencias"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Referências Bibliográficas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AQUINO, Maria Clara. Um resgate histórico do hipertexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BARBOSA, Suzana. Bancos de dados: agentes para um webjornalismo inteligente?&lt;br /&gt;In: &lt;a href="http://www.facom.ufba.br/"&gt;http://www.facom.ufba.br/&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;CANAVILHAS, João Messias. A internet como memória. In: &lt;a href="http://www.bocc.ubi.pt/"&gt;http://www.bocc.ubi.pt/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CORDEIRO, Andréia. “O que é o hipertexto electrónico e de que forma altera a organização e a utilização dos textos?”. In: Digilitweb: &lt;a href="http://www.uc.pt/diglit"&gt;http://www.uc.pt/diglit&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NUNES, Ricardo. Informação multimédia: quando os leitores são construtores de narrativas. In: &lt;a href="http://www.bocc.ubi.pt/"&gt;http://www.bocc.ubi.pt/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA ÉPOCA. Edição n° 461, de 19 de março de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIBAS, Beatriz. Características da notícia na Web - considerações sobre modelos narrativos. In: &lt;a href="http://www.facom.ufba.br/"&gt;http://www.facom.ufba.br/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROCHA, Paula Jung e MONTARDO, Sandra Portella. Netnografia: incursões metodológicas na cibercultura. In: &lt;a href="http://www.compos.com.br/e-compos"&gt;www.compos.com.br/e-compos&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SANTOS, Sandra A. P. “O Livro e o Computador: Viagens por Labirintos de Palavras”. In: Digilitweb: &lt;a href="http://www.uc.pt/diglit"&gt;http://www.uc.pt/diglit&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEIXAS, Lia. “Gêneros jornalísticos digitais: critérios para definir os produtos do webjornalismo”. In: MACHADO, E. e PALACIOS, M. Modelos de jornalismo digital. Salvador: Ed. GJOL, Calandra, 2003, pp: 79-100.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Veja também:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-hipertexto-e-os-novos-horizontes.html"&gt;Índice&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-hipertexto-ao-falar-de-hipertexto.html"&gt;O hipertexto &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/as-novidades-de-ted-nelson-o-socilogo.html"&gt;As novidades de Ted Nelson&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/hipertexto-x-livros-crescente-utilizao.html"&gt;Hipertexto x Livros&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/internet-como-ferramenta-de-memria-hoje.html"&gt;A internet como ferramenta de memória&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/o-jornalismo-digital-desde-quando-o-new.html"&gt;Jornalismo Digital&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/os-bancos-de-dados-e-o-jornalismo-na.html"&gt;Jornalismo e Banco de Dados &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/construo-de-narrativas-no-jornalismo.html"&gt;Construção das Narrativas no jornalismo virtual&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-4283502848630126062?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4283502848630126062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/4283502848630126062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/referncias-bibliogrficas-aquino-maria.html' title=''/><author><name>zakia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14967912329731161482</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-3034466507961286847</id><published>2007-05-04T16:11:00.000-03:00</published><updated>2007-07-04T16:48:59.268-03:00</updated><title type='text'>Referências Bibliográficas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Diego Dacax&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Tatiana Aoki&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;AQUINO, Maria Clara. &lt;strong&gt;Um Resgate Histórico do Hipertexto: O desvio da escrita hipertextual provocado pelo advento da Web e o retorno aos preceitos iniciais através de novos suportes.&lt;/strong&gt; Acesso em 11/05/2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BARBOSA, Suzana. &lt;strong&gt;Banco de Dados como metáfora para o jornalismo digital de terceira geração. In: Ciências da Comunicação em Congresso na Covilhã. &lt;/strong&gt;III Sopcom, VI Lusocom, II Ibérico, UBI (CDROM), 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRAGA, Daniela Bertocchi de. A tecnologia não é inimiga. &lt;strong&gt;Observatório da Imprensa&lt;/strong&gt;. Disponível em: &lt;&lt;a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=332eno002"&gt;http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=332eno002&lt;/a&gt;&gt; Acesso em 15/05/2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Canavilhas, João Messias. A&lt;strong&gt; Internet como Memória.&lt;/strong&gt; Disponível em: &lt;www.bocc.ubi.pt&gt;.Acesso em: 15/05/2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NUNES, Ricardo. &lt;strong&gt;Informação multimédia: quando os leitores são construtores de narrativas.&lt;/strong&gt; Disponível em &lt; &lt;a href="http://www.bocc.ubi.pt/"&gt;http://www.bocc.ubi.pt/&lt;/a&gt; &gt; Acesso em 11/05/2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIBAS, Beatriz. &lt;strong&gt;Características da notícia na Web - considerações sobre modelos narrativos.&lt;/strong&gt; In: Comunicação Individual II Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo – SBPJor FACOM/UFBA – Salvador – BA . Acesso em 14/05/2007.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-3034466507961286847?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/3034466507961286847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=3034466507961286847&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3034466507961286847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/3034466507961286847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/referncias-bibliogrficas.html' title='Referências Bibliográficas'/><author><name>Tatiana Aoki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_f0J_aN85SPk/ShtzsKyikiI/AAAAAAAAAYk/au6UZeNewlQ/S220/DSC00595.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-176074453740568730</id><published>2007-05-04T16:10:00.000-03:00</published><updated>2007-07-04T16:42:39.464-03:00</updated><title type='text'>Considerações finais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O sistema hipermidiático permite um novo conceito de acessibilidade e interação na Internet, uma vez que o usuário consegue acessar dados e informações em maior quantidade e de maneira não-linear, diferente do que ocorria com os outros meios de comunicação. Dessa forma, diversos paradigmas, especialmente os comunicacionais, são modificados no mundo virtual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, vale destacar que todos esses conceitos – como a arquitetura do hiperlink e o banco de dados – já foram utilizados e estudados em outros momentos da história. Mas a grande modificação que a Internet proporcionou foi a ampliação e criação de novas resoluções no uso do hiperlink e do banco de dados. E é justamente esse aumento do potencial de uso dos aplicativos que justificam o diferencial da Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Diego Dacax&lt;br /&gt;Tatiana Aoki Cavalcanti&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja Também:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/informao-e-memria-na-era-digital_04.html"&gt;A Informação e a Memória na Era Digital&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/as-mudanas-da-internet.html"&gt;As mudanças da Internet&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-hipertexto.html"&gt;O hipertexto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-texto-jornalstico-na-web.html"&gt;O texto jornalístico na web&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-novo-conceito-banco-de-dados.html"&gt;O novo conceito: Banco de Dados&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/internet-e-memria.html"&gt;Internet e memória&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/referncias-bibliogrficas.html"&gt;Referências Bibliográficas&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-176074453740568730?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/176074453740568730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=176074453740568730&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/176074453740568730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/176074453740568730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/consideraes-finais.html' title='Considerações finais'/><author><name>Tatiana Aoki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_f0J_aN85SPk/ShtzsKyikiI/AAAAAAAAAYk/au6UZeNewlQ/S220/DSC00595.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-7718392473317223599</id><published>2007-05-04T16:08:00.000-03:00</published><updated>2007-07-04T16:47:43.032-03:00</updated><title type='text'>Internet e memória</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Diferentemente dos outros meios de comunicação, a Internet possui várias características que a diverge dos outros mass media. Dentre as diferenças, Gordon Bell (cf. BELL, s/d) cita quatro como sendo as principais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;longetividade do suporte:&lt;/strong&gt; a Internet possui cada vez mais tecnologias que permite um maior armazenamento de informações com cada vez menos espaço. Dessa maneira, o acesso a arquivos documentais (webjornais, livros, filmes, revistas) de diversas partes do globo torna-se viável e sem custos com deslocamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;acessibilidade:&lt;/strong&gt; nos meios eletrônicos, o acesso do internauta a arquivos digitais é feito mais rapidamente do que em outro tipo de Banco de Dados. Além disso, o usuário tem uma maior privacidade ao acessar documentos confidenciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;ferramentas de pesquisa de informação não-textual:&lt;/strong&gt; uma das áreas que ainda está em desenvolvimento na Internet, embora sua utilização já seja feita de modo amplo. Segundo Canavilhas (s/d), na informação não-textual o usuário ainda está sujeito a certas restrições: “A procura de fotos, por exemplo, está sujeita ao sistema de indexação estabelecido pelo arquivista. O que pesquisa é o nome do ficheiro e não o conteúdo dele” (p.2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;usabilidade:&lt;/strong&gt; a questão da usabilidade ainda precisa ser desenvolvida, uma vez que, como afirma Canvilhas (ibidem) “pouco adianta que a base de dados contenha muita informação se o utilizador não conseguir aceder a ela de uma forma amigável”. Cumpre ao programador desenvolver interfaces aprimoradas, com sequenciamento ordenado que facilite a navegação do internauta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda de acordo com Canavilhas (s/d), alguns aspectos permitem delimitar semelhanças e diferenças da Internet com a mente humana. Uma das semelhanças é a relação de esquecimento. O autor cita que “a memória, tal como a web, perde informação, embora acabe por manter sempre uma tênue ligação que poderá, em determinadas situações, permitir a recuperação da informação” (p.3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que concerne às diferenças entre a web e a memória humana, o autor cita como principal o fato de que, na Internet, a representação espacial de temporalidade possui contornos diferentes, posto que passado e presente “passam a compartilhar a mesma natureza, pois o passado assume também uma das propriedades do presente ao estar disponível na memória da web” (op. cit, p. 4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diego Dacax&lt;br /&gt;Tatiana Aoki Cavalcanti&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja Também:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/informao-e-memria-na-era-digital_04.html"&gt;A Informação e a Memória na Era Digital&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/as-mudanas-da-internet.html"&gt;As mudanças da Internet&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-hipertexto.html"&gt;O hipertexto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-texto-jornalstico-na-web.html"&gt;O texto jornalístico na web&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-novo-conceito-banco-de-dados.html"&gt;O novo conceito: Banco de Dados&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/consideraes-finais.html"&gt;Considerações Finais&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/referncias-bibliogrficas.html"&gt;Referências Bibliográficas&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-7718392473317223599?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/7718392473317223599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=7718392473317223599&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/7718392473317223599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/7718392473317223599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/internet-e-memria.html' title='Internet e memória'/><author><name>Tatiana Aoki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_f0J_aN85SPk/ShtzsKyikiI/AAAAAAAAAYk/au6UZeNewlQ/S220/DSC00595.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-5219070883609095696</id><published>2007-05-04T16:07:00.000-03:00</published><updated>2007-07-04T16:39:31.537-03:00</updated><title type='text'>O novo conceito: Banco de Dados</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A evolução dos meios de comunicação e o advento das novas tecnologias modificaram o cenário dos chamados entornos sociais (BARBOSA, 2004, p.02), com estruturação de todo o ambiente, no qual as ações são mediadas pelas tecnologias digitais. As fronteiras diminuem, e o acesso à informação se dá de maneira instantânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a Internet, que com sua instantaneidade aparenta ser perecível (principalmente no que se refere ao webjornalismo), possui uma estrutura que permite uma coleta imensa de informações – é o Banco de Dados (BD). Segundo Barbosa (2004), “um banco de dados ou base de dados (BD) é uma coleção de dados estruturados ou informações relacionadas entre si” (p. 04).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O banco de dados não nasceu na era virtual: surgiu nos anos 70 como suporte para os meios jornalísticos na obtenção de informações, somado à contextualização do texto a fim de obter maior profundidade. Com o advento da Internet e a possibilidade de armazenamento de dados cada vez maior no mundo virtual, o BD assumiu outra importância: tanto o usuário como o jornalista podem ter acesso a esses arquivos, o que gera ainda maior interatividade entre o emissor e o receptor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novas possibilidades surgem com o BD, pois há uma mudança drástica na maneira de se exercer o jornalismo na Internet. Dessa forma, o jornalista pode estruturar a notícia de uma forma não-linear e rizomática – uma vez que o próprio internauta tece sua rede de informações e acessa o BD assim como o jornalista. Como é uma área nova, grande parte das mídias digitais ainda faz uso da linearidade como um resquício do jornalismo impresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barbosa (2004) enfatiza as possibilidades de uso do BD nas mídias digitais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;o uso das bases de dados aliado à melhor implementação dos recursos característicos do webjornalismo, é capaz de conduzir à exploração de novas tematizações, com potencial para originar novos gêneros ou híbridos entre gêneros, assim como remediações em relação aos gêneros jornalísticos tradicionais (p. 11).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diego Dacax&lt;br /&gt;Tatiana Aoki Cavalcanti&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja Também:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/informao-e-memria-na-era-digital_04.html"&gt;A Informação e a Memória na Era Digital &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/as-mudanas-da-internet.html"&gt;As mudanças da Internet&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-hipertexto.html"&gt;O hipertexto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-texto-jornalstico-na-web.html"&gt;O texto jornalístico na web&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/internet-e-memria.html"&gt;Internet e memória&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/consideraes-finais.html"&gt;Considerações Finais&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/referncias-bibliogrficas.html"&gt;Referências Bibliográficas&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-5219070883609095696?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/5219070883609095696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=5219070883609095696&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5219070883609095696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/5219070883609095696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-novo-conceito-banco-de-dados.html' title='O novo conceito: Banco de Dados'/><author><name>Tatiana Aoki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_f0J_aN85SPk/ShtzsKyikiI/AAAAAAAAAYk/au6UZeNewlQ/S220/DSC00595.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-7628325092591171420</id><published>2007-05-04T16:04:00.000-03:00</published><updated>2007-07-04T16:36:07.082-03:00</updated><title type='text'>O texto jornalístico na web</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;De acordo com Ramón Salaverría (2005), não é o estilo do texto jornalístico que muda com a Internet. O texto continua conciso, objetivo e preciso, como nos demais meios de informação jornalística. Para Salaverría, a mudança se dá no que diz respeito à estrutura textual: “O que muda no ciberjornalismo não é o estilo. A verdadeira mudança tem a ver com a estrutura do texto, do discurso, alterada por conta do hipertexto” (p.1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O advento do hipertexto implicaria, entre outras coisas, numa mudança no conceito de autor, por proporcionar a possibilidade da escrita coletiva. A enciclopédia virtual Wikipedia é um exemplo disso. Neste sítio, o leitor participa do processo de construção da informação, ele pode editar o conteúdo das informações do sítio e inserir novos links na página. No entanto, ainda são poucos os sítios da Internet que proporcionam tamanha interatividade. Segundo Aquino (s/d), com a Internet de hoje “o usuário fica limitado a escolher entre uma quantidade de links e a simplesmente navegar por entre este mar de opções, porém incluir novos rumos, ou seja, novos links, isto não lhe é facultado” (p.8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, alguns estudiosos do tema, como Nunes (s/d), afirmam que, com o advento do hipertexto, “estamos perante um processo comunicativo baseado no diálogo permanente através da escolha deliberada, da circularidade e também da reciprocidade constante” (p.5). Ou seja, Apesar da web de hoje não proporcionar uma interação que possibilite a efetiva participação na construção do conteúdo, a possibilidade de interação é, de certa forma, proporcionada ao internauta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diego Dacax&lt;br /&gt;Tatiana Aoki Cavalcanti&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja Também:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/informao-e-memria-na-era-digital_04.html"&gt;A Informação e a Memória na Era Digital&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/as-mudanas-da-internet.html"&gt;As mudanças da Internet&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-hipertexto.html"&gt;O hipertexto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-novo-conceito-banco-de-dados.html"&gt;O novo conceito: Banco de Dados&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/internet-e-memria.html"&gt;Internet e memória&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/consideraes-finais.html"&gt;Considerações Finais&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/referncias-bibliogrficas.html"&gt;Referências Bibliográficas&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-7628325092591171420?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/7628325092591171420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=7628325092591171420&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/7628325092591171420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/7628325092591171420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-texto-jornalstico-na-web.html' title='O texto jornalístico na web'/><author><name>Tatiana Aoki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_f0J_aN85SPk/ShtzsKyikiI/AAAAAAAAAYk/au6UZeNewlQ/S220/DSC00595.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-2521378384346848954</id><published>2007-05-04T16:01:00.000-03:00</published><updated>2007-07-04T16:30:53.991-03:00</updated><title type='text'>O hipertexto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Para explicar a idéia de hipertexto, Aquino (s/d) usa uma metáfora. Segundo a autora, o hipertexto é um conjunto de nós, que podem ser “palavras, páginas, imagens, gráficos ou partes de gráficos, seqüências sonoras, documentos complexos que podem eles mesmos ser hipertextos” (p.2). Essas informações não são ligadas de forma linear, como numa corda com nós, mas a maioria deles estende suas conexões de modo reticular. “Navegar em um hipertexto significa, portanto, desenhar um percurso em uma rede que pode ser tão complicada quanto possível. Porque cada nó pode, por sua vez, conter uma rede inteira” (p.2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que se pensa comumente, o hipertexto não surgiu com a Internet. Segundo Aquino:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(...) a idéia de hipertexto não é de hoje, nem surgiu com o advento da Internet, ela vem desde os séculos XVI e XVII com as chamadas marginalia. Estas seriam como índices pessoais, citações de textos, remissões a outras partes ou outros textos feitas pelos leitores dos livros da época, anotadas nos cantos das páginas destes e depois transferidas para um caderno de “lugares comuns”, para que posteriormente pudessem ser consultadas. (p.2-3)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O conceito de hipertexto serve atualmente para exprimir a idéia de escritura/leitura não-linear em um sistema de informática (Lévy, 1993, In: Ribas, s/d). Neste sistema a narrativa é marcada pela fragmentação do discurso. A possibilidade de acessar rapidamente diferentes blocos de informação através de links traduz a dinâmica do webjornalismo. Um mosaico de informações permite acesso a diferentes ângulos e percepções sobre um mesmo tempo (Ribas, s/d).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dessas múltiplas possibilidades Ribas (s/d) pondera que o hipertexto não deve ser classificado como um texto não linear, mas como um texto multilinear, pois alguns leitores estabelecem certa linearidade em sua leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diego Dacax&lt;br /&gt;Tatiana Aoki Cavalcanti&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja Também:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/informao-e-memria-na-era-digital_04.html"&gt;A Informação e a Memória na Era Digital&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/as-mudanas-da-internet.html"&gt;As mudanças da Internet&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-texto-jornalstico-na-web.html"&gt;O texto jornalístico na web&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-novo-conceito-banco-de-dados.html"&gt;O novo conceito: Banco de Dados&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/internet-e-memria.html"&gt;Internet e memória&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/consideraes-finais.html"&gt;Considerações Finais&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/referncias-bibliogrficas.html"&gt;Referências Bibliográficas&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-2521378384346848954?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/2521378384346848954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=2521378384346848954&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2521378384346848954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/2521378384346848954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-hipertexto.html' title='O hipertexto'/><author><name>Tatiana Aoki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_f0J_aN85SPk/ShtzsKyikiI/AAAAAAAAAYk/au6UZeNewlQ/S220/DSC00595.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-8833452075891545680</id><published>2007-05-04T15:47:00.000-03:00</published><updated>2007-07-04T16:28:00.053-03:00</updated><title type='text'>As mudanças da internet</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Com o advento da internet, muito se tem pesquisado e especulado acerca do futuro do jornalismo e das mídias tradicionais como o rádio, a televisão, os jornais, as revistas e outros meios impressos. De acordo com Aquino (s/d):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Internet. Ao contrário do que alguns entusiastas pensem, é apenas mais um meio de comunicação, que traz mudanças para a sociedade, vantagens e desvantagens, mas que não irá substituir os outros meios de comunicação. Ainda que venha a ganhar destaque, já que tem como característica a multimídia, a Internet ainda tem um pequeno alcance e mesmo vindo a abranger um grande público, será apenas mais uma forma de comunicar, com suas qualidades e defeitos. (p.16)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;No entanto, é possível evidenciar que a internet traz consigo diversas mudanças no modo de construção da informação e no modo como esta informação é recebida pelo público. Segundo Nunes (s/d):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Navegar passa a significar construir uma narrativa, no caso concreto, uma narrativa não linear que permite novos horizontes à informação digital. A tecnologia hipertextual coloca profundos desafios no que toca aos efeitos, não apenas sobre a escrita, mas também sobre os mecanismos de leitura (...). Pelo exposto, entendemos que a cada sujeito se abre a perspectiva de trilhar os documentos hipertextuais, de uma forma singular, eventualmente irrepetivel. (p.6)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao texto curto, conciso, das narrativas advindas da Internet, Nunes (s/d) aponta que este modelo, típico da rede, não se iniciou na web. Na década de 80, já se articulava um modelo de leitura rápida, que estivesse de acordo com os hábitos e demandas de seus leitores:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O caso concreto do (jornal) USA Today é revelador da importância da leitura e dos novos media, articulada com os conceitos de velocidade e tempo. Quando foi pensado na sua versão impressa, houve a intenção dos seus criadores em desenvolver um produto que pudesse satisfazer as necessidades de informação de um passageiro de aeroporto. (...) O modelo de sucesso, foi transportado para a Web e desde então serve de bandeira a quem tem a responsabilidade de apresentar informação on-line. (p.1-2)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Diego Dacax&lt;br /&gt;Tatiana Aoki Cavalcanti&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Veja Também:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/informao-e-memria-na-era-digital_04.html"&gt;A Informação e a Memória na Era Digital&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-hipertexto.html"&gt;O hipertexto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-texto-jornalstico-na-web.html"&gt;O texto jornalístico na web&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/o-novo-conceito-banco-de-dados.html"&gt;O novo conceito: Banco de Dados&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/internet-e-memria.html"&gt;Internet e memória&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/consideraes-finais.html"&gt;Considerações Finais&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/referncias-bibliogrficas.html"&gt;Referências Bibliográficas&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2208139653154903293-8833452075891545680?l=jornalismodigitalunesp.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/feeds/8833452075891545680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2208139653154903293&amp;postID=8833452075891545680&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8833452075891545680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2208139653154903293/posts/default/8833452075891545680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/as-mudanas-da-internet.html' title='As mudanças da internet'/><author><name>Tatiana Aoki</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_f0J_aN85SPk/ShtzsKyikiI/AAAAAAAAAYk/au6UZeNewlQ/S220/DSC00595.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2208139653154903293.post-5337986891720829305</id><published>2007-05-04T15:11:00.000-03:00</published><updated>2007-07-04T15:54:45.884-03:00</updated><title type='text'>Percurso hipertextual e sua efetiva relação com o internauta</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Guilherme Campos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Diego Castro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A disposição das matérias nos sites jornalísticos e o sistema de conexão aplicado aos seus conteúdos e seus possíveis desdobramentos permitem ao usuário estabelecer um processo autônomo de navegação e de &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/07/internet-contempornea-e-interatividade.html"&gt;interatividade&lt;/a&gt; pelos conteúdos hipertextuais. A opção manifestada pelo leitor revela suas motivações internas e influências circunstanciais ou ideológicas incidentes sobre ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dessa perspectiva cultural-antropológica, a estrutura e a conexão entre os links do hipertexto (documento digital composto por diferentes blocos de informações interconectadas) podem atordoar o leitor. No artigo O que é o hipertexto electrónico e de que forma altera a organização e a utilização dos textos?, Andréia Cordeiro minimiza o caráter prejudicial atribuído por especialistas ou usuários perdidos no emaranhado de opções. “Vejo esse tipo de dificuldade como algo facilmente resolúvel através de um bom sistema de janelas, que visíveis no ecrã, podem funcionar como um mapa orientador das nossas tarefas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cordeiro insere o hipertexto eletrônico em um novo paradigma, distinto dos anteriores apenas pela tecnologia mais avançada de suas ferramentas. Os primeiros paradigmas atrelados ao hipertexto datam os séculos XVI e XVII. O primeiro suporte identificado por Maria Clara de Aquino é a versão impressa do livro. A conexão entre o texto regular e as observações dos leitores seria registrada nas notas de rodapé e nas margens das páginas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos itens do artigo de Aquino, Um Resgate Histórico do Hipertexto, estabelece a cronologia de precursores do hipertexto difundido no suporte eletrônico. O pioneiro, Vannevar Bush, esboçou o Memex, espécie de computador pessoal. Ted Nélson ganhou visibilidade com o Projeto Xanadu e a intenção de armazenar, conectar e oferecer de forma arbitrária todos os documentos da biblioteca de Alexandria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o suporte dos primeiros modelos de hipertexto é o livro impresso, a estrutura de fundamentação pode também recorrer a mesma estrutura. Andréia Cordeiro levanta a possibilidade do mecanismo de memória humana constituir o fundamento preponderante na formação do sistema hipertextual. Tanto o hipertexto, como a mente do homem permitem a “fluência do conhecimento, como se tratasse de uma transmissão de um fio condutor sem destinatário ou destino fixo”. A ausência de elementos de interferência nas duas extremidades do fio condutor, o aproximam do rizoma, caule subterrâneo horizontal com ramificações oriundas de outras partes do corpo que não as extremidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A possibilidade de acessar o hipertexto a partir de qualquer um dos conteúdos disponíveis e a autonomia do leitor na escolha da continuidade de sua navegação, não necessariamente a pré-determinada pela disposição dos links, desfaz a autonomia do texto principal e a hierarquia de leitura. Quanto maior a liberdade de atuação e os mecanismos de feedback oferecidos ao usuário, maior o nível de interatividade proporcionada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adoção de um modelo de interatividade livre na internet, auxiliaria, segundo Primo, na diluição das barreiras existentes entre leitor e autor do hipertexto. Caracterizado pelo autor como mútuo, esse modelo permite ampliar a fusão entre o usuário e o programador, permitindo que ambos possam incluir e remover links, criando o seu próprio percurso de navegação. A aplicação dessas variáveis ao processo de &lt;a href="http://jornalismodigitalunesp.blogspot.com/2007/05/aplicao-dos-conceitos-hipertextuais-ao.html"&gt;produção jornalística na web&lt;/a&gt;, aproveita as peculiaridades desse meio, desde recursos interativos e multimídias, até a não dependência de suportes físicos de armazenagem e transporte dos conteúdos disponíveis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height
